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    Tese
    Análise multiescalar de afloramento digital análogo de reservatório carbonático na formação salitre
    (2022-04) Furtado, Carla Patrícia Queiroz; Bezerra, Francisco Hilario Rego; BORGES, SÉRGIO VIEIRA; Maria Osvalneide Lucena Sousa; João Andrade dos Reis Júnior; David Lino Vasconcelos; Fabio Luiz Bagni
    O presente estudo investiga a influência de fraturas subsísmicas na interconectividade e fluxo de fluidos associados a rochas carbonáticas dobradas e seu papel nas fases de evolução do processo cárstico no Sistema Brejões, Bacia de Irecê, Nordeste do Brasil. Procuramos também promover a caracterização geofísica (Electrical Resistivity Tomography – ERT) de Brejões I e do sistema cárstico associado. Realizamos levantamentos de sensoriamento remoto 3D na superfície com um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) e subsuperfície com Terrestrial Laser Scanning (TLS). Com base nos afloramentos digitais, nós realizamos análises de atributos de fratura e medição de estratificação, distribuições de comprimento de fratura, estimativas de persistência, topológica, morfométrica e investigação geofísica. A análise multiescalar mostra que corredores de fraturas, cavernas e cânions ocorreram ao longo do eixo de uma anticlinal orientada N-S ou paralelo a ele. Os dados de fraturas superficiais e subsuperficiais estão relacionados e com dois eventos de compressão relacionados à orogênese Brasiliana (740-560 Ma). Os expoentes da lei de potência superiores a 2,5 sugerem a influência de todos os comprimentos de fratura na conectividade do Sistema Brejões, enfatizando fraturas menores que 50 m. A análise topológica demonstrou uma rede de fraturas altamente conectada, acima do limite de percolação, com agrupamentos extensos e vários níveis de interações. Esses resultados são suportados pela ampla distribuição de valores de persistência nos mapas de intensidade de fratura (P21) e densidade (P20). Os atributos morfológicos aplicados na prospecção geofísica permitiram a otimização de suas etapas e correlação direta com a assinatura da caverna. O método ERT apresentou uma ampla faixa de resistividade elétrica (100 - 10.000 Ohm.m), refletindo assim diferentes níveis de intemperismo e carstificação no Sistema de Brejões. Com base no cenário geomorfológico e estrutural descrito, os reservatórios do tipo I e II foram associados ao Sistema Brejões. Sua marcada anisotropia pode implicar em rotas preferenciais de migração de fluidos, o que pode impactar todas as fases de exploração. Nossos resultados revelam que o mapeamento de zonas de dano relacionadas a dobras pode ser uma abordagem alternativa para identificar corredores de fraturas em escala sub-sísmica. A utilização do LiDAR como metodologia auxiliar nas etapas de prospecção geofísica com ERT fornece uma nova perspectiva à análise dos efeitos 3D em ambientes cársticos.
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    Artigo
    UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA PROTEÇÃO DA TIRIBA-DO-PARANÃ, Pyrrhura pfrimeri (AVES: PSITTACIDAE) NAS PAISAGENS CÁRSTICAS DA BACIA DO RIO PARANÃ
    (2022) Dornas, Tulio; De-Carvalho, Crizanto Brito; Morais, Fernando; Nogueira, Lauana Costa; Hennessey, Bennett
    A tiriba-do-paranã, Pyrrhura pfrimeri, é uma ave endêmica das fl orestas estacionais deciduais estabelecidas nos relevos cársticos da bacia do rio Paranã, na região central do Brasil. A espécie é ameaçada de extinção em nível global e nacional na catogoria “Em Perigo” devido à redução e elevada fragmentação populacional. Unidades de Conservação (UCs) são instrumentos estratégicos para a preservação da biodiversidade brasileira. Deste modo, é objetivo deste estudo analisar a representatividade da proteção legal de P. pfrimeri em relação às UCs existentes ao longo das paisagens cársticas de matas secas da bacia do rio Paranã, entre os estados de Tocantins e Goiás. Por meio de registros primários obtidos em expedições a campo e de registros secundários compilados na literatura e em plataformas de ciência cidadã, constatou-se que P. pfrimeri é protegida legalmente, sob diferentes graus de proteção, por cinco UCs: Parque Estadual de Terra Ronca, Floresta Nacional Mata Grande Área de Proteção Ambiental (APA) Nascente do Rio Vermelho e APA Vale do Rio Manso, todas em Goiás, e RPPN Aurora Natura, a única em Tocantins. Outras três UCs estaduais planejadas: Parque Estadual Serra da Prata, Parque Estadual de Aurora e Parque Estadual Vale do rio Palmeiras, caso criadas, podem aumentar consideravelmente a proteção legal sobre a espécie, condição também ampliada com criação de novas UCs do tipo Monumento Natural, Refugio da Vida Silvestre e RPPNs. Um aumento da proteção legal de P. pfrimeri pode contribuir para o estado de conservação de uma das mais ameaçadas as aves brasileiras.

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