Eficácia de um prático modelo de covo na captura de quelônios dulcícolas, com sugestão de protocolos amostrais.

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2019-12

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Acta Biologica Brasiliensia

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Quelônios dulcícolas permanecem pouco conhecidos em muitas regiões do Brasil e têm sido negligenciados em levantamentos faunísticos, o que em parte decorre das dificuldades de uso das armadilhas tradicionais em amostragens. Foi testada a eficácia de um modelo de covo (armadilha de aro) prático e de fácil obtenção no mercado. Foram testados três tamanhos dos covos iscados com sardinha enlatada, em amostragens padronizadas (910 armadilhas, 380 pontos, esforço de 1.685 armadilhas-dias) e não padronizadas, conduzidas em ambientes lênticos e lóticos no Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, Brasil. Foram capturadas 11 espécies pertencentes a quatro famílias de quelônios, incluindo 148 exemplares nas amostras padronizadas. O modelo de covo foi considerado eficaz na captura de diversas espécies dulcícolas, especialmente com grande esforço amostral, e a sardinha enlatada foi atrativa. O modelo também foi eficaz nos diversos ambientes lênticos e lóticos amostrados. Nas amostras padronizadas obteve-se taxa de capturas de 9,23% e o período de permanência de um dia foi mais eficiente (taxa de capturas: 60,20%) em relação a 02 dias (39,80%). Nas amostras não padronizadas, houve sucesso satisfatório com período de permanência de 04 horas. A taxa de capturas em armadilhas variou de 4,86% a 14,32% entre os distintos tamanhos. Com base nos resultados são propostos protocolos de amostragem com o modelo de covo testado, em estudos rápidos e de longa duração.

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