Apresentações (resumos)
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- Análise dos dados de anilhamento de Amazonetta brasiliensis no Brasil.(1990) Nascimento, João Luiz X.; Antas, Paulo de Tarso Zurquim
- Análise dos dados de anilhamento de Calidris pusilla no Brasil, de 1981 a 1988.(1990) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Nascimento, Inês de Lima Serrano do
- Análisis de datos de anillado de Calidris canutus en Brasil.(1991) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Nascimento, Inês de Lima Serrano do
- Anilhamento de aves limícolas no Brasil.(1989) Nascimento, Inês L. Serrano; Antas, Paulo de Tarso Zurquim
- Anilhamento de aves marinhas na Reserva Biológica do Atol das Rocas.(1992) Schulz Neto, A.; Interaminense, L. J. L.
- Anilhamento de aves oceânicas e/ou migratórias no arquipélago de Fernando de Noronha em 1987 e 1988.(1990) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Fillippini, A.; Azevedo Jr, S. M. de
- Anilhamento de aves silvestres em mata ciliar no Parque Nacional de Brasília, DF.(1992) Castro, I. N.; Antas, Paulo de Tarso Zurquim
- Anilhamento do tuiuiú Jabiru mycteria no Pantanal de Mato Grosso.(1989) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Nascimento, Inês L. S.
- Áreas de vida de juvenis de maracanã (Primolius maracana) na APA e Revis da Ararinha Azul, Estado da Bahia(2021) Araújo, Vitória Melo de; Lugarini, Camile; Damasceno, Sueli Souza; Prates, Cristine da Silveira Figueiredo; Ataíde, Mercia Milena Alves de; Oliveira, Damilys Maria da Silva; Pereira, Tatiane Alves; Martins, Leticia Pereira; Martins, LeomarEstudar a movimentação de animais é importante para entendermos como eles fazem uso do espaço e dos recursos, conhecimento indispensável para respondermos a uma gama de perguntas tanto teóricas quanto aplicadas à conservação. Técnicas de rádio-telemetria sãonmuito úteis para rastrear animais crípticos e/ou de grande mobilidade, sendo a única opção para o estudo de movimentos de diversas espécies cuja observação direta é inviável. Neste estudo monitoramos os movimentos de juvenis de maracanã (Primolius maracana) nos seus primeiros meses após abandonar o ninho na Área de Proteção Ambiental (APA) e Refúgio de Vida Silvestre (Revis) da Ararinha Azul, na Caatinga do interior da Bahia, a fim de: 1) delimitar a área de vida dos juvenis e como ela aumenta com o passar do tempo; e 2) testar protocolos de monitoramento por rádio-telemetria, utilizando comunitários locais e estudantes e considerando as particularidades da espécie e da região, visto que esta espécie será utilizada como modelo para embasar o projeto piloto de reintrodução da ararinha-azul (Cyanopsita spixii), espécie provavelmente extinta na natureza. Onze juvenis de maracanã de cinco ninhos foram marcados com rádio-colares Holohil modelo SI-2C (12 g) e rastreados manualmente por monitores treinados munidos de receptor R-1000 e antena Yagi, ao longo de tempos variados, entre maio de 2017 e julho de 2019, abarcando três estações reprodutivas (estação chuvosa) e estações secas posteriores. Estimativas de posição dos indivíduos foram obtidas por meio de triangulação, e estimativas de área de vida obtidas pela técnica do mínimo polígono convexo (95%). Além disso, 11 filhotes acessíveis foram marcados com plaquinha de identificação para observação em solo nas estações reprodutivas de 2018 e 2019.
- Aves endêmicas anilhadas no arquipélago de Fernando de Noronha em 1987 E 1988.(1990) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Azevedo Jr, Severino Mendes de; Fillipini, A.
- Aves marinhas encontradas na costa brasileira: quais são seus valores hematológicos e bioquímicos séricos de referência para orientar decisões de manejo, soltura após reabilitação e avaliação da saúde das populações de espécies ameaçadas?(2020) Rezende, Saloá Teixeira; Serafini, Patricia Pereira Serafini; Meure, Rafael; Sandri, Sandro; Kolesnikovas, Cristiane K. M.O litoral brasileiro abriga uma importante diversidade de espécies de aves marinhas costeiras e oceânicas. Apesar dessa diversidade, entretanto, muitas lacunas de informação acerca dessas aves permanecem. A escassez de valores hematológicos e bioquímicos séricos de referência para aves marinhas em reabilitação é uma delas. A hematologia é uma ferramenta fundamental para a detecção precoce de doenças em aves, mesmo quando não há sinais clínicos, enquanto que a bioquímica fornece subsídios para a interpretação do funcionamento hepático, renal, pancreático, ósseo e muscular das aves. Juntas, essas análises são essenciais para o conhecimento do estado geral, diagnóstico e para decisões sobre manutenção, reabilitação ou soltura das aves. Porém, devido à falta de valores de referência, os critérios usados para a liberação desses animais, em geral, são provenientes de estudos com aves domésticas. Essa escassez de dados é especialmente evidente para as aves da ordem Procellariiforme, mesmo que ao menos 40 espécies dessa ordem se alimentem em águas brasileiras. Assim, consciente dessa carência para aves marinhas, o presente trabalho procurou estabelecer valores de referência para os Procellariiformes e para Fregata magnificens (ordem Suliforme), ave marinha muito frequente no litoral brasileiro. As amostras utilizadas foram obtidas a partir de Procellariiformes considerados aptos para a soltura após serem encontrados em praias brasileiras e encaminhados para um período de reabilitação pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobrás/Bacia de Santos (PMP-BS) de junho de 2016 a maio de 2019. As amostras de Fregata magnificens seguiram esse mesmo padrão, contudo, foram obtidas apenas de aves de Florianópolis (Santa Catarina). As amostras de sangue foram colhidas por venopunção da veia ulnar ou da veia jugular.
- A avifauna da região do Lago de Sobradinho - Bahia.(1993) Nascimento, João Luiz X.; Schulz Neto, A.; Pessoa, J. B.
- Captura e tráfico de psitacídeos na região de Curaçá, Bahia: uma ameaça à reintrodução da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)(2018) Sousa, Nayane; Lugarini, Camile; Damasceno, Sueli; Prates, Cristine da Silveira Figueiredo; Araujo, Helder Farias Pereira deEstima-se que 400 espécies de aves, especialmente psitacídeos, são comercializadas ilegalmente no Brasil. Dentre elas, a ararinha-azul, Cyanopsitta spixii, é considerada possivelmente extinta na natureza devido ao tráfico. A reintrodução da ararinha-azul está planejada para ocorrer até 2022 em Curaçá e o diagnóstico da prática de captura e comércio ilegal na região, com foco principalmente nos psitacídeos, pode trazer informações para auxiliar o planejamento de estratégias de conservação. Nosso objetivo foi levantar o conhecimento da população rural sobre a ocorrência atual, captura e tráfico de psitacídeos na região de Curaçá-BA. A coleta dos dados etno ornitológicos ocorreu por meio da aplicação de entrevistas, com questionário composto por questões semiestruturadas. O papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) foi a espécie mais citada (79,2%) entre os psitacídeos utilizados como animal de estimação pela população e também o mais procurado para captura e venda; seguido pela aratinga-de-testa-azul (Thectocercus acuticaudatus) (36,1%), periquito-da-caatinga (Eupsittula cactorum) (21,3%) e maracanã verdadeira (Primolius maracana) (10,0%). A venda de psitacídeos na própria localidade e nas cidades próximas, como Juazeiro e Petrolina, foi registrada em 28,9% das 169 entrevistas, com valores para o papagaio-verdadeiro que variam de R$ 50-1.000,00 e para o periquito-de-testa-azul, de R$ 10-100,00. Durante as entrevistas, foram registrados nas casas dos informantes 47 papagaios, 11 aratingas-de-testa-azul, 9 periquitos-da-caatinga e 6 maracanãs-verdadeiras. Dentre esses, 73,3% foram capturados nos próprios ninhos da região. As técnicas incluíram a captura manual nos ocos das árvores (7,10% do total de entrevistados) usando escadas e facões para cortar os galhos e tronco; vara com saco de pano na ponta (2,95%), que é colocada diretamente no oco, onde os animais ficam presos (por suas garras ou bico) ao tecido; e a utilização de visgo (0,59%). O tráfico na região, segundo a comunidade local, tem diminuído bastante desde 1997, quando iniciaram as atividades do Projeto Ararinha-azul na região. No entanto, essas informações demonstram que o uso de psitacídeos como animal de estimação e a comercialização ainda são frequentes na região, sendo necessárias estratégias de educação ambiental e fiscalização. As comunidades rurais tem conhecimento a respeito dos locais de ocorrência e hábitos dos psitacídeos. O maior número de citações (91,72%) foi de periquito-da-caatinga, seguida pela aratinga-de-testa-azul, papagaio-verdadeiro, maracanã-verdadeira e tuim (Forpus xanthopterygius). De acordo com os entrevistados, o período reprodutivo desses psitacídeos abrange outubro a abril. A partir das entrevistas foram identificadas 22 espécies de plantas compondo a alimentação dos psitacídeos da região e 12 espécies de árvores para nidificação, com diferenças na preferência de utilização de acordo com a espécie de psitacídeo. A baraúna (Schinopsis brasiliensis) foi a mais citada como usada pelo papagaio-verdadeiro e pela aratinga-de-testa-azul, com 40,82% e 38% das respostas obtidas, respectivamente. Já 58,65% das respostas evidenciaram a caraibeira (Tabebuia aurea) como principal tipo de árvore para nidificação da maracanã-verdadeira. O conhecimento dos hábitos facilita a captura desses animais, entretanto, este mesmo conhecimento pode ser utilizado para o estímulo de práticas como o turismo de base comunitária com ênfase em observação de aves.
- Características da cavidade-ninho e do microhábitat que influenciam o sucesso reprodutivo da maracanã, Primolius maracana, na região de Curaçá, Bahia(2018) Prates, Cristine, da Silveira Figueiredo; Lugarini, Camile; Rechetelo, JulianaCompreender como as características do microhábitat e da cavidade utilizadas para nidificação influenciam o sucesso reprodutivo da maracanã, Primolius maracana, é importante para determinar como as aves estão usando o ambiente e identificar os principais fatores ambientais influenciando a reprodução. Essas informações podem ser usadas para ações de manejo e conservação, além de auxiliar na compreensão de padrões da história natural da espécie. A maracanã possui ampla distribuição no Brasil, mas pouco se sabe sobre aspectos ecológicos básicos na escolha da cavidade-ninho e do sítio reprodutivo. Assim, nosso estudo teve como objetivo avaliar como a estrutura do ambiente e as características da cavidade-ninho influenciam o sucesso reprodutivo (quantidade de ovos total) da maracanã, Primolius maracana, na região de Curaçá, Bahia. Esse estudo foi realizado na região de Curaçá, Bahia, entre setembro de 2016 a abril de 2018. Um total de 38 variáveis foram amostradas. Para coleta das variáveis ambientais do microhábitat, um raio de 50 metros foi estabelecido ao redor de cada ninho. As espécies vegetais foram contabilizadas e classificadas quanto ao diâmetro à altura do solo (DAS) e em nível de espécie quando utilizadas pela maracanã como recurso alimentar. Os ovos foram monitorados durante duas estações reprodutivas num intervalo de 15 a 60 dias, de uma a quatro vezes, cada ninho. Para avaliar se houve diferença significativa para cada variável da estrutura do habitat, fizemos o teste-t Weltch entre ninhos ativos e inativos. Para verificar quais variáveis da estrutura do habitat poderiam melhor explicar o sucesso da maracanã em Curaçá, utilizamos a regressão logística. Para encontrar qual o melhor modelo preditivo para o sucesso dos ninhos, utilizamos todas as combinações possíveis das variáveis da estrutura do ambiente (função dredge - pacote MuMIn). Dentre as variáveis da cavidade-ninho, observamos que ninhos ativos apresentam uma profundidade para baixo maior que ninhos inativos (t= 2.356, df= 25.75 e p= 0.02). A partir de um modelo global com 27 variáveis de estrutura do ambiente, construímos os três modelos preditivos que melhor explicassem o sucesso reprodutivo da maracanã. Observamos que, no geral, a densidade de algaroba (Prosopis juliflora), altura da árvore ninho e densidade de quixabeira (Sideroxylon obtusifolium) são as variáveis que mais explicam o sucesso dos ninhos (presente em todos os modelos) assim como a variável diâmetro maior da abertura do ninho (DMA) (presente em dois modelos). O melhor modelo preditivo (df= 6, AICc= 136.8, AIC= 0 e peso= 0.49) aponta que a algaroba e DMA estão negativamente correlacionadas com o sucesso dos ninhos (p 0.000 e p 0.000, respectivamente), enquanto que a altura da árvore, profundidade para trás (PRF trás) e a quixabeira estão positivamente relacionada ao sucesso (p 0.000, p = 0.01 e p 0.000). O sucesso reprodutivo das maracanãs pode estar associado a facilidade ou dificuldade da predação dos ovos, árvores mais altas e com menor DMA dificultam o acesso de predadores, a visibilidade do conteúdo do ninho e evitam a entrada de predadores de maior porte. As variáveis relacionadas a disponibilidade alimentar mostraram que a espécie exótica e invasora, algaroba, influência de forma negativa o sucesso reprodutivo enquanto que a quixabeira, espécie nativa com frutificação abundante no período de incubação dos ovos pode ser um fator importante no sucesso reprodutivo.
- Caracterização dos padrões de mudas em aves de Santa Catarina, Brasil(2020) Ferreira, Ariane; Johnson, Erik I.; Meurer, Rafael; Sandri, Sandro; Serafini, Patricia Pereira; Rocha, Luis O. F. da; Souza Júnior, Silvio de; Assumpção, Cristiana C. A.; Lugarini, CamileDeterminar idade e sexo de aves a partir da muda e plumagem é uma ferramenta para monitoramento populacional demográfico, de estruturação de populações e de biologia reprodutiva. O objetivo deste estudo foi determinar o sexo e a idade de aves de ambientes florestais, observando o período em que realizam os eventos fundamentais para seus ciclos de vida, como a muda e a reprodução. Para isto, as aves foram capturadas com redes de neblina instaladas no sub-bosque e áreas abertas, em ex pedições mensais entre 2016-2019 em duas unidades de conservação (UC), na ilha de Santa Catarina e Arvoredo. A amostragem iniciou-se ao amanhecer, com no mínimo 5h de esforço/dia, por dois dias consecutivos. As revisões das redes foram realizadas a cada 30 minutos e as aves capturadas acondicionadas em sacos de transporte. Cada ave foi contida manualmente, marcada com anilha CEMAVE e solta imediatamente após o processamento. A estratégia e extensão de muda foi verificada para cinquenta e sete espécies pertencentes a vinte e uma famílias (n=1280), determinando-se a idade de acordo com o sistema W-R-P modificado, e incluindo aqui informações de aves apreendidas e atropeladas no entorno da UC. O primeiro ciclo de mudas foi definido como o período entre o início da primeira e a segunda muda pré- básica, e os ciclos definitivos foram definidos quando as plumagens se tornaram homólogas.
- Censo aéreo de flamingos Phoenicopterus ruber e guarás Eudocimus ruber na costa do Amapá.(1992) Nascimento, João Luiz X.; Antas, Paulo de Tarso Zurquim; Castro, I. N.
- Censo de Zenaida auriculata noronha fora da época de reprodução, no Nordeste(1985) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Azevedo Junior, S. M.; Nascimento, João Luiz Xavier do
- Censo e anilhamento de aves limícolas na Área de Proteção Ambiental de Piaçabuçu, AL.(1992) Pereira, S. F. T.; Nascimento, Inês de Lima Serrano do
- Censos aéreos e terrestres de tuiuiús (Jabiru mycteria) no Pantanal de Mato Grosso do Sul.(1993) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Nascimento, Inês de Lima Serrano do; Fillipini, A.
- As condições socioeconômicas e a exposição ao meio ambiente influenciam o conhecimento e uso da avifauna por populações humanas na Área de Proteção Ambiental e Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha Azul(2021) Silva, Williana Joylla; Lugarin, Camile; Ataíde, Mércia Milena; Martins, Cláudia Sofia Guerreiro; Ferreira Júnior, Washington Soares; Martins, Flávia de CamposNo Semiárido brasileiro, as aves silvestres são usadas como ornamentação, fonte de subsistência ou para obtenção de renda. Investigar os fatores que influenciam o conhecimento das populações humanas sobre esses recursos é fundamental para subsidiar a gestão e a conservação. Neste sentido, o presente estudo teve a finalidade de caracterizar o perfil socioeconômico dos moradores da Área de Proteção Ambiental (APA) e Refúgio de Vida Silvestre (RVS) da Ararinha Azul e entender como esse perfil afeta o conhecimento da composição da avifauna local e usos que lhe são dados. Para tanto, foram entrevistadas de forma individual 64 pessoas, entre novembro de 2019 e janeiro de 2020, sendo 33 mulheres e 31 homens. A idade dos participantes variou entre 18 e 78 anos. Quanto à escolaridade, 56,25% possuíam apenas o ensino fundamental incompleto e apenas 4,69% dos entrevistados possuíam renda maior que três salários mínimos. Foram registradas 1.102 citações de aves, das quais 599 citações eram para uso humano, referentes a 87 espécies, distribuídas em 20 Ordens e 35 Famílias, sendo 36 espécies utilizadas para comércio, 18 para captura esportiva, 18 para alimentação e 17 como animal de estimação. Para avaliar a influência dos fatores socioeconômicos no conhecimento das aves e usos empregados, foram realizados testes de correlação de Spearman e Kruskal-Wallis. Observou-se que a renda das famílias está inversamente relacionada à presença de aves em cativeiro na casa (p=0,03). Pessoas que usam gás citaram mais espécies de aves usadas na alimentação do que pessoas que usam lenha (p=0,03). Quanto mais precárias as condições das fontes de água, maior o conhecimento de espécies de aves usadas na alimentação (p=0,04). A escolaridade influenciou negativamente e a idade influenciou positivamente o conhecimento de uso caça esportiva (p<0,01, e, p=0,05, respectivamente). Quanto maior o número de plantas agrícolas cultivadas para alimentação da família menor o conhecimento de aves (p=0,03). Não houve correlação significativa entre as variáveis ‘conhecimento do número de espécies de aves’ e ‘usos das espécies de aves’, e as variáveis ‘fonte de energia’, ‘tempo de residência’ e ‘gênero’. Nossos resultados mostram que os fatores socioeconômicos influenciam o conhecimento sobre as aves na APA e RVS da Ararinha Azul e o tempo de exposição ao ambiente influencia positivamente no conhecimento sobre as espécies de aves silvestres de sua região. Demonstrou-se que os residentes com menor escolaridade e menor renda tendem a manter aves em cativeiro e a realizarem caça esportiva.