Avaliação do estado de conservação dos crocodilianos
dc.citation | Bataus,Y. et al. Avaliação do estado de conservação dos crocodilianos. Brasilia: Biodiversidade Brasileira, v.3, n.1, p.2-3, 2013. | |
dc.contributor.author | Bataus, Yeda | |
dc.contributor.author | Magnusson, William Ernest | |
dc.contributor.author | Mendonça, Sonia H. S. T. | |
dc.contributor.author | Verdade, Luciano Martins | |
dc.date.accessed | 2024-08-12 | |
dc.date.accessioned | 2025-07-19T01:51:13Z | |
dc.date.issued | 2013 | |
dc.description.abstract | O governo brasileiro tem o compromisso junto à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) de avaliar o estado de conservação da biodiversidade brasileira. Serão avaliadas todas as espécies de vertebrados que ocorrem em território brasileiro e seletivamente as de invertebrados, até 2014. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está responsável por coordenar a avaliação da fauna e conta com seus Centros de Pesquisa e Conservação para realização dessa missão. A avaliação da herpetofauna é coordenada pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbio (RAN) e pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação das Tartarugas Marinhas (TAMAR), cujo processo teve início em 2010 e a conclusão está prevista para 2014. O método de avaliação adotado pelo governo brasileiro para avaliação da biodiversidade é o mesmo utilizado pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), que avalia o risco de extinção de cada espécie. O processo técnico-científico conduzido pelo ICMBio possui uma etapa de compilação das informações sobre história natural, hábitat, descrição das principais ameaças e mapeamento da distribuição das espécies; uma etapa de consulta ampla à comunidade científica e consulta direcionada aos especialistas de cada espécie ou grupo taxonômico; a oficina de avaliação, na qual os especialistas determinam a categoria de risco de extinção das espécies; e, por fim, uma validação dos resultados da avaliação, no caso dos artigos submetidos à revista, pelo processo de duplo cego. Em todas as etapas há participação voluntária da comunidade científica.Cabe ao ICMBio a divulgação do resultado das categorias e critérios atribuídos às espécies e ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) a publicação oficial da lista das espécies ameaçadas de extinção e extintas. Outro produto da etapa técnico-científica é a publicação do resultado da avaliação completa, contendo, além das categorias e critérios da avaliação, a justificativa da categorização e informações sobre história de vida, ameaças e área de distribuição de cada espécie. | |
dc.event.city | Brasilia | |
dc.event.country | Brasil | |
dc.event.uf | DF | |
dc.finalpage | 3 | |
dc.identifier.uri | https://bdc.icmbio.gov.br/handle/cecav/2528 | |
dc.initialpage | 2 | |
dc.language.iso | pt_BR | |
dc.localofdeposit | https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/21367 | |
dc.number | 1 | |
dc.publisher | Biodiversidade Brasileira, | |
dc.subject | Myristicaceae | |
dc.subject | Trópico africano | |
dc.subject | trópico americano | |
dc.title | Avaliação do estado de conservação dos crocodilianos | |
dc.totalpage | 2 | |
dc.type | Outros | |
dc.volume | 3 |