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    Artigo
    Effects of reduced-impact logging and forest physiognomy on bat populations of lowland Amazonian forest
    (Journal of Applied Ecology, 2008) Presley, Steven J.; Willig, Michael R.; Wunderle Jr, Joseph M.; Saldanha, Luis Nélio
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    Tese
    Modelagem de pressões, ameaças e oportunidades para a conservação de morcegos no Brasil
    (2018-02-27) DELGADO-JARAMILLO, Mariana Isabel; Bernard, Enrico; Machado, Ricardo
    A efetiva conservação e manejo das espécies requer conhecimentos detalhados sobre sua distribuição, pressões e ameaças. O Brasil é um país com dimensões continentais com a segunda maior riqueza de espécies de morcegos no mundo, mas com quase 60% de seu território sem um único registro do grupo, contrastando com altas taxas de perda de habitat. Portanto, avaliar seus padrões de distribuição e riqueza, assim como suas pressões e ameaças, é uma necessidade para sua conservação. Para preencher essas lacunas do conhecimento compilamos os registros georeferenciados e usamos modelos de distribuição de 132 espécies para gerar mapas de riqueza para todas as espécies, ameaçadas, e endêmicas do Brasil. Usamos Sistemas de Informações Geográficas para avaliar a magnitude das diferentes pressões e ameaças relacionadas à mineração, desmatamento, parques eólicos em Unidades de Proteção Integral (UPI), cavernas, remanescentes de vegetação no Brasil e sobre os mapas de riqueza. Finalmente, para determinar áreas prioritárias para a conservação, escolhemos 81 espécies identificadas como prioritárias, e realizamos uma análise de lacunas para avaliar a representatividade das UPI na proteção de morcegos. Utilizamos o software MARXAN, para identificar potenciais áreas de conservação complementares. Considerando células de 25km², os resultados indicaram que 90% do território encontra-se sem registros de morcegos, e que existe um alto viés tanto espacial (~75% dos registros só na Mata Atlântica e Amazônia) como taxonômico (72% dos registros pertencentes a família Phyllostomidae). Os modelos gerados predizem que a riqueza de espécies de morcegos no Brasil varia entre 6 e 112 espécies/25km², e ressaltam uma riqueza potencial maior que a registrada atualmente para Caatinga, Pantanal e Pampa. Encontramos que 39% das UPI estão sob influência de mineração, desmatamento e/ou parques eólicos. Se todos os projetos de mineração potenciais fossem aprovados, afetariam quase 70% das UPI. Mais de 50% das cavernas potenciais como refúgios de morcegos estão sob pressão pela mineração e desmatamento de seus arredores. Se todos os projetos de mineração em potencial fossem executados, mais de 80% das cavernas estariam ameaçadas. A Caatinga e a Mata Atlântica são os biomas mais afetados pela mineração e desmatamento e preocupantemente os que apresentam a maioria das espécies endêmicas e ameaçadas. Atualmente, 90% das espécies de morcegos no Brasil têm menos de 10% de sua distribuição em UPI. Uma expansão de 19% no atual sistema de áreas protegidas poderia melhorar significativamente a proteção de morcegos brasileiros. Esta possível expansão ocorreria principalmente na Amazônia (57%), Cerrado (21%) e Caatinga (11%). O cenário de conservação para a biodiversidade brasileira - e para os morcegos em particular - pode se agravar se as taxas de desmatamento aumentarem como resultado do novo Código Florestal, ou devido ao recente enfraquecimento das legislações ambientais. Nossa análise sugere a necessidade de reavaliar o estado de conservação de algumas espécies de morcegos no Brasil, e uma necessidade urgente de melhorias na regulamentação de mineração, agronegócios e parques eólicos no Brasil, bem como expandir o sistema atual de UPI a fim de garantir a proteção de morcegos e os serviços ecossistêmicos que eles prestam.
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    Artigo
    Primate conservation in the Arc of Deforestation: a case study of Vieira's titi monkey Plecturocebus vieirai
    (Oryx, 2022) Costa-Araújo, Rodrigo; Silva, Lucas Gonçalves da; Melo, Fabiano Rodrigues de; Rossi, Rogério Vieira; Bottan, João Pedro; Silva, Diego Afonso; Nascimento, Fabio Oliveira do; Silva, Felipe Pessoa da; Buss, Gerson; Lima-Silva, Luan Gabriel; Silva, Luciano Ferreira da; Fialho, Marcos; Lázari, Patrick Ricardo de; Rossato, Rafael Suertegaray; Vendramel, Rafaela Lumi; Mendonça, Ravena Fernanda Braga de; Sampaio, Ricardo; Hrbek, Tomas; Alencar, Raony Macedo de; Silva Júnior, José de Sousa e; Canale, Gustavo Rodrigues
    Fifty years of deforestation in the Arc of Deforestation have put at risk species survival, ecosystem services and the stability of biogeochemical cycles in Amazonia, with global repercussions. In response, we need to understand the diversity, distribution and abundance of flagship species groups, such as primates, which can serve as umbrella species for broad biodiversity conservation strategies and help mitigate climate change. Here we identify the range, suitable habitat areas and population size of Vieira’s titi monkey Plecturocebus vieirai and use it as an emblematic example to discuss biodiversity conservation and climate change mitigation in one of the largest deforestation frontiers. Our findings show that deforestation for agriculture and cattle-ranching expansion is the major threat to P. vieirai and is responsible for present (%) and projected (%) reductions in habitat area and population size. We also found that human-driven climate change affects the P. vieirai niche negatively, triggering habitat degradation and further population decline even inside protected areas. Primate watching can be a profitable alternative to forest exploitation on private, public or Indigenous lands in the Arc of Deforestation and is a way to shift the traditional, predatory extraction of natural resources from Amazonia towards sustainable land use based on biodiversity conservation at local, regional and global scales, local people’s welfare and climate change mitigation. New models of land use and income generation are required to protect the unique natural and human heritages of the Arc of Deforestation and the life-supporting ecosystem services and products provided by Amazonia.

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