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    Tese
    ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DA INFRACOMUNIDADE DE DÍPTEROS (STREBLIDAE E NYCTERIBIIDAE) ASSOCIADA A MORCEGOS (CHIROPTERA) EM DIFERENTES AMBIENTES AO LONGO DE UM GRADIENTE CLIMÁTICO E ECOLÓGICO NO ESTADO DE PERNAMBUCO, BRASIL
    (2018) BARBIER, Eder Silva; Bernard, Enrico
    O estudo sobre as relações parasitos-hospedeiros é uma importante ferramenta para entendermos questões relacionadas às dinâmicas populacionais, especificidade parasitária, coevolução, entre outras. Morcegos pertencem ao segundo maior grupo de mamíferos terrestres, com maior abundância nas regiões tropicais, e podem albergar uma variedade de grupos parasitos. Devido a diversos fatores ecológicos como riqueza (183 espécies registradas no Brasil), diversidade trófica (e.g., frugívoros, insetívoros, carnívoros, nectarívoros) e comportamental (e.g., formação de grandes colônias), os morcegos representam um importante modelo para o estudo de suas relações com parasitos. Dos diversos grupos de artrópodes que podem parasitar esses mamíferos, as moscas das famílias Streblidae e Nycteribiidae são as mais conspícuas por apresentarem várias adaptações morfológicas (e.g., redução ou ausência de asas, olhos compostos reduzidos) e fisiológicas (e.g., viviparidade adenotrófica) alinhadas ao hábito parasitário no hospedeiro. Adicionalmente, moscas ectoparasitas de morcegos possuem alta especificidade pelo hospedeiro (majoritariamente são espécie-específicas) e, assim como os morcegos, são mais diversas nos trópicos. Este estudo objetivou (i) verificar se o ambiente e os hospedeiros influenciam a presença e distribuição de moscas ectoparasitas, (ii) entender como a carga parasitária de moscas ectoparasitas sobre morcegos é afetada em de um pronunciado gradiente de precipitação e vegetação, (iii) avaliar se existem diferenças nos índices parasitológicos entre morcegos cavernícolas e não-cavernícolas e (iv) se a concentração de morcegos dentro do ambiente cavernícola está correlacionada com a carga parasitária de moscas. Os morcegos e suas respectivas moscas foram mensalmente amostrados em três diferentes ambientes no estado de Pernambuco, Brasil, denominados “área úmida”, “área de transição” e “área semiárida”, e em uma caverna. Para verificar se haviam diferenças na carga parasitária entre os ambientes, foram utilizados os índices de prevalência, intensidade média e abundância média. Esses mesmos índices foram utilizados para testar a diferença na carga parasitária entre morcegos cavernícolas e não-cavernícolas e para verificar a correlação entre o número de morcegos no interior da caverna com sua carga de parasitos. Não houve diferença estatisticamente significativa na carga parasitária, nem dentro do mesmo ambiente ao longo do período amostrado, nem entre os ambientes estudados. Quando comparada a carga parasitária de morcegos capturados dentro e fora de caverna, não houve diferença entre a prevalência, mas a intensidade e a abundância médias dos ectoparasitos foram significativamente maiores no ambiente cavernícola. Não houve correlação da concentração de morcegos na caverna com a carga parasitária exibida por eles. Esses resultados indicam que ambientes cavernícolas podem favorecer uma maior carga parasitária em morcegos, provavelmente por propiciar um microclima ideal para o desenvolvimento das pupas das moscas. Além disso, a fidelidade de morcegos a ambientes cavernícolas beneficia as reinfestações por aquelas moscas recém emergidas. Todavia, a frequência com que os morcegos em ambientes cavernícolas são parasitados não difere de ambientes não-cavernícolas nem é afetada pela concentração dos indivíduos na caverna. Para os ambientes não-cavernícola, os resultados mostram que a prevalência e a carga parasitária das moscas independem do habitat no qual os morcegos estão inseridos e que, mesmo podendo haver influências bióticas e abióticas, suas relações parasito-hospedeiro não são significativamente alteradas.
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    Artigo
    Ticks (Parasitiformes: Ixodida) on new world wild primates in Brazil
    (International Journal of Acarology, 2021) Martins, Thiago F.; et al
    Brazil concentrates the largest number of primate species in the world. In the present study, an extensive literature review of ticks on New World wild monkeys has been carried out, demonstrating that between the years 1912 to 2018, 182 larvae, 137 nymphs and 31 adult ticks (10 males and 21 females) were collected on 78 primates (from 12 different species) in 28 distinct localities in the Brazilian territory. Additionally, examination of allotments of 11 tick collections of Brazil revealed that from 1919 to 2019, 93 larvae, 91 nymphs and 175 adult ticks (62 males and 113 females) were collected from 100 monkeys (among 20 different species) from 43 localities in distinct Brazilian biomes. Overall, 19 tick species were identified on wild primates in the country: Amblyomma aureolatum (Pallas, 1772), Amblyomma cajennense (Fabricius, 1787) sensu stricto, Amblyomma coelebs Neumann, 1899, Amblyomma dubitatum Neumann, 1899, Amblyomma geayi Neumann, 1899, Amblyomma incisum Neumann, 1906, Amblyomma longirostre (Koch, 1844), Amblyomma naponense (Packard, 1869), Amblyomma nodosum Neumann, 1899, Amblyomma ovale Koch, 1844, Amblyomma parkeri Fonseca & Aragão, 1952, Amblyomma romarioi Martins, Luz & Labruna, 2019, Amblyomma rotundatum Koch, 1844, Amblyomma sculptum Berlese, 1888, Haemaphysalis juxtakochi Cooley, 1946, Ixodes fuscipes Koch, 1844, Rhipicephalus microplus (Canestrini, 1888), Rhipicephalus sanguineus (Latreille, 1806) sensu lato,and Ornithodoros rostratus Aragão, 1911. The presence of A. incisum, A. naponense, A. nodosum, A. rotundatum and I. fuscipes on monkeys is recorded for the first time. Thisresearch is therefore a significant contribution to the knowledge of tick speciesassociated with non-human primates in the Neotropical region.

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