Navegando por Assunto "Florianópolis"
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- Enriquecimento ambiental para tartarugas marinhas em cativeiro no Museu Aberto do Projeto Tamar em Florianópolis(2013) GOLDBERG, D.W.; CEGONI, C.T.; STAHELIN, G.; WANDERLINDE, J.; GIFFONI, B.; LIMA, E.P.Bem-estar animal pode ser definido como um estado pleno de saúde física e mental, em que o individuo encontra-se em harmonia com o meio que o cerca. No ambiente natural, o animal enfrenta inúmeros fatores bióticos e abióticos que exigem amplo repertório comportamental, permitindo-o reagir às condições impostas em qualquer momento. Por outro lado, o ambiente reproduzido em cativeiro é limitado em vários aspectos e a transferência do animal de seu habitat natural para um ambiente de confinamento pode causar o aparecimento de comportamentos considerados atípicos para a espécie. Animais mantidos em cativeiro são, de forma geral, expostos a um espaço limitado e de pouca estimulação, levando-os a apresentar quadros de estresse, com distúrbios comportamentais e, em muitos casos, imunossupressão e infecções oportunistas. Como alterativa para minimizar o estresse gerado pelo confinamento, a prática do "enriquecimento ambiental", definida como um conjunto de técnicas de manejo que visam melhorar o ambiente físico e social dos animais, vem sendo amplamente difundida. Durante os últimos anos, o TAMAR de Florianópolis vem instituindo um amplo programa de enriquecimento ambiental para as tartarugas marinhas mantidas no Museu Aberto da Barra da Lagoa.
Item Informações Preliminares sobre o Perfil Biológico de Chelonia mydas (Linnaeus,1758) na Ilha de Santa Catarina entre janeiro de 2005 e junho de 2006(2007-04) STAHELIN, G. D.; WANDERLINDE, J.; LIMA, E. P. e.Cinco espécies de tartarugas marinhas ocorrem no Brasil. O Projeto TAMAR atua no litoral brasileiro desde 1980 protegendo e pesquisando as espécies de tartarugas marinhas. O presente trabalho tem como objetivo apresentar novos dados para a determinação do perfil biológico de C. mydas em Florianópolis entre janeiro de 2005 e junho de 2006. C. mydas representou 82% do total de registros no período com um CCC médio de 43 cm. Os novos dados apresentados, bem como referências, sugerem um padrão de distribuição para esta espécie no sul do Brasil. Um tempo maior de monitoramento, além do estabelecimento de novas parcerias são necessárias para uma melhor determinação do perfil biológico da espécie, e a melhoria do estado de conservação das espécies na região