Navegando por Assunto "Mata Atlântica"
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- AMEAÇAS À HERPETOFAUNA DA MATA ATLÂNTICA NORDESTINA(ICMBio, 2019) Abrahão, Carlos Roberto; scarlate-Tavares, Fabrício E; Abrahão, Carlos Roberto; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Freitas, Marco Antônio de; Escarlate-Tavares, FabrícioEste capítulo apresenta uma compilação de informações dos capítulos anteriores do PAN para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, com o intuito de identificar padrões sobre as principais ameaças à herpetofauna da Mata Atlânca Nordestina, em especial as espécies contempladas por este PAN. A informação foi fornecida pelos autores de cada capítulo deste livro de forma específica para cada estado e carrega a experiência de pessoas que trabalham diretamente nas áreas onde as espécies ameaçadas ocorrem. Com esta compilação, esperamos que o leitor tenha uma visão sintética, porém abrangente, sobre os problemas comuns para a região, facilitando o conhecimento e tomada de decisões nesta escala regional. Independente da escala de interesse, recomendamos também a leitura dos capítulos específicos de cada estado, pois a informação sobre as ameaças está mais detalhada e melhor contextualizada.
Item Annotated catalogue of the Laniatores of the New World (Arachnida, Opiliones)(Revista Ibérica de Aracnologia, 2003) Kury, Adriano B.- ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA A CONSERVAÇÃO DA HERPETOFAUNA DA MATA ATLÂNTICA NORDESTINA(ICMBio, 2019) Fath, Franciele; Côrtes, Lara Gomes; Joner, Daiany Caroline; Machado, Nathália; Loyola, Rafael; Abrahão, Carlos Roberto; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Freitas, Marco Antônio de Freitas; Escarlate-Tavares, FabrícioO capitulo aborda a conservação da herpetofauna na Mata Atlântica Nordestina, destacando a perda de habitat como principal ameaça. O objetivo é identificar áreas estratégicas para ações de conservação, utilizando o programa Zonation para priorização espacial. A análise considera variáveis ecológicas e antrópicas para definir áreas prioritárias e melhorar políticas públicas de conservação.
Item Bats of the state of Minas Gerais, southeastern Brasil(Chiroptera Neotropical, 2010-07) Tavares, Valéria da C.; Aguiar, Ludmilla M. de S.; Perini, Fernando A.; Falcão, Fábio C.; Gregorin, RenatoItem Cave lithology determining the structure of the invertebrate communities in the Brazilian Atlantic Rain Forest(Biodiversity and Conservation, 2011) Ferreira, Rodrigo Lopes; Silva, Marconi Souza; Martins, Rogério ParentoniItem O conhecimento sobre morcegos(Chiroptera: Mammalia) do estado do Espírito Santo, sudeste do Brasil(Papéis Avulsos de Zoologia, 2010) Mendes, Poliana; Vieira, Thiago Bernardi; Oprea, Monik; Lopes, Sílvia Ramira; Ditchfield, Albert David; Zortéa, MarlonItem ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DA INFRACOMUNIDADE DE DÍPTEROS (STREBLIDAE E NYCTERIBIIDAE) ASSOCIADA A MORCEGOS (CHIROPTERA) EM DIFERENTES AMBIENTES AO LONGO DE UM GRADIENTE CLIMÁTICO E ECOLÓGICO NO ESTADO DE PERNAMBUCO, BRASIL(2018) BARBIER, Eder Silva; Bernard, EnricoO estudo sobre as relações parasitos-hospedeiros é uma importante ferramenta para entendermos questões relacionadas às dinâmicas populacionais, especificidade parasitária, coevolução, entre outras. Morcegos pertencem ao segundo maior grupo de mamíferos terrestres, com maior abundância nas regiões tropicais, e podem albergar uma variedade de grupos parasitos. Devido a diversos fatores ecológicos como riqueza (183 espécies registradas no Brasil), diversidade trófica (e.g., frugívoros, insetívoros, carnívoros, nectarívoros) e comportamental (e.g., formação de grandes colônias), os morcegos representam um importante modelo para o estudo de suas relações com parasitos. Dos diversos grupos de artrópodes que podem parasitar esses mamíferos, as moscas das famílias Streblidae e Nycteribiidae são as mais conspícuas por apresentarem várias adaptações morfológicas (e.g., redução ou ausência de asas, olhos compostos reduzidos) e fisiológicas (e.g., viviparidade adenotrófica) alinhadas ao hábito parasitário no hospedeiro. Adicionalmente, moscas ectoparasitas de morcegos possuem alta especificidade pelo hospedeiro (majoritariamente são espécie-específicas) e, assim como os morcegos, são mais diversas nos trópicos. Este estudo objetivou (i) verificar se o ambiente e os hospedeiros influenciam a presença e distribuição de moscas ectoparasitas, (ii) entender como a carga parasitária de moscas ectoparasitas sobre morcegos é afetada em de um pronunciado gradiente de precipitação e vegetação, (iii) avaliar se existem diferenças nos índices parasitológicos entre morcegos cavernícolas e não-cavernícolas e (iv) se a concentração de morcegos dentro do ambiente cavernícola está correlacionada com a carga parasitária de moscas. Os morcegos e suas respectivas moscas foram mensalmente amostrados em três diferentes ambientes no estado de Pernambuco, Brasil, denominados “área úmida”, “área de transição” e “área semiárida”, e em uma caverna. Para verificar se haviam diferenças na carga parasitária entre os ambientes, foram utilizados os índices de prevalência, intensidade média e abundância média. Esses mesmos índices foram utilizados para testar a diferença na carga parasitária entre morcegos cavernícolas e não-cavernícolas e para verificar a correlação entre o número de morcegos no interior da caverna com sua carga de parasitos. Não houve diferença estatisticamente significativa na carga parasitária, nem dentro do mesmo ambiente ao longo do período amostrado, nem entre os ambientes estudados. Quando comparada a carga parasitária de morcegos capturados dentro e fora de caverna, não houve diferença entre a prevalência, mas a intensidade e a abundância médias dos ectoparasitos foram significativamente maiores no ambiente cavernícola. Não houve correlação da concentração de morcegos na caverna com a carga parasitária exibida por eles. Esses resultados indicam que ambientes cavernícolas podem favorecer uma maior carga parasitária em morcegos, provavelmente por propiciar um microclima ideal para o desenvolvimento das pupas das moscas. Além disso, a fidelidade de morcegos a ambientes cavernícolas beneficia as reinfestações por aquelas moscas recém emergidas. Todavia, a frequência com que os morcegos em ambientes cavernícolas são parasitados não difere de ambientes não-cavernícolas nem é afetada pela concentração dos indivíduos na caverna. Para os ambientes não-cavernícola, os resultados mostram que a prevalência e a carga parasitária das moscas independem do habitat no qual os morcegos estão inseridos e que, mesmo podendo haver influências bióticas e abióticas, suas relações parasito-hospedeiro não são significativamente alteradas.Item Glyphonycteris daviesi (Hill, 1964), a rare Central American and Amazonian bat recorded for Eastern Brazilian Atlantic Forest (Chiroptera: Phyllostomidae) Mammalia(Mammalia, 2005) Gregorin, Renato; Rossi, Rogério VieiraItem Guia de aves da Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo(2023) Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Lima, Diego Mendes; Souza, Elivan Arantes de; Nascimento, Cristiano Marcelo da Silva; Costa, Fabiano Gumier; Arantes, Murilo SérgioAs aves sempre despertaram um imenso fascínio no homem, especialmente pela sua capacidade de voar e de realizar longas migrações, pela beleza de suas plumagens e de seus cantos magníficos. Além disso, elas prestam importantes serviços ambientais, que são essenciais na manutenção do equilíbrio ecológico, como a dispersão de sementes, a polinização, o controle de pragas e de animais em decomposição. Infelizmente esse fascínio levou o homem a aprisionar aves em gaiolas, retirando-as da natureza, quase sempre de forma ilegal. Uma atitude egoísta e que tem colocado em risco de extinção muitas espécies. Por outro lado, tem sido crescente no mundo todo um público que busca contemplar as aves na natureza, por meio do turismo de observação de aves, movimentando uma indústria também crescente, inclusive no Brasil. Incentivar o turismo de observação de aves é uma forma inteligente de contribuir para a conservação de ambientes e suas espécies, além de promover a geração de renda em muitos locais. O Brasil dispõe de um Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres, o CEMAVE, que faz parte da estrutura do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio. O Centro possui a missão de monitorar e estudar as aves brasileiras, assessorando governo e sociedade em políticas de conservação das espécies e dos ambientes dos quais elas dependem. Contribuir com o aumento do conhecimento sobre a avifauna das unidades de conservação federais é uma das atribuições do CEMAVE. Neste sentido, temos a satisfação de apresentar o “Guia de Aves da Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo”, na certeza de que será importante para o manejo da área e poderá auxiliar no desenvolvimento do turismo de observação de aves na Paraíba.- HISTÓRICO DO PAN HERPETOFAUNA DA MATA ATLÂNTICA NORDESTINA(ICMBio, 2019) Abrahão, Carlos Roberto; Abrahão, Carlos Roberto; Moura, Geraldo Jorge Barbosa de; Freitas, Marco Antônio de; Escarlate-Tavares, FabrícioO capitulo trata do planejamento e monitoramento de ações relacionadas à conservação ambiental, especificamente no contexto do Plano de Ação Nacional (PAN). Ele detalha as etapas de implementação, os responsáveis, os colaboradores, os prazos e os custos estimados para cada ação. Além disso, inclui recomendações gerais e um sistema de monitoramento para acompanhar o andamento das ações, categorizando-as em diferentes estados de progresso, como "no prazo", "atrasado" ou "concluída".
Item Lasiurus ebeneus, a new vespertilionid bat from southeastern Brasil(Mammalia, 1994) Fazzolari-Corrêa, S.Estudo da nova espécie de morcego, lasiurine verpertilionid encontrado na Mata Atlântica do sudeste do BrasilItem Morcegos de Morro de São João, Estado do Rio de Janeiro, Sudeste do Brasil(Bioscience Journal, 2013) Esbérard, Carlos Eduard Lustosa; Costa, Luciana de Moares; Luz, Júlia LinsItem New species of disk-winged bat thyroptera and range extension for T. Discifera(Journal of Mammalogy, 2006) Gregorin, Renato; Gonçalves, Edmara; Lim, Burton K; Engstrom, Mark DItem Novos achegos à lista dos quirópteros do municípios de Linhares, estado do Espírito Santo, sudeste do Brasil (Mammalia, Chiroptera)(Chiroptera Neotropical, 2011) Peracchi, Adriano Lúcio; Nogueira, Marcelo Rodrigues; Lima, Isaac PassosItem The bats of Rio Grande do Norte state, northeastern Brazil(Biota Neotropica, 2018-04-16) Vargas-Mena, Juan Carlos; Pereira, Kleytone Alves; Barros, Marília Abero Sá; Barbier, Eder; Schmidt, Eugenia Cordero; Lima, Sergio Maia Queiroz; Herrera, Bernal Rodríguez; Venticinque, Eduardo Martins