Manejo e monitoramento de impactos sobre o ecossistema em áreas protegidas de Cerrado: estrutura da vegetação, gramíneas exóticas incêndios.

dc.citationBATISTA, F. R. Q. Manejo e monitoramento de impactos sobre o ecossistema em áreas protegidas de cerrado: estrutura da vegetação, gramíneas exóticas e incêndios. 2019. 168 f. Tese (Doutorado em Ciências Ambientais) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2019.pt_BR
dc.contributor.advisorJúnior, Laerte Guimarães Ferreira
dc.contributor.advisor-coNeto, Mario Barroso Ramos
dc.contributor.authorBatista, Flávia Regina De Queiroz
dc.contributor.editor2Universidade Federal de Goiáspt_BR
dc.contributor.refereeLaerte, Guimarães Ferreira
dc.contributor.refereeFaria, Karla Maria Silva de
dc.contributor.refereeFerreira, Nilson Clementino
dc.contributor.refereeBueno, Guilherme Taitson
dc.contributor.refereeCianciaruso, Marcus Vinicius
dc.date.accessed2024-05-15
dc.date.accessioned2024-06-06T14:50:17Z
dc.date.available2024-06-06T14:50:17Z
dc.date.issued2019-07-05
dc.description.abstractO Cerrado é a mais rica, talvez a mais ameaçada savana do mundo, e apenas 3% de sua área está protegida por lei. Estas são áreas extremamente valiosas e estratégicas para a conservação do Cerrado, mas sofrem inúmeras pressões externas e internas. Entre as principais preocupações de manejo para as Unidades de Conservação (UC) do Cerrado estão os incêndios e a invasão biológica. Este trabalho investiga como a interferência do manejo e a dinâmica do fogo e da invasão de gramíneas exóticas alteram as fitofisionomias de cerrado, e se divide em capítulos que investigam respectivamente: 1) as dificuldades em se produzir um mapeamento de acurácia suficiente para subsidiar estudos de dinâmica da estrutura da vegetação; 2) a eficácia do atual sistema de manejo do fogo e os desafios da gestão integrada de fogo nas duas últimas décadas; 3) a invasão por gramíneas exóticas e sua relação com a topografia do terreno, trilhas e estradas dentro e no entorno da área de estudo. Foram utilizadas imagens Landsat 8, de um período de 5 anos a partir de 2013, e calculadas, para 5 diferentes intervalos de tempo – mensais, inter mensais, anuais, interanuais, quinquenais - conjuntos de métricas baseadas em 18 índices derivados de valores de refletância das bandas destas imagens além dos próprios valores de refletância das bandas, dados amostrados em campo e classificação semiautomática para o mapeamento das classes de vegetação do Parque Nacional das Emas (PNE). A partir de um modelo replicável foi possível elaborar um mapa com 89% de acurácia e nove classes de fitofisionomias diminuindo os custos e a subjetividade do trabalho manual de coleta de dados e correções a posteriori. Utilizando métricas elaboradas à partir de um modelo digital de elevação e dados de presença e ausência de Urochloa sp em trilhas internas e ao longo das bordas da UC. Foram testados quatro modelos utilizando parâmetros morfométricos, distâncias à trilhas e estradas em contraste com a presença ou ausência da espécie. Os resultados apontam para a importância das perturbações antrópicas, topografia do terreno, e indicam que a força da água em seu escoamento superficial é bastante relevante no estabelecimento da espécie em novas áreas. Para entender o comportamento espacial e temporal do fogo no Parque Nacional das Emas (PNE) foi analisada a frequência de queimadas para as diferentes fitofisionomias, a correlação entre o número de focos de calor e a extensão das cicatrizes e a influência das variáveis ambientais (temperatura superficial do solo, precipitação e acúmulo de biomassa). Foram analisadas as cicatrizes de áreas queimadas, focos de calor, variáveis climáticas – precipitação pluviométrica e temperatura da superfície terrestre (°C) – superfície de biomassa seca e biomassa acumulada para áreas queimadas e não queimadas. O pico anual de focos de calor apontou com grande acurácia a ocorrência de queimadas na área do PNE, o número 12 de focos se mostrou um bom indicador de ocorrência e tamanho das cicatrizes, a extensão de área com biomassa seca em níveis ‘muito alto’ e ‘crítico’ é um indicador de risco de grandes incêndios e um razoável preditor de áreas que sirvam como bloqueio à propagação de incêndios. O atual plano de manejo de fogo através de aceiros e queima natural durante a estação seca trouxe avanços para a prevenção de incêndios, mas é necessário considerar o uso de queimadas controladas prescritas.pt_BR
dc.description.versionnº 001/2019pt_BR
dc.event.cityGoiâniapt_BR
dc.event.countryBrasilpt_BR
dc.event.nameDefesa de Tese de Doutoradopt_BR
dc.event.ufGOpt_BR
dc.identifier.urihttps://bdc.icmbio.gov.br/handle/cecav/2276
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.localofdeposithttps://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/cdbf8cb5-fe4b-4a30-a39d-6cc45e2ec08ept_BR
dc.publisherDSPACEpt_BR
dc.subjectCerradopt_BR
dc.subjectFitofisionomiaspt_BR
dc.subjectSensoriamento remotopt_BR
dc.subjectUroclhoa decumbenspt_BR
dc.subjectDispersão de sementespt_BR
dc.subjectMonitoramento de fogopt_BR
dc.subjectSavanapt_BR
dc.subjectÁreas protegidaspt_BR
dc.titleManejo e monitoramento de impactos sobre o ecossistema em áreas protegidas de Cerrado: estrutura da vegetação, gramíneas exóticas incêndios.pt_BR
dc.totalpage165pt_BR
dc.typeTesept_BR

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