Predação de ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo

dc.contributor.authorOliveira, Tcharles Rennan da Silva
dc.contributor.authorNascimento, Cristiano Marcelo da Silva
dc.contributor.authorPaixão, Randson Modesto Coêlho da
dc.contributor.authorMarrara, Lia Vogas Ker
dc.contributor.authorAndrade, Mariana Carneiro de
dc.contributor.authorBarboza, Bruno Eduardo de Souza
dc.contributor.authorSilva, Cássius Ricardo Santana da
dc.contributor.authorSousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de
dc.date.accessed2023-07-28
dc.date.accessioned2023-08-09T23:54:36Z
dc.date.available2023-08-09T23:54:36Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractO sucesso reprodutivo das aves pode ser considerado um fator-chave para compreensão de possíveis extinções populacionais locais. Deste modo, estudos de predação em ninhos permitem avaliar o sucesso reprodutivo das populações locais a partir do recrutamento de novos indivíduos. Com o avanço da tecnologia, aliados como as câmeras traps, surgem para otimizar o tempo gasto em campo, auxiliando no monitoramento e no registro de potenciais predadores com a menor interferência humana possível. Elas possuem sensores que são ativados com o movimento, sendo às vezes necessário fazer uma poda no local de instalação, para que a vegetação ao redor não interfira no monitoramento. No presente estudo foram avaliadas as taxas de predação em ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga em Cabedelo (FLONA Cabedelo), Paraíba. Foram instalados ninhos artificiais com dois ovos de codorna-doméstica (Coturnix coturnix) ao longo de um transecto linear situado na borda e outro no interior da floresta, no final da estação seca e início da estação chuvosa. Os ninhos foram distribuídos em três diferentes níveis de altura (0,0 m, 1,5 m e 3,0 m), sendo 12 para cada transecto em cada estação, o que totalizou 48 ninhos em todo estudo. Foram utilizadas duas câmeras traps em cada transecto, as quais ficaram em campo durante 15 dias em cada campanha (seca e chuvosa), realizando 360 horas de monitoramento por câmera trap, multiplicando por 4, já que foram 4 câmeras traps (2 em cada transecto), chegando ao valor de 1.440 horas/campanha. Como foram duas campanhas de campo (uma na seca e outra chuvosa), multiplicamos o valor por 2, chegando ao valor final de 2.880 horas de monitoramento. Foi utilizado o teste Qui- quadrado e modelos de Regressão Logística para avaliar diferenças nas taxas de predação entre estações, local e altura do ninho. Todas as análises foram realizadas em software R. As variáveis estudadas não tiveram efeitos significativos sobre as taxas de predação na área estudada e o modelo nulo apresentou melhor desempenho (AIC) quando comparado ao modelo global. Em geral, a taxa de predação de ninhos total registrada no presente estudo foi de 43,7%, e assemelha-se aos resultados encontrados em estudos semelhantes com ninhos artificiais em fragmentos de Cerrado e em uma área de Mata Atlântica. Dentre os predadores de ninhos identificados por meio de câmera-trap estão tatu-peba (Euphractus sexcinctus), timbu (Didelphis albiventris), sagui (Callithrix jacchus) e teiú (Salvator merianae). Além destes, foram registrados nas proximidades do ninho, mas sem evidências de predação, a cutia (Dasyprocta iacki) e o marsupial Marmosa murina, este último um registro novo para a FLONA Cabedelo.pt_BR
dc.event.countryBrasilpt_BR
dc.event.nameAnais do XII Seminário de Pesquisa e XIII Encontro de Iniciação do ICMBiopt_BR
dc.event.ufPBpt_BR
dc.finalpage130pt_BR
dc.identifier.urihttps://bdc.icmbio.gov.br/handle/cecav/1732
dc.initialpage129pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.localofdeposithttps://www.youtube.com/watch?v=PtHy5v_zvUgpt_BR
dc.number01pt_BR
dc.series/nºpt_BR
dc.subjectNinhos artificiaispt_BR
dc.subjectPredação
dc.subjectFloresta de restinga
dc.titlePredação de ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga de Cabedelopt_BR
dc.totalpage02pt_BR
dc.typeTrabalhos publicados em eventospt_BR
dc.volumes/nºpt_BR

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