Avaliação do risco de extinção do jacaré-tinga Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) no Brasil.

dc.citationFarias, I.P. et al. Avaliação do risco de extinção do jacaré-tinga Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) no Brasil. Biodiversidade Brasileira, v.3, n.1, p.4-12, 2013.
dc.contributor.authorFarias, Izeni Pires
dc.contributor.authorMarioni, Boris
dc.contributor.authorVerdade, Luciano M.
dc.contributor.authorBassetti, Luís
dc.contributor.authorCoutinho, Marcos E.
dc.contributor.authorMendonça, Sônia H. S. T. de
dc.contributor.authorVieira, Tiago Quaggio
dc.contributor.authorMagnusson, William E.
dc.contributor.authorCampos, Zilca
dc.date.accessed2024-10-14
dc.date.accessioned2025-07-19T02:07:56Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractO risco de extinção de Caiman crocodilus foi avaliado de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN 2001, 2003), com base nos dados disponíveis até 2011. A espécie habita praticamente todos os tipos de ambientes de zonas úmidas de baixa altitude na região Neotropical, sendo a espécie dentre os crocodilianos mais abundantes e com maior distribuição na América Latina. É encontrado naturalmente do México até a região amazônica. Sua extensão de ocorrência (EOO) no território brasileiro é de 5.006.412,4 km2, podendo ser bem maior, caso as investigações sobre o status taxonômico da espécie confirmarem a sua distribuição nas bacias dos rios Madeira, Mamoré e Guaporé. Acredita-se que sua área de ocupação (AOO) seja maior que 20.000 km2. É uma espécie extremamente adaptável, podendo ser encontrada em todos os habitats fluviais e lacustres presentes dentro de sua área de distribuição geográfica, e ocorre em grandes números ao longo da bacia amazônica e da bacia Tocantins-Araguaia, em especial em rios de água branca. Portanto, C. crocodilus foi categorizada como Menos Preocupante (LC). Ainda assim, a caça é uma forte ameaça para algumas subpopulações, sendo imprescindível a implementação de estudos de avaliação da efetividade do manejo sustentável como medida de conservação das populações naturais e diminuição do uso ilegal. Há conectividade com populações dos países vizinhos, porém não se sabe se há trocas significativas para justificar uma alteração na categoria indicada na avaliação brasileira.
dc.event.uf(outra)
dc.finalpage12
dc.identifier.urihttps://bdc.icmbio.gov.br/handle/cecav/2531
dc.initialpage4
dc.language.isopt_BR
dc.localofdeposithttps://revistaeletronica.icmbio.gov.br/index.php/BioBR/article/view/404
dc.number1
dc.publisherBiodiversidade Brasileira,
dc.subjectextinção
dc.subjectjacaré-tinga
dc.subjectLinnaeus
dc.subjectBrasil
dc.titleAvaliação do risco de extinção do jacaré-tinga Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) no Brasil.
dc.totalpage9
dc.typeOutros
dc.volume3

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