Balestra, Rafael Antônio MachadoAndrade, Paulo César MachadoMoreira, José RobertoOliveira, Paulo Henrique Guimarães deBalestra, Rafael Antônio Machado2024-06-062024-06-062016978-85-7300-381-9https://bdc.icmbio.gov.br/handle/cecav/2255O manejo de espécies ameaçadas visa assegurar a máxima variabilidade genética de populações, de maneira que possam ser viáveis em longo tempo. Em casos em que o tamanho populacional é muito pequeno, pode ser necessária a ajuda do cativeiro como estratégia de manejo (BALESTRA et al., 2010). Alguns programas de manejo de quelônios amazônicos adotam a manutenção temporária de fi lhotes em cativeiro (ANDRADE, 2008, 2012), com vistas a minimizar a taxa de mortalidade, que é geralmente alta nessa fase da vida. Essa é uma estratégia bastante controversa, o que faz com que seja importante ponderar sobre os aspectos favoráveis e desfavoráveis da manutenção de fi lhotes nesses ambientes artifi ciais, ainda que os argumentos aqui apresentados sejam, para ambos os casos, especulativos. Tendo em vista que diversos programas de manejo a adotam, ela será descrita neste capítulo, mas para empregar essa técnica, deve ser considerada sua relevância para as circunstâncias de qualquer projeto.pt-BRQuelônios amazônicosBerçáriosManutençãoManutenção em berçários e soltura de quelônios amazônicosCapítulo de livro