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- Diretrizes de Translocação para a Conservação do Bicudo Sporophila maximiliani.(ICMBio, 2021) Somenzari, Marina; et al.
Item Sampling guidelines to assess plastic ingestion in ACAP species(ACAP, 2020) Uhart, Marcela; Gallo, Luciana; Serafini, Patricia PereiraThese guidelines provide a standardized approach for sampling ACAP species to assess plastic ingestion (macro and microplastics, as well as chemical compounds) with an array of sample type choices that should enable collection in diverse settings. Samples can be collected from dead beached or by-caught specimens, live and dead animals in breeding sites or rehabilitation centres, as well as non-invasively by sampling fresh scats from nests, regurgitated boluses or unviable or hatched eggs. Given the particular susceptibility of ACAP species to plastic ingestion and the increasing prevalence of this problem worldwide, collecting samples to assess plastic ingestion should be considered whenever an opportunity presents. Using standardized protocols increases the consistency and representativeness of results and allows comparisons between species and detection of large-scale spatiotemporal patterns. Target research and surveillance options include: 1. Macroplastics (>5mm): can be assessed from stomach contents in dead birds, regurgitates in live birds, and boluses. 2. Microplastics (<5mm): can be assessed from gastrointestinal contents in dead birds, live-bird regurgitates, faeces/guano and boluses. 3. Plastic-derived chemicals (additives): can be assessed in tissues/organs (e.g. liver, muscle, fat) in dead birds, and preen gland oil, stomach oil and plastic items recovered from live and/or dead birds. Additives can also be found in hatched and/or unviable eggs. 4. Plastic-adsorbed organic contaminants (e.g. PCBs -polychlorinated biphenyls- and POCs -organochlorine pesticides-): can be assessed in plastic items found in the gastrointestinal tract of dead birds or regurgitates in live birds.Item Reproduction of Eudocimus ruber in the Iguape-Cananéia-Ilha Comprida estuary complex, São Paulo, Brazil(Atualidades Ornitológicas, 2018) Paludo, Danielle; Campos, Fausto Pires de; Collaço, Fatima Lisboa; Fracasso, Hélio Augusto Alves; Martuscelli, Paulo; Klonowski, Vicente StanislawO guará Eudocimus ruber tem distribuição ao longo da costa da América Central e do Sul com uma população disjunta no sudeste e sul do Brasil, onde foi considerado praticamente extinto no final do século passado. Ninhos foram monitorados no estuário de Iguape-Cananeia-Ilha Comprida entre 2003 e 2009 para conhecer aspectos da dinâmica populacional e biologia reprodutiva da espécie. Foram contabilizados adultos e juvenis; documentada a diversidade de aves aquáticas na colônia reprodutiva; caracterizado o habitat no ninhal; contados e medidos os ovos e ninhegos e verificada a predação. O número de indivíduos reprodutivos ativos de E. ruber cresceu de 40 em 2003 para 1.449 em 2009. Outras espécies nidificando nas colônias mistas com o guará foram: Ardea alba, Egretta thula, E. caerulea, Tigrisoma lineatum, Nycticorax nycti corax, Nyctanassa violacea e Bubulcus ibis. As espécies arbóreas utilizadas como substrato para os ninhos foram Rhizophora mangle, Laguncularia racemosa e Avicennia schaueriana. O número de ovos por ninho de E. ruber foi 2.61 ±0.54, com massa variando de 32 a 51 g. Identificamos quatro classes de desenvolvimento dos ninhegos, baseado no comportamento e biometria. Eles começam a andar sobre os galhos das árvores com 15 dias de idade e com 30-40 dias podem voar.Item Avaliação de Conservação Ex Situ para a Conservação Integrada do PAN Papagaios e Periquito-cara-suja no Brasil(2019) Fernandes, K. C.; Bosso, P.; Faria, A. R. G.; Kanaan, Vanessa T.; Martinez, Jaime; Miyaki, Cristina; Nunes, Fabio; Oliva, Ligia R.; Prestes, Nêmora P.; Raso, Tania F.; Scherer-Neto, Pedro; Seixas, Glaucia H. F.; Serafini, Patrícia Pereira; Somenzari, Marina; Sipinski, Elenise A.; Traylor-Holzer, K.Este workshop foi realizado para avaliar a potencial contribuição de atividades ex situ para a conservação de sete espécies de aves no Brasil para complementar os Planos de Ação Nacionais (PAN) existentes e apoiar uma abordagem de conservação integrada. Essa integração é melhor alcançada através de uma avaliação cuidadosa por especialistas in situ e ex situ, com base no melhor conhecimento científico disponível e usando as diretrizes da UICN. Este relatório documenta esse processo avaliativo relacionado ao manejo ex situ para conservação dessas espécies e apresenta as recomendações resultantes de maneira transparente, permitindo sua aplicação futura. Este documento pode ajudar instituições nacionais e internacionais a decidir colaborar com um nível de confiança mais alto. As decisões e ações serão monitoradas, reavaliadas e aprimoradas sempre que possível.Item Relatório anual de rotas e áreas de concentração de aves migratórias no Brasil(2014) Oliveira, Ailton Carneiro de; Barbosa, Antônio Eduardo Araújo; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Paludo, Danielle; Lima, Diego Mendes; Nascimento, João Luiz Xavier do; Souza, Manuella Andrade de; Arantes, Murilo Sérgio; Serafini, Patrícia Pereira; Amaral, Priscilla Prudente do; Rossato, Renata Membribes; Medeiros, Rita de Cassia Surrage; ICMBioA Resolução No 462, de 24 de julho de 2014, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), estabelece procedimentos para o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica em superfície terrestre e dá outras providências. Como consequência deliberou-se, no tocante ao enquadramento do empreendimento (Capitulo II – Dos Procedimentos Gerais para o Licenciamento Ambiental), em seu Art. 3º, §3º que “Não será considerado de baixo impacto, exigindo a apresentação de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), além de audiências públicas, nos termos da legislação vigente, os empreendimentos eólicos que estejam localizados (.... item V) em áreas regulares de rota, pousio, descanso, alimentação e reprodução de aves migratórias constantes de Relatório Anual de Rotas e Áreas de Concentração de Aves Migratórias no Brasil a ser emitido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – Instituto Chico Mendes, em até 90 dias. Considerando que o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres – CEMAVE, vinculado à Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio, é o Centro especializado em aves silvestres do órgão, coube ao CEMAVE a elaboração do presente Relatório, o qual contém a indicação das principais áreas importantes para aves migratórias no Brasil.Item Relatório anual de rotas e áreas de concentração de aves migratórias no Brasil(2016) Oliveira, Ailton Carneiro de; Barbosa, Antônio Eduardo Araújo; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Lugarini, Camile; Lima, Diego Mendes; Nascimento, João Luiz Xavier do; Souza, Manuella Andrade de; Somenzari, Marina; Souza, Nathalia Alves de; Serafini, Patrícia Pereira; Amaral, Priscilla Prudente do; Rossato, Renata Membribes; Medeiros, Rita de Cassia Surrage de; ICMBioO Brasil ocupa uma posição de destaque no cenário mundial em termos de biodiversidade de aves, sendo inclusive rota de muitas espécies migratórias, que se deslocam, regular e sazonalmente, entre duas ou mais áreas distintas, sendo uma delas seu local de reprodução. Essa característica notável traduz-se em uma enorme responsabilidade frente ao compromisso de conservação dessas espécies que muitas vezes extrapolam limites geopolíticos. Ao longo de sua rota migratória, as aves utilizam diversas áreas para descanso e alimentação, que são de grande importância para manutenção do seu ciclo de vida e, consequentemente, de suas populações. Essas áreas vêm sendo drasticamente reduzidas e alteradas por atividades antrópicas como, por exemplo, a implantação de parques eólicos, que têm ganhado bastante espaço e incentivo por ser considerada fonte de energia limpa, renovável e de baixo impacto ao meio ambiente. No entanto, esses empreendimentos representam uma ameaça às aves, considerando que sua implantação gera efeitos secundários capazes de promover significativa redução populacional de certas espécies, inclusive as migratórias. Alguns dos efeitos negativos resultantes de parques eólicos são: a criação de barreiras à livre movimentação das populações, mortalidade devido a colisões e perda de habitat durante a instalação de turbinas e infraestrutura associada. É preciso levar em consideração ainda os efeitos cumulativos gerados pela implantação de diversos parques próximos. Por se tratar de uma atividade recente em território brasileiro e com poucos dados publicados no país, os impactos negativos decorrentes desses empreendimentos precisam ser melhor investigados e sua implantação deve seguir critérios mais rigorosos e minimamente uniformizados. Nessa perspectiva, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) publicou a resolução N° 462, de 24 de julho de 2014, estabelecendo os procedimentos para o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica em superfície terrestre, no território brasileiro. Essa resolução prevê que o órgão licenciador deve exigir estudos e relatório de impacto ambiental e realizar audiências públicas quando o empreendimento estiver localizado em áreas de concentração ou rotas de aves migratórias, cabendo ao CEMAVE/ICMBio indicá-las em território nacional. A elaboração do presente documento demandou grande esforço visando resgatar e sistematizar o conhecimento disponível na literatura, no processo de avaliação do estado de conservação da avifauna brasileira, nos Planos de Ação Nacionais e nos registros de anilhamento do Sistema Nacional de Anilhamento (SNA.Net). Essa compilação de dados permitiu a definição, nos estados da Federação, de áreas importantes para a conservação de aves migratórias por meio dos locais de concentração de espécies, congregações de indivíduos e sítios de nidificação. Tais áreas foram confrontadas com a localização atual e a perspectiva de implantação de empreendimentos eólicos, tendo como base dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Observa se que, atualmente, a sobreposição entre empreendimentos (instalados e/ou previstos) e áreas relevantes para a conservação de aves migratórias é especialmente preocupante no Nordeste e no Sul do Brasil. O monitoramento adequado dos impactos negativos gerados pelos parques eólicos no Brasil (estudos padronizados com ao menos um ano de duração antes da instalação e por cerca de cinco anos após o início da operação) trará lições valiosas para futuros licenciamentos. Com o intuito de minimizar potenciais impactos negativos, são apresentadas recomendações de medidas preventivas já testadas em outros países, como: uso de luzes intermitentes e estruturas tubulares nas torres, instalação de radares acoplados a dispositivos que desliguem as turbinas em caso de aproximação de bandos de aves, recolhimento de carcaças próximas às turbinas para evitar a atração de outras aves, monitoramento diário da área em períodos críticos de migração, dentre outros. Esse trabalho adequa-se ao modelo de desenvolvimento responsável, sinalizando a necessidade de permitir o crescimento econômico e social sem negligenciar a conservação da biodiversidade.Item Avaliação ex situ para planejamento integrado de conservação para Galliformes e Tinamiformes no Brasil(2020) Phalan, B.; Barbosa, A. E. A.; Bernardo, C. S. S.; Bosso, P.; Girão, W.; Gomes, A. R. F.; Gomes, M.; Gonsioroski, G.; Leus, K.; Nunes, F.; Olmos, F.; Pina, P. I.; Rocha, F. L.; Ruiz-Miranda, C.; Scherer, P.; Silva, M.; Sousa, A. E. B. A.; Tassoni, A.; Traylor-Holzer, K.; Ubaid, F. K.; Valtuille, T.; Chaves, F. G.; Corrêa, L. L. C.; Croukamp, C; Develey, P.; Fernandes, K. C.Item Relatório de Rotas e Áreas de Concentração de Aves Migratórias no Brasil(2019) Barbosa, Antônio Eduardo Araújo; Gomes, Camila Garcia; Lugarini, Camile; Paludo, Danielle; Mendes, Diego Lima; Souza, Manuella Andrade de; Fialho, Marcos de Souza; Santos, Mauricio Cavalcante dos; Alves, Nathalia; Serafini, Patrícia Pereira; Amaral, Priscilla Prudente do; ICMBioParques eólicos para produção de energia elétrica têm contribuído para a construção de uma matriz energética mais limpa e renovável. No entanto, podem representar uma ameaça a grupos específicos como aves e morcegos. Nessa perspectiva, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) publicou uma resolução que prevê que o órgão licenciador deve exigir estudos e relatório de impacto ambiental e realizar audiências públicas quando o empreendimento estiver localizado em áreas de concentração ou rota de aves migratórias, aqui chamadas de Áreas Importantes, cabendo ao ICMBio/CEMAVE indicá-las através do presente relatório, sendo essa sua terceira edição. Para identificar essas Áreas Importantes, realizamos um planejamento sistemático de priorização de áreas ocupadas por espécies sensíveis a empreendimentos eólicos por meio do software Zonation. Somamos a esse resultado áreas de descanso, alimentação ou reprodução que concentram indivíduos de espécies migratórias citadas em publicações científicas ou sugeridas por especialistas. Para o Zonation, estabeleceu-se uma meta de priorização de mais de 90% das células com registro de ocorrência de espécies migratórias ameaçadas e de 100% para as raras, ao mesmo tempo em que seleciona as células de maior riqueza de espécies. Das 6.823 células que apresentaram ao menos um registro de espécie migratória, foram priorizadas 2.047 células, ou seja, 30% das células foram mantidas na solução final. Somando-se a isso, foram apontadas 75 áreas (2.305 células) em 21 estados. Cada área elencada foi identificada, sendo apresentada a justificativa de inclusão e a fonte da informação. Devido a uma disponibilidade desigual de informações, a maior parte das áreas levantadas apresenta ocorrências de espécies migratórias limícolas e costeiro-oceânicas, sendo poucas as áreas regulares de rota, pousio, descanso, alimentação e reprodução para um número expressivo de espécies florestais ou campestres. A área total, considerando as Áreas Importantes por expressiva concentração de indivíduos e as elencadas pelo Zonation, somou 346.262,24 km2 (4.091 células), ou aproximadamente 4% da superfície do Brasil. Embora todos os estados brasileiros tenham apresentado áreas priorizadas, o padrão geral de distribuição espacial das Áreas Importantes ainda se mostra bastante pulverizado, o que reflete, a despeito do grande número de registros compilados, um cenário com muitas lacunas de conhecimento. Em outras palavras, há muitas áreas com pouco ou nenhum esforço amostral, em especial para a Amazônia e nas áreas distantes de rodovias.Item Relatório de Áreas de Concentração de Aves Migratórias no Brasil(ICMBio, 2022) Fialho, Marcos de Souza (org); Gomes Filho, Arlindo (org)