Enriquecimento ambiental para tartarugas marinhas em cativeiro no Museu Aberto do Projeto Tamar em Florianópolis
Data
2013
Autores
GOLDBERG, D.W.
CEGONI, C.T.
STAHELIN, G.
WANDERLINDE, J.
GIFFONI, B.
LIMA, E.P.
Orientador(es)
Coorientador(es)
Membro(s) da banca
Fonte
VI JORNADA Y VII REUNIÓN DE CONSERVACIÓN E INVESTIGACIÓN DE TORTUGAS MARINAS EN EL ATLÁNTICO SUR OCCIDENTAL (ASO)
Página inicial
111
Página final
112
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Resumo
Bem-estar animal pode ser definido como um estado pleno de saúde física e mental, em que o individuo encontra-se em harmonia com o meio que o cerca. No ambiente natural, o animal enfrenta inúmeros fatores bióticos e abióticos que exigem amplo repertório comportamental, permitindo-o reagir às condições impostas em qualquer momento. Por outro lado, o ambiente reproduzido em cativeiro é limitado em vários aspectos e a transferência do animal de seu habitat natural para um ambiente de confinamento pode causar o aparecimento de comportamentos considerados atípicos para a espécie. Animais mantidos em cativeiro são, de forma geral, expostos a um espaço limitado e de pouca estimulação, levando-os a apresentar quadros de estresse, com distúrbios comportamentais e, em muitos casos, imunossupressão e infecções oportunistas. Como alterativa para minimizar o estresse gerado pelo confinamento, a prática do "enriquecimento ambiental", definida como um conjunto de técnicas de manejo que visam melhorar o ambiente físico e social dos animais, vem sendo amplamente difundida. Durante os últimos anos, o TAMAR de Florianópolis vem instituindo um amplo programa de enriquecimento ambiental para as tartarugas marinhas mantidas no Museu Aberto da Barra da Lagoa.
Descrição
Palavras-chave
Projeto Tamar, Enriquecimento ambiental, Florianópolis, Tartarugas marinhas
