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Navegando por Autor "Nunes, Guilherme Tavares"

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    Monitoramento reprodutivo da Grazina-do-bico-vermelho (Phaethon aethereus) no ParNaMar dos Abrolhos: Resultados e perspectivas
    (2019) Ferreira, Lucas Cabral Lage; Barbosa, Maria Bernadete Silva; Figueiredo, Barbara Santos; Serafini, Patrícia Pereira; Nunes, Guilherme Tavares; Efe, Marcio Amorim; Bugoni, Leandro; Repinaldo Filho, Fernando Pedro Marinho
    Este estudo apresenta resultados iniciais do Programa de Monitoramento das Aves Marinhas do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, acerca da reprodução de grazinas Phaethon aethereus, listada como ameaçada de extinção na lista vermelha nacional. De outubro/2017 a dezembro/2018 foram monitorados, mensalmente, 123 ninhos nas ilhas Siriba, Redonda e Santa Bárbara. Além disso, foram realizadas expedições em junho e novembro/2018 para verificação de todos os ninhos marcados nas cinco ilhas do arquipélago. No total, foram identificados 611 (junho) e 619 (novembro) ninhos de grazina. Destes, 35% e 21,6% estavam ativos, respectivamente. O estágio predominante foi “ovo”. Ninhos ativos ocorrem em todos os meses, mais intensamente entre fevereiro e junho. Dos 142 eventos reprodutivos registrados, 57,7% falharam, principalmente na transição entre os estágios de ovo e ninhego com 0-3 semanas de idade (59,8%). As maiores porcentagens de falha foram registradas nas ilhas Siriba (63%), Santa Bárbara (54%) e, Redonda (52%). Vestígios de predação por ratos (Rattus rattus) foram verificados em alguns ninhos (i.e. ovos com cascas roídas), mas cabras, formigas e aranhas caranguejeiras também podem representar impactos sobre o sucesso reprodutivo. Medidas futuras incluem a continuidade do monitoramento e a instalação de armadilhas fotográficas para identificar a causa das falhas. Iniciativa em curso para erradicar e controlar espécies exóticas (e.g. roedores) no Arquipélago dos Abrolhos poderão contribuir com o aumento no sucesso reprodutivo na principal colônia de P. aethereus no Brasil.
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    Trabalhos publicados em eventos
    Resiliência populacional da fragata (Fregata magnificens) no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, Bahia
    (2019) Campolina, Cynthia; Barbosa, Maria Bernadete Silva; Lage, Lucas Cabral; Bugoni, Leandro; Nunes, Guilherme Tavares; Serafini, Patrícia Pereira; Efe, Marcio Amorim
    Perturbações antrópicas são uma das grandes preocupações para a conservação da biodiversidade. Maior vulnerabilidade a eventos catastróficos ocorre em espécies que se agregam em colônias. A fragata (Fregata magnificens) se reproduz em colônias sobre arbustos e árvores. Em Abrolhos, a espécie nidifica sobre touceiras de capim na ilha Redonda. Este estudo avaliou a resposta desta população ao incêndio de dezembro/1996, durante as comemorações de final de ano. Dados de contagens de ninhos antes do incêndio (1995 e 1996), após o incêndio (1999-2012 e 2017-2018) foram obtidos. O incêndio causou a morte de 42 adultos, 200 filhotes e inúmeros ovos. Após nove meses do incêndio, toda a população reprodutiva da ilha Redonda mudou-se para a ilha Sueste. A colônia restabeleceu-se na ilha Redonda no ano de 1999. Nos três anos após o incêndio, somente 25% da população original se reproduziu na ilha (n= 429 casais). Contagens posteriores foram de 209, 782, 539 e 723 ninhos ativos em 1999, 2012, 2017 e 2018, respectivamente. O impacto do fogo em ambientes insulares costuma ser desastroso e, em Abrolhos, a população demorou mais de 10 anos para se recompor. Contagens atuais demonstram o retorno da colônia e a recuperação da população. Estes resultados ressaltam a importância do monitoramento para a compreensão de processos ecológicos em resposta à ação humana, mas também a vulnerabilidade de áreas reprodutivas de aves às atividades envolvendo fogos de artifício.
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    Trabalhos publicados em eventos
    Uso do mar pela Grazina-de-bico-vermelho (Phaethon aethereus) em Abrolhos durante o período reprodutivo
    (2019) Rodrigues, Diego Alexandre Salgueiro; Efe, Márcio Amorim; Bugoni, Leandro; Nunes, Guilherme Tavares; Serafini, Patrícia Pereira
    O padrão de distribuição e comportamento de forrageio utilizado pelas aves marinhas é restrito durante a época reprodutiva, devido à necessidade dos adultos proverem alimento regularmente para si e filhotes. Este estudo identifica as áreas de forrageio de Phaethon aethereus na maior colônia do Oceano Atlântico sul. Para o rastreamento das aves foram utilizados GPS miniaturizados, impermeabilizados e configurados para obter um ponto a cada três minutos. Sete indivíduos cuidando de filhotes em estágios iniciais de desenvolvimento foram rastreados em junho e novembro de 2018. Duas estratégias de forrageio foram observadas: viagens curtas e longas, padrão já conhecido para espécies deste gênero. As curtas ocorreram próximas ao arquipélago e as longas próximas da quebra da plataforma continental. A direção das viagens (n= indivíduos) em novembro foi para Sudoeste (n=3) e em junho para Sudeste (n=4), semelhante a dados de julho de 2012. Essa variação provavelmente ocorre em função da dinâmica temporal na distribuição dos recursos alimentares ou grupos distintos reproduzindo em picos em junho e fevereiro. Um dos indivíduos chegou a 20 km da costa de São Mateus, ES. A maior distância foi de 129 km a Sudeste da colônia, próxima à quebra da plataforma. Este estudo demonstra a alta mobilidade de P. aethereus durante o período reprodutivo, que reforça a importância do rastreamento remoto como ferramenta para estudos ecológicos e para subsídio a ações de conservação de aves marinhas.

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