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    Texto publicado em revista
    A biodiversity assessment of bats(Chiroptera) in a tropical lowland rainforest of central Amazonia, including methodological and conservation considerations
    (Studies on Neotropical Fauna and Environment, 2003) Sampaio, Erica M.; Kalko, Elisabeth K. V.; Bernard, Enrico; Rodríguez-Herrera, Bernal; Handley Jr, Charles O.
    Chiroptera , inventários , amostragem métodos , conservação , Amazônia Central.
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    Livro
    Conservação da biodiversidade e modos de vida sustentáveis nas lagoas do Sul do Brasil :
    (UFRGS / PGDR, 2020) Souza, Gabriela Coelho et al.
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    Artigo
    Description of three more new species of the genus Ananteris Thorell, 1891 (Scorpiones, Buthidae) from Brazil
    (Anais da Academia Brasileira de Ciências, 2013) Lourenço, Wilson ; Giupponi, Alessandro Ponce de Leão; Leguin, Elise-Anne
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    Artigo
    Diet, activity and reproduction of bat species (Mammalia, Chiroptera) in Central Amazonia, Brazil
    (Revista Brasileira de Zoologia, 2002) Bernard, Enrico
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    Artigo
    DIRECIONADORES EPÍGEOS E HIPÓGEOS DA DIVERSIDADE DE COMUNIDADES SUBTERRÂNEAS NEOTROPICAIS
    (Sociedade Brasileira de Espeleologia, 2019-06) RABELO, Lucas Mendes; Ferreira, Rodrigo Lopes
    Comunidades cavernícolas, embora sejam estruturadas em ambientes sabidamente mais estáveis que os externos, apresentam elevada heterogeneidadede espécies. No intuito de compreender as causas desta heterogeneidade, é necessário investigar os fatores que influenciam a estruturação da diversidade nesses ambientes. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi verificar a influência de parâmetros epígeos (variáveis climáticas e de inserção na paisagem) e hipógeos (tamanho das cavernas, número e tamanho das entradas e presença de água) na diversidade alfa dascomunidades cavernícolas. Para isto, utilizou-se dados de 48 cavernas carbonáticas inventariadas no eixo Centro-norte de Minas Gerais (Brasil) inseridas no bioma Cerrado, um hotspot mundial de biodiversidade. Foram encontradas 1173espécies de invertebrados, das quais 72possuem claros caracteres troglomórficos, sendo assim consideradas troglóbias. As variáveis investigadas que apresentaram maior poder de explicação para o padrão de riqueza total encontrado foram: ecorregião, presença de rios, precipitaçãono mês mais chuvoso, evapotranspiração potencial, tamanho da caverna e tamanho das entradas. Já para a riqueza de troglóbios apenas o tamanho das cavernas foi significativo.
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    Artigo
    Ecoturismo e monitoramento de unidade de conservação:possibilidade de geração de renda e proteção ambiental no PETeR (GO), Brasil
    (2023) Aguiar Junior, Paulo Roberto Ferreira de; Barros, Juliana Ramalho
    A Lei Federal n° 9.985/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), é foco de um debate em diversos campos sobre sua efetividade. As UCs se dividem em dois grupos: Proteção Integral (PI) e Uso Sustentável (US), sendo que o ponto mais significativo a diferi-las é a restrição em sua utilização. Entre as utilizações possíveis está o turismo, mais especificamente o ecoturismo. Esse segmento tem como alicerces a conservação ambiental, a geração de renda e a educação ambiental, o que coaduna com as orientações do SNUC. O objetivo deste trabalho é compreender a importância do ecoturismo nas Unidades de Conservação para a prática conservacionista da biodiversidade, assim como gerar receitas ao mesmo tempo. Ademais, apresenta as UCs como ferramentas de contenção do avanço da fronteira agrícola em áreas ainda não degradadas pela ação antrópica. Foi possível verificar, por meio do recorte espacial, Parque Estadual Terra Ronca (PETeR-GO), que este contribui para a conservação de espécies. O PETeR está localizado em uma área de tensão agrícola, na região Nordeste do Estado de Goiás, onde talvez o único empecilho de expansão seja o Parque. No que tange aos aspectos econômicos, não foi possível apresentar dados devido à falta de monitoramento, contudo, para tal reflexão foram utilizados trabalhos sobre as UCs federais que possuem monitoramento e, assim, foi possível estimar os ganhos com a visitação. Em vista do que se pensa sobre a prática ecoturista, bem como os objetivos das UCs, pode-se falar que há possibilidades concretas para a geração de renda e, também, para a conservação ambiental.
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    Artigo
    Epigean and subterranean ichthyofauna in Cordisburgo karst area, eastern Brazil
    (Biota Neotropica, 2009) Trajano, Eleonora; Secutti, Sandro; Mattox, George Mendes Taliaferro
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    Artigo
    Espécies Exóticas e Alóctones da Bacia do Rio Paraíba do Sul:
    (Biodiversidade Brasileira - BioBrasil, 2017-07-26) Moraes, Mariana Bissoli de et al.
    A introdução de espécies, seja intencional ou acidental, é uma das principais causas das alterações na distribuição natural dos organismos, acarretando sérios declínios populacionais de espécies nativas. Peixes exóticos começaram a ser introduzidos no Brasil a partir de 1940, com o objetivo de desenvolver a aquicultura no país. Ocorreram também translocações de espécies de uma bacia hidrográfica a outra, sobretudo de peixes da bacia Amazônica para outras regiões brasileiras. Um dos efeitos negativos das introduções está relacionado ao patrimônio genético de populações selvagens, com a possibilidade de haver hibridações que diminuem a variabilidade genética natural. Isso pode acarretar na incidência de híbridos férteis, ameaçando, assim, o estoque parental a médio ou longo prazos. Outros efeitos ecológicos negativos são a introdução potencial de patógenos, a alteração estrutural das teias tróficas e a possível depleção de populações nativas por competição ou predação. Tendo em vista a importância desse assunto e seus efeitos no ambiente aquático continental, é apresentada uma lista de espécies aquáticas exóticas e alóctones da bacia do rio Paraíba do Sul, localizada na região Sudeste do Brasil. Foram registradas 62 espécies de peixes, com predominância das ordens Cypriniformes, Characiformes e Cichliformes; três espécies de moluscos bivalves e três espécies de crustáceos decápodes. Muitas das espécies exóticas e alóctones de peixes são criadas em tanques de pisciculturas na região, sendo introduzidas em rios da bacia por eventuais escapes ou por soltura deliberada, devido ao grande interesse pela pesca esportiva e amadora. Outras são híbridas de espécies exóticas e nativas, como o tambacu (Colossoma macropomum x Piaractus mesopotamicus) e a pintachara (Pseudoplatystoma corruscans x P. fasciatum). Outras introduções são oriundas de atividades relacionadas à aquariofilia, com o registro de populações de peixes e moluscos já estabelecidas na bacia, e do lagostim Procambarus clarkii. Moluscos bivalves foram introduzidos por água de lastro de navios. O camarão-gigante-da-Malásia, Macrobrachium rosenbergii, foi introduzido para criação a partir da década de 1980 e também tem sido registrado ocasionalmente na bacia. Além desta, uma espécie alóctone de camarão, M. jelskii, é registrada no Paraíba do Sul. O dourado Salminus brasiliensis, por sua vez, ocorre em todas as porções da bacia e tem populações estabelecidas de longa data. Existem poucos programas de controle de espécies invasoras em águas brasileiras, sendo uma alternativa o incentivo à pesca direcionada às espécies introduzidas, apesar de não haver garantias de que a integridade biótica do ambiente seja restabelecida após a erradicação do invasor. Para espécies não-nativas oriundas da aquariofilia e da pesca esportiva, há sugestões recentes para prevenir/reduzir a invasão. O monitoramento da fauna aquática nãonativa é reconhecido como de extrema importância para prever a dispersão e tentar evitá-la.
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    Artigo
    Estimating Biodiversity in the Epikarstic Zone of a West Virginia Cave
    (Journal of Cave and Karst Studies, 2005-08) Pipan, Tanja; Culver, David c.
    Artigo sobre estimativa da biodiversidade na zona Epicárdico de uma caverna no Oeste da Virginia
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    Artigo
    First record of Stenochrus portoricensis Chamberlin, 1922 (Arachnida: Schizomida: Hubbardiidae) for caves in Brazil: evidence for a troglophile status of an exotic species
    (Check List, 2015) Gallão, Jonas Eduardo; Bichuette, Maria Elina; Giupponi, Alessandro Ponce de Leão
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    Livro
    Guia de Restauração Ecológica para Gestores de Unidades de Conservação:
    (2021) Sampaio, Alexandre Bonesso et al.
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    Livro
    Guia Ilustrado de Identificação de Cetáceos e Sirênios do Brasil - ICMBio/CMA
    (2020) Miranda, Adriana Vieira de; Luna, Fábia de Oliveira; Sousa, Glaucia Pereira de; Fruet, Pedro Friedrich; Zanoni, Solange Aparecida.
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    Artigo
    Ictiofauna da área cárstica de Presidente Olegário, Estado de Minas Gerais, com ênfase nas espécies subterrâneas
    (Revista da Biologia, 2013) Secutti, Sandro; Bichuette, Maria Elina
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    Artigo
    Ictiofauna epígea e subterrânea da área cárstica de Lagoa da Confusão, estado do Tocantins
    (Revista da Biologia, 2014) Paula, Milton José; Akama, Alberto; Oliveira, Everton Faustino; Morais, Fernando
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    Artigo
    Influence of abiotic variables on the bat fauna of a granitic cave and its surroundings in the state of São Paulo, Brazil
    (Biota Neotropica, 2016) Rocha, Alana Drielle; Bichuette, Maria Elina
    No presente estudo analisamos a assembleia de morcegos da caverna granítica Gruta do Riacho Subterrâneo e sua área de entorno (Itu, estado de São Paulo, Brasil) com o objetivo de verificar a influência da sazonalidade na composição de espécies e na abundância das populações
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    Trabalhos publicados em eventos
    LICENCIAMENTO AMBIENTAL EM ÁREAS COM CAVIDADES NATURAIS SUBTERRÂNEAS: ASPECTOS DA GEODIVERSIDADE E BIODIVERSIDADE
    (2023-05) FERREIRA, Alexandra Samira Câmara; CANELA, Alice de Castro; GRIGIO, Alfredo Marcelo
    As cavidades naturais subterrâneas são reconhecidas como Patrimônio Mundial segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, 2008), onde seus ecossistemas são considerados frágeis; contendo muitas vezes além do corpo rochoso, conteúdo mineral e hídrico, flora, fauna, sítios paleontológicos e arqueológicos. Segundo o Anuário Estatístico do Patrimônio Espeleológico do Brasil de 2022 (ICMBio, 2023), o país possui 23.378 cavidades naturais e o Estado do Rio Grande do Norte possui 1.372 cavidades naturais. Onde o Estado constitui uma das maiores exposições de rochas carbonáticas do Brasil, além da presença de feições cársticas; como cavernas, dolinas e fraturas dissolvidas. Diante dos aspectos da Geodiversidade, Biodiversidade e Regulação que envolvem as cavidades naturais subterrâneas, visando a importância da manutenção destes patrimônios naturais e a análise minuciosa da viabilidade ambiental em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos; o estudo vem por contribuir com a inter e intra relação entre o licenciamento ambiental e os Sistemas Cársticos Subterrâneos. E assim apoiar no cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 15 (ODS 15) sobre "Vida na terra", sendo um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas em 2015. O ODS 15 traz consigo o propósito de "Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerenciar florestas de forma sustentável, combater a desertificação e interromper e reverter a degradação da terra e interromper a perda de biodiversidade". Os 17 ODS são parte da Resolução 70/1 da Assembleia Geral das Nações Unidas sob o tema global: “Transformando o nosso mundo”; partindo de quatro principais dimensões: social, ambiental, econômica e institucional. Os ODS defendem que é necessário levar o mundo a um caminho sustentável com medidas transformadoras. Assim, foram definidos os 17 objetivos e as 169 metas globais interconectadas, a serem atingidos até 2030. Conhecida popularmente como a “Agenda 2030” para o Desenvolvimento Sustentável.
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    Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção.
    (ICMBio, 2018) Subirá, Rosana Junqueira; Galvão, Amanda; Carvalho, Carlos Eduardo Guidorizzi de; Soares, Ana Hermínia Simões de Bello; Martins, Drielle dos Santos; Oliveto, Fernanda Aléssio; Leonhardt, Gabriela; Cortês, Lara Gomes; Pimenta, Mayra; Arimoro, Omolabake Alhambra Silva; Silva, Tamilis Rocha; Silva, Tiago Castro; Silva, Verônica de Novais e
    Esta edição do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção traz o resultado do processo de avaliação das espécies coordenado pelo Instituto Chico Mendes, oficializado pelo Ministério do Meio Ambiente por meio das Portarias nº 444 e 445 de 2014. No Volume I desta obra é possível consultar informações acerca do processo. Para identificar as espécies ameaçadas, adotou-se a metodologia da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza)22. Por se tratar de uma avaliação nacional, para as espécies não endêmicas do país foi utilizada a adaptação regional prevista no método23. Um resumo sobre a metodologia e alguns conceitos fundamentais encontram-se no texto introdutório do Volume I.
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    Artigo
    Morcegos (Mammalia, Chiroptera) em cavernas no município de Uruará, Pará, norte do Brasil
    (Biota Amazônia, 2014) Cajaiba, Reinaldo Lucas
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    Artigo
    New species and new report of Hyalella S. I. Smith, 1874 (Crustacea: Amphipoda: Dogielinotidae) from Minas Gerais state, Southeastern Brazil
    (Zootaxa, 2012) Pereira, Rafaela Bastos; Bueno, Alessandra Angélica de Pádua
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    Artigo
    A new species of Glaphyropoma: the first subterranean copionodontine catfish and the first occurrence of opercular odontodes in the subfamily (Siluriformes: Trichomycteridae)
    (Neotropical Ichthyology, 2008) Bichuette, Maria Elina; Pinna, Mario César Cardoso; Trajano, Eleonora
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