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Item Manual de Boas Práticas em Iteração com Mamíferos Marinhos(2019) Silva Jr., José Martins et al.Item Comportamento de Peixes-bois:(Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2020) Attademo, Fernanda Loffer Niemeyer et al.Item Sou Xica – O peixe boi da praça do Derby(Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2020) Luna, Fábia de Oliveira; Niemeyer, Fernanda LofflerItem Guia Ilustrado de Identificação de Cetáceos e Sirênios do Brasil - ICMBio/CMA(2020) Miranda, Adriana Vieira de; Luna, Fábia de Oliveira; Sousa, Glaucia Pereira de; Fruet, Pedro Friedrich; Zanoni, Solange Aparecida.Item Angioarchitecture of collateral arteries of the aortic arch of Antillean manatee (Trichechus manatus manatus Linnaeus, 1758)(2020-01) de Oliveira, Radan Elvis Matias; Santoro, Giovanna Almeida; Freire, Augusto Carlos da Bôaviagem; Attademo, Fernanda Löffler Niemeyer; Lima, Stella Almeida; Bomfim, Aline da Costa; Fragoso, Ana Bernadete Lima; Silva, Flávio José de Lima; Gavilan, Simone Almeida; de Oliveira, Moacir FrancoThe aortic arrangement is an important structure associated with the maintenance of homeostasis. Based on this information, this study was conducted to describe the collateral arteries of the aortic arch of Antillean manatee and define the standard model for the species. Three specimens, an adult male, adult female and a male neonate, all strandings on the coast of the state of Rio Grande do Norte, Brazil, were used. The study was performed in the Laboratory of Morphophysiology of Vertebrates of the Federal University of Rio Grande do Norte, where in situ photographs were taken to demonstrate their topography. Subsequently, their hearts were removed and fixed in 10% formaldehyde and after 72 hr were dissected and analysed, obtaining schematic drawings and photographs of the vascular arrangement. The aortic arch was represented by three collateral arteries identified as the brachiocephalic trunk, left common carotid artery and left subclavian artery. This arrangement was similar to that found for other sirenians, and yet, for other mammals like hooded seal, murine, margarita island capuchin, black-handed tamarin, Mongolian gerbil and human. The morphological similarity presented in this study with different species of mammals, including humans, may contribute valuable information from an evolutionary point of view.Item OCORRÊNCIAS DE MAMÍFEROS AQUÁTICOS NO ESTADO DE PERNAMBUCO, BRASIL(2020-08-31) Attademo, Fernanda Loffler Niemeyer; do Nascimento, João Luiz Xavier; de Sousa, Glaucia Pereira; Borges, João Carlos Gomes; Parente, Jociery Einhardt Vergara; Alencar, Ana Emília Barboza de; Foppel, Ernesto Frederico da Costa; Freire, Augusto Carlos da Boaviagem; de Lima, Régis Pinto; Luna, Fábia de Oliveira; de Oliveira, Radan Elvis MatiasItem Vamos aprender com o peixe-boi?(2021) Luna, Fábia de Oliveira; Attademo, Fernanda Loffler NiemeyerItem Genetic Connectivity of the West Indian Manatee in the Southern Range and Limited Evidence of Hybridization With Amazonian Manatees(2021-01-06) Luna, Fábia de Oliveira; Beaver, Caitlin E.; Nourisson, Coralie; Bonde, Robert K.; Attademo, Fernanda L. N.; Miranda, Adriana Vieira; Torres-Florez, Juan Pablo; Sousa, Glaucia Pereira de; Passavante, José Zanon; Hunter, Margaret E.; Jeremy KiszkaThe Antillean subspecies of the West Indian manatee is classified as endangered by the International Union for the Conservation of Nature (IUCN) Red List. In Brazil, the manatee population is listed as endangered with an estimated population size of 500–1,000. Historic hunting, recent habitat degradation, and fisheries bycatch have decreased the population size. The Amazonian manatee is listed as vulnerable by the IUCN with unknown population sizes within Brazil. The Antillean manatee occurs in sympatry with the Amazonian manatee in Brazil and hybridization has been previously indicated. To provide information on the genetic structure, diversity, and degree of hybridization in the sympatric zone near the Amazon River mouth, the mitochondrial DNA control region and 13 nuclear microsatellite markers were assessed on the two species. Samples were analyzed from the Antillean subspecies across its distribution in Brazil (n = 78) and from the Amazonian species (n = 17) at the Amazon River mouth and inland mainstem river. To assess the previously defined evolutionary significant units of Antillean manatees in the area, an additional 11 samples from Venezuela and Guyana were included. The Antillean manatee was found to be a single population in Brazil and had lower than average number of alleles (3.00), expected heterozygosity (0.34), and haplotype diversity (0.15) when compared to many other manatee populations. The low values may be influenced by the small population size and extended pressures from anthropogenic threats. Gene flow was identified with Venezuela/Guyana in admixed Antillean Brazil samples, although the two populations were found to be moderately divergent. The nuclear loci in Venezuela/Guyana Antillean manatee samples indicated high differentiation from the samples collected in the Amazon River (FST = 0.35 and RST = 0.18, p = 0.0001). No indication of nuclear hybridization was found except for a single sample, “Poque” that had been identified previously. The distribution of Antillean manatees in Brazil is extensive and the areas with unique habitat and threats would benefit from independent management and conservation actions. Gene flow, resulting in genetic diversity and long-term population stability, could be improved in the southern range through habitat restoration, and the establishments of travel corridors and protected areas, which are particularly important for successful parturition and neonatal calf survival.Item O estado do Rio Grande do Norte como área estratégia para conservação de peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) no Brasil(2021-02-23) Attademo, Fernanda Loffler Niemeyer; Luna, Fábia Oliveira; Oliveira, Radan Elvis Matias; Freire, Augusto Carlos Boavigem; Lima, Stella Almeida; Silva, Flávio José LimaO peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) é uma das espécies de mamíferos aquáticos mais ameaçadas de extinção no Brasil. Com um tamanho populacional ainda desconhecido, foi bastante explorado pela caça desde o descobrimento do Brasil, até meados do século XX, quando ações de conservação passaram a serem implantadas. Em 1980, o governo federal iniciou ações para a conservação da espécie e em 1998, o PCCB/UERN iniciou estudos no Rio Grande do Norte (RN) sobre a população de peixes-bois e potenciais ameaças, nesta localidade. O presente estudo teve como objetivo, realizar uma revisão bibliográfica sobre a importância do peixe-boi no RN e a implicação desta localidade para a conservação da espécie. O Estado é uma das mais importantes áreas de ocorrência, pois além de fazer conexão com as populações do Norte do país e do extremo Sul de ocorrência da espécie, é a segunda área de maior encalhe de filhotes. Durante cerca de duas décadas, os animais resgatados no RN foram soltos em Alagoas e Paraíba, não ocorrendo uma reposição destes animais no RN, ao longo do período. Além disso, atividades com potencial de impacto foram implantadas, tais como carcinocultura, exploração de petróleo e gás e outras. Conclui-se que ações de conservação são necessárias, tais como o monitoramento sistemático de encalhes, mapeamentos das áreas de alimentação e de reprodução, criação de Unidades de Conservação, geração de renda através do turismo de base comunitária, os quais poderão ser alcançados através da implantação de recinto de aclimatação para soltura e reposição dos animais encalhados.Item AMAZONIAN MANATEES (Trichechus inunguis) INHABITING AN EQUATORIAL METROPOLIS: HISTORICAL RECORDS AND MATING ACTIVITY NEAR BELÉM, NORTHERN BRAZIL(2021-12-22) Emin-Lima, Renata; Costa, Alexandra Fernandes; Attademo, Fernanda Löffler Niemeyer; Hauser-Davis, Rachel Ann; Luna, Fábia de Oliveira; Siciliano, SalvatoreThe West Indian manatee Trichechus manatus Linnaeus, 1758 and the Amazonian manatee T. inunguis (Natterer, 1883) occur in the Marajó Bay area and in the inlets and channels near Belém. The Amazon Aquatic Mammal Study Group (GEMAM) coordinates a collaborative network for trapped and rescued manatees along the coast of the state of Pará and in the interior of Belém. The presence of the Amazonian manatee is confirmed with the rescue and sightings in the great Belém area. The samples of these manatees are housed in collections of institutions such as MPEG and ICMBio, CMA. On October 31st 2021, Amazonian manatees were sighted swimming near a beach in the Mosqueiro district, in greater Belém. Residents and tourists took images that show a mating behavior reported in the literature for Trichechus spp. The waters in this area are turbid and these records are a significant opportunity to understand this behavior. The event may suggest that Amazonian manatees are returning to the Belém area and its surroundings, as well as to the east coast of the state of Pará, possibly due to the synergic effects of SARS-CoV-2, providing areas less disturbed by humans, pandemic and the current climate change scenario, which would be a hope for this endangered species.Item Guia de gravação e análises de sons de Peixe-boi-marinho(Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2022) Umeed, Rebecca et al.Item Manual de Boas Práticas de Interação com Sirênios no Brasil(Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2022) Luna, Fábia de Oliveira et al.Item PEIXE-BOI-MARINHO (TRICHECHUS MANATUS) NA BACIA HIDROGRÁFICA DOS RIOS CAPIBARIBE E BEBERIBE, PERNAMBUCO, BRASIL: AMEAÇA OU OPORTUNIDADE?(2022-05-02) Attademo, Fernanda Loffler Niemeyer; Pereira Sousa, Glaucia; Balensiefer, Deise Crisitane; Normande, Iran Campello; Alencar, Ana Emilia Barobosa; Cunha, Fábio Adonis Gouveia Carneiro; Nascimento, João Luiz Xavier; Oliveira, Radan Elvis Matias; Zanoni, Solange Aparecida; Luna, Fábia OliveiraO peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) é um mamífero eurialino, classifi cado mundialmente como Vulnerável pela IUCN e Em perigo de extinção no Brasil pelo MMA. Nas últimas décadas, a região metropolitana de Recife, estado de Pernambuco, foi considerada área de descontinuidade da espécie. Em parte da região Nordeste, os peixes-bois-marinhos não vinham sendo descritos como adentrando nas áreas estuarinas. Este trabalho teve como objetivo relatar e demarcar a presença de peixes-bois na bacia portuária do Pina e nos rios Capibaribe e Beberibe, bem como descrever a importância da presença da espécie nesta localidade. Entre 2015 e 2020, foi verifi cada a presença de cinco a oito animais nestes rios. Na região foi verifi cada a presença de itens alimentares naturais do peixe-boi-marinho e locais de refúgio, que permitem a sobrevivência da espécie, caso medidas públicas conservacionistas sejam adotadas. Portanto, o estado de Pernambuco é uma área estratégica de conexão entre populações de peixes-bois-marinhos do Brasil, sendo os rios Capibaribe e Beberibe, assim como os demais que compõem a bacia do Pina, um local de potencial viabilidade ecológica para a espécie.Item PEIXE-BOI-MARINHO (Trichechus manatus Linnaeus, 1758) NA BACIA HIDROGRÁFICA DOS RIOS CAPIBARIBE E BEBERIBE, PERNAMBUCO, BRASIL: AMEAÇA OU OPORTUNIDADE?(2022-05-02) Attademo, Fernanda Loffler Niemeyer; Sousa, Glaucia Pereira; Balensiefer, Deisi Crisitane; Normande, Iran Campello; Alencar, Ana Emilia Baroboza; Cunha, Fábio Adonis Gouveia Carneiro; Nascimento, João Luiz Xavier do; Oliveira, Radan Elvis Matias; Zanoni, Solange Aparecida; Freire, Augusto Carlos da Boaviagem; Luna, Fábia OliveiraO peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) é um mamífero eurialino, classifi cado mundialmente como Vulnerável pela IUCN e Em perigo de extinção no Brasil pelo MMA. Nas últimas décadas, a região metropolitana de Recife, estado de Pernambuco, foi considerada área de descontinuidade da espécie. Em parte da região Nordeste, os peixes-bois-marinhos não vinham sendo descritos como adentrando nas áreas estuarinas. Este trabalho teve como objetivo relatar e demarcar a presença de peixes-bois na bacia portuária do Pina e nos rios Capibaribe e Beberibe, bem como descrever a importância da presença da espécie nesta localidade. Entre 2015 e 2020, foi verifi cada a presença de cinco a oito animais nestes rios. Na região foi verifi cada a presença de itens alimentares naturais do peixe-boi-marinho e locais de refúgio, que permitem a sobrevivência da espécie, caso medidas públicas conservacionistas sejam adotadas. Portanto, o estado de Pernambuco é uma área estratégica de conexão entre populações de peixes-bois-marinhos do Brasil, sendo os rios Capibaribe e Beberibe, assim como os demais que compõem a bacia do Pina, um local de potencial viabilidade ecológica para a espécie.Item CLYMENE DOLPHIN STRANDING EVENT IN PERNAMBUCO STATE, NORTHEAST COAST OF BRAZIL(2022-05-02) Lucchini, Karen; Attademo, Fernanda Löffl er Niemeyer; Neves, Vivian Chimendes da Silva; Bezerra, Taciana Cássia Santos; Santos, Hugo Leonardo Rossiter Peixoto dos; Santos-Neto, Carlos; Luna, Fábia de OliveiraEm 30 de janeiro de 2021, foi relatado o encalhe de golfi nho no município de Ipojuca, Pernambuco, Brasil. O chamado de resgate foi atendido pelos times da ONG Ecoassociados e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade/Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos. Este último como representante da Rede de Encalhes e Informações de Mamíferos Aquáticos do Nordeste do Brasil no estado de Pernambuco. O indivíduo já apresentava alto nível de estresse e espasmos musculares, entrou em choque e veio a óbito após cerca de 90 minutos. Durante análises e procedimentos de necrópsia, a equipe identifi cou que se tratava de uma fêmea adulta da espécie Stenella clymene. Não existia evidência de interação com embarcações ou com utensílios de pesca. Embora os órgãos do animal estivessem altamente parasitados, essa não foi a causa da morte. Alterações nos pulmões sugeriam pneumonia intersticial de origem infecciosa. Atualmente, esta espécie é classifi cada como ‘pouco preocupante’ pela IUCN e não está listada na Lista Nacional Ofi cial de Espé cies da Fauna Ameaç adas de Extinç ã o. Com isso, nosso estudo destaca a importância do monitoramento sistemático de mamíferos marinhos, das redes de encalhe e dos bancos de dados para a conservação das espécies. Ressaltamos também a necessidade de uma lista ofi cial da fauna ameaçada de extinção do Estado de Pernambuco, para assim gerar subsídio para ações locais e regionais. Desse modo, Planos Nacionais de conservação poderiam ser alcançados de forma mais direta, e as prioridades estratégicas para a conservação, proteção e manejo das espécies certamente poderiam ser desenvolvidas e aplicadas.Item Reproductive success of Antillean manatees released in Brazil: implications for conservation(2022-07-26) Attademo, Fernanda Loffler Niemeyer; Normande, Iran Campello; Sousa, Glaucia Pereira; Costa, Alexandra Fernandes; Borges, João Carlos Gomes; Alencar, Ana Emília Barbosa de; Foppel, Ernesto Frederico da Costa; Luna, Fábia de OliveiraActions to rescue, rehabilitate and release calves of manatees are the main initiatives and strategies for conservation of the species in Brazil. The survival rate of animals in a natural environment and the reproductive success, identified by birth records, are some of the indicators used to estimate the release success for manatees. This study evaluated the effectiveness of releases of West Indian manatees based on the reproductive success of rescued animals that were released back into the wild in Brazil. Twenty-two female manatees were released in the states of Alagoas (into an extinct area) and Paraíba (into an existent population) from 1994–2020. Six females gave birth to 13 calves, all in Alagoas State. The average age of the first calving event was 11.7 (±1.49) years and 8.0 (±1.41) years after release. Among the females that had more than one calving, the average was 3.6 (±1.18) years between each calving. All calves observed were born alive; nevertheless, three (23.1%) died a few weeks after birth. In general, females rehabilitated in captivity and released in the wild were able to reproduce, especially in protected areas. This study emphasizes the need to intensify actions for the conservation of manatees and their habitats in order to achieve healthier wild populations.Item Vocal complexity in Antillean manatees (Trichechus manatus manatus)(2022-12-14) Umeed, Rebecca; Lucchini, Karen; Santos, Paulo J.P.; Attademo, Fernanda; Luna, Fábia; Normande, Iran; Bezerra, BrunaVocal complexity can be expressed through variations in repertoire size, structure, and individual manatee repertoires. Here we aimed to assess the complexity of the vocal behaviour of Antillean manatees living in captivity (i.e., artificial pools) and in reintroduction enclosures (i.e., natural enclosures placed in an estuarine area). Specifically, we evaluated: (i) the structure of vocalisations to assess whether they had variants; (ii) the variation in call production (rate and pattern) between groups with different configurations; (iii) whether individuality occurred in vocalisation structure. We found four categories of vocalisations, of which two had different variants. Not all study groups produced all call categories and variants. Older and younger males in the reintroduction enclosures had the highest call rates compared to captive females and captive males. The vocal and behavioural patterns differed between groups. Squeak call structure differed between individuals. Such vocal complexity may aid manatees in adapting to their dynamic social and structural environment, facilitating communication.Item Tactile responses to environmental enrichment in captive Antillean manatees (Trichechus manatus manatus)(2023-04) Karen Lucchini, Karen; Rebecca Umeed, Rebecca; Paulo Jorge Parreira dos Santos, Paulo; Fernanda Löffler Niemeyer Attademo, Fernanda; Fábia de Oliveira Luna, Fábia; Bruna Bezerra, BrunaTactile signals are essential for Antillean manatee communication and survival because they facilitate interactions with conspecifics and the environment. Nevertheless, relatively little is known about tactile signal usage. This study aimed to assess captive Antillean manatee tactile and social responses to two stimuli presented as environmental enrichment (i.e., an infant model and a simple floating device). We also investigated the influence of sex in response to the stimuli. We investigated nine adult Antillean manatees (four males and five females aged 9–33 yrs). We found that exploratory behaviours directed towards the pool were reduced during the presentation of both stimuli. However, the manatees directed exploratory behaviours towards the stimuli. The presence of the infant model reduced social behaviours among the other animals in the oceanarium. The floating device caused no alteration in the performance of social behaviours. Females performed more “infant lifting” (i.e., a parental care-related behaviour) directed towards the infant model than males. Our results show that it is possible to stimulate natural tactile and social behaviours in captive individuals using environmental enrichment practices. We recommend continuously monitoring Antillean manatee behaviours in captivity and developing environmental enrichment practices to stimulate different communication modalities, especially tactile and vocal communication.Item Manual de Boas Práticas em Interação com Cetáceos(2024) Luna, Fábia de Oliveira; Attademo, Fernanda Löffler Niemeyer; Soares, Matheus Lopes; Miyazaki, Selma Samiko; Lucchini, KarenItem Guide de Bonnes Pratiques en Interaction avec les Cétacés(2024) Luna, Fábia de Oliveira; Attademo, Fernanda Löffler Niemeyer; Niemeyer, Fernanda Löffler; Miyazaki, Selma Samiko; Lucchini, Karen