COLUCHI, R.;GIFFONI, B.B.;SALES, G.;CONSULIM, C.E.N.;FIEDLER, F.N.;LEITE JR., N.O.L.PEPPES, F.2024-03-072024-03-072005https://bdc.icmbio.gov.br/handle/cecav/2205A pesca com espinhel pelágico no Brasil se iniciou na região nordeste em 1956, com a introdução de embarcações japonesas que buscavam explorar estoques de atuns (Thunnus spp.) em águas do oceano Atlântico Equatorial (Hazin et al., 1998). Em 1959 a frota sediada no porto de Recife - PE, já totalizava 12 embarcações (Paiva & Le Gall, 1975), que utilizavam segmentos de cabos multifilamento para comporem a linha principal do aparelho de pesca e peixes como isca. A utilização do espinhel em nylon monofilamento, direcionado à captura do espadarte (Xiphias gladius), com atratores luminosos e lulas como isca, foi introduzido em 1994 em poucas embarcações sediadas em Santos-SP (Arfelli, 1996). Com isso, uma grande quantidade desses barcos migrou para as regiões S/SE, compondo na década de 90 os maiores portos pesqueiros do país (Amorim et al., 2002).pt-BRPescaTartarugas marinhasBrasilCaracterização das pescarias com espinhel pelágico que interagem com tartarugas marinhas no Brasil.Trabalhos publicados em eventos