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Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres

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Resultados da Pesquisa

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    Conservação de Sterna (sandvicensis) eurygnatha no Espírito Santo.
    (1992) Nascimento, João Luiz X.; Nascimento, Inês de Lima Serrano do; Musso, C. M.
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    Status and conservation of seabirds breeding in Brazilian Waters.
    (Intenational Council of Bird Preservation, Tech. Publication, 1991) Antas, Paulo de Tarso Zuquim
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    The scarlet ibis (Eudocimus ruber): status, conservation and recent research.
    (International Waterfowl Research Bureau, 1990) Antas, Paulo de Tarso Zuquim; Roth, Paul; Morrison, Richard I. G.
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    Áreas Estratégicas para a Conservação de Aves Limícolas na Costa Brasileira
    (Revista Costas, 2022) Paludo, Danielle; Marcelino, Ana Maria Teixeira; Telino Júnior, Wallace Rodrigues; Perello, Luis Fernando; Petry, Maria Virginia; Mobley, Jason Alan; Arantes, Murilo Sergio
    As aves limícolas contemplam diversas espécies associadas às áreas úmidas, muitas das quais migratórias, que são extre-mamente dependentes da Zona Costeira. Concentram-se nos ambientes costeiros para descanso e forrageio durante o seu ciclo migratório, ou para reprodução no caso das espécies residentes. O desenvolvimento das atividades socioeconô-micas no litoral vem resultando em ameaças às aves e na degradação dos seus habitats, levando ao declínio populacional acentuado de muitas espécies. Diferentes esforços internacionais e nacionais vêm buscando incluir ações para a sua conservação no planejamento territorial. No Brasil o Plano Nacional para a Conservação (PAN) das Aves Limícolas Migratórias identificou 43 áreas estratégicas para atuação prioritária até o ano de 2024, período do seu segundo ciclo de implementação. Neste trabalho propomos que as áreas estratégicas sejam especialmente consideradas no Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e nos Planos de Gestão Integrada. Descrevemos o histórico do PAN e critérios que levaram à identificação das áreas. Apresentamos as áreas estratégicas, contextualizando-as quanto à sua localização e principais ameaças. Defendemos a reunião de diferentes instrumentos de planejamento e políticas públicas que incidem sobre a conservação das aves e da zona costeira para destacar confluências e a pertinência da integração dos diversos planeja-mentos. Por fim recomendamos um conjunto de iniciativas que podem resultar em ganhos não somente para as aves limícolas mas também para toda a sociedade que usufrui dos serviços ecossistêmicos decorrentes de um território bem gerido sob o ponto de vista ambiental.
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    Reproduction of Eudocimus ruber in the Iguape-Cananéia-Ilha Comprida estuary complex, São Paulo, Brazil
    (Atualidades Ornitológicas, 2018) Paludo, Danielle; Campos, Fausto Pires de; Collaço, Fatima Lisboa; Fracasso, Hélio Augusto Alves; Martuscelli, Paulo; Klonowski, Vicente Stanislaw
    O guará Eudocimus ruber tem distribuição ao longo da costa da América Central e do Sul com uma população disjunta no sudeste e sul do Brasil, onde foi considerado praticamente extinto no final do século passado. Ninhos foram monitorados no estuário de Iguape-Cananeia-Ilha Comprida entre 2003 e 2009 para conhecer aspectos da dinâmica populacional e biologia reprodutiva da espécie. Foram contabilizados adultos e juvenis; documentada a diversidade de aves aquáticas na colônia reprodutiva; caracterizado o habitat no ninhal; contados e medidos os ovos e ninhegos e verificada a predação. O número de indivíduos reprodutivos ativos de E. ruber cresceu de 40 em 2003 para 1.449 em 2009. Outras espécies nidificando nas colônias mistas com o guará foram: Ardea alba, Egretta thula, E. caerulea, Tigrisoma lineatum, Nycticorax nycti corax, Nyctanassa violacea e Bubulcus ibis. As espécies arbóreas utilizadas como substrato para os ninhos foram Rhizophora mangle, Laguncularia racemosa e Avicennia schaueriana. O número de ovos por ninho de E. ruber foi 2.61 ±0.54, com massa variando de 32 a 51 g. Identificamos quatro classes de desenvolvimento dos ninhegos, baseado no comportamento e biometria. Eles começam a andar sobre os galhos das árvores com 15 dias de idade e com 30-40 dias podem voar.
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    How do landscape and life history traits contribute to the threat context of Brazilian primates?
    (Animal Conservation, 2023) Matte, Ana L. L.; Buss, Gerson; Fialho, Marcos de Souza; Becker, Fernando G.; Jerusalinsky, Leandro; Lacerda, J. C. de; Santos, P. J. P.; Bezerra, Bruna
    Brazilian primates differ regarding landscape characteristics within their ranges (e.g. habitat availability) and life-history traits (e.g. body size). These landscape and life history attributes may be related to extinction risk. Here, we verified how such attributes correlate with primate threat categories. We considered 124 Brazilian primates based on the 2014 Brazilian list of threatened (Critically Endangered, Endangered and Vulnerable) and non-threatened (Least Concern and Near Threatened) species. We then characterized their landscape (i.e. habitat availability, habitat loss and fragmentation, indigenous lands, roads, urban areas, deforestation arch) and life-history attributes (i.e. body weight, gestation length and generation time), which together make up the threat context for each threat category. We compared threat categories to identify differences in such attributes, considering biome (Atlantic Forest, Amazon, Caatinga and Cerrado) as a factor and testing for phylogenetic effect. We investigated the attributes responsible for group characterization for specific threats and binary threatened/non-threatened categories. We show that life history and landscape attributes differ in the biomes. However, only landscape features varied across biomes. In the Amazon, the threatened categories reached the highest level of habitat loss in the last 30 years, while in the Atlantic Forest, the landscape of threatened species had the highest proportions of roads and urban areas. Most threatened species landscapes in the Caatinga and Cerrado were highly fragmented. We found a positive link between human impacts and extinction risk in the Amazon. In the other biomes, anthropogenic landscape characteristics were associated with threatened and non-threatened species. Threatened species tended to have large bodies and a slow life history, regardless of the biome. The more closely related the species, the more similar the traits. We suggest considering biomes and threat categories together with specific landscape and life history attributes to distinguish primate threat context for species conservation priority-setting.
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    Estimativa de densidade populacional de aves ameaçadas da Reserva Biológica Guaribas
    (2018) Sousa, Antônio Emanuel B. A. de; Lima, Diego Mendes; Fialho, Marcos de Souza
    Existe no Brasil uma grande lacuna de conhecimento acerca de dados populacionais de espécies da avifauna. Tais dados são de suma importância para aprimorar o conhecimento sobre o real estado de conservação das aves brasileiras, uma vez que, para muitas espécies avaliadas no país, não se adotou o critério de tamanho populacional, simplesmente pela inexistência desta informação, adotando-se outros critérios, como, por exemplo, distribuição geográfica, fragmentação e qualidade do habitat. Além disso, a obtenção de informações científicas sobre densidade populacional, ao longo do tempo, serve para subsidiar a análise de tendências populacionais e de probabilidade de extinção de espécies.O método de Amostragem de Distâncias em transectos lineares - Distance Sampling [1] é um dos mais utilizados atualmente na estimativa de densidade de populações [2]. Consiste em um censo, onde o observador percorre uma trilha previamente selecionada, procurando os indivíduos da(s) espécie(s) de interesse e anotando as distâncias perpendiculares entre estes e a trilha. Os dados obtidos são anotados em planilhas e inseridos no programa DISTANCE, obtendo-se uma função de detecção que melhor represente as distâncias observadas. Posteriormente essa função é utilizada para estimar os indivíduos não observados durante o censo e, a partir daí, pode-se obter uma estimativa de densidade da população.
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    Distribuição e manejo de aves limícolas migratórias no litoral norte do Brasil
    (2018) Paludo, Danielle; Merchant, Daniel; Niles, Larry; Lathrop, Richard G.
    Planicies intertidais no Pará e Maranhão são ecossistemas dinâmicos que recebem um grande número de aves limícolas neárticas no verão. A modelagem e mapeamento são essenciais para avaliar a dinâmica da paisagem para as aves nesses habitats, e subsidiar os esforços de planejamento para a conservação das espécies e áreas. Existem 12 reservas extrativistas e uma área de proteção ambiental – Unidades de uso sustentável, nas reentrâncias maranhenses e Salgado Paraense. Localizar áreas prioritárias para a conservação de aves limícolas é crítico e uma abordagem com sensoriamento remoto foi aplicada para mapear e caracterizar esses habitats, usando imagens Landsat 8. Características ambientais como a distância aos manguezais, às áreas desenvolvidas e da foz de rios, permanência, tempo de inundação, tamanho do sedimento e das áreas foram usadas. Construiu-se uma série de modelos de distribuição de espécies com base em Maxent usando dados de levantamento das aves em campo e as características ambientais mencionadas. Oito espécies foram investigadas e incluídas nos modelos. Os modelos de distribuição das espécies foram relacionados com potenciais ameaças ambientais, como a prospecção de petróleo off-shore, alteração da cobertura vegetal, uso do solo e efeitos da mineração. Esses métodos foram efetivos para localizar os habitats prioritários para as aves limícolas e identificar as ameaças a esses habitats, informações importantes para a gestão.
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    Características da cavidade-ninho e do microhábitat que influenciam o sucesso reprodutivo da maracanã, Primolius maracana, na região de Curaçá, Bahia
    (2018) Prates, Cristine, da Silveira Figueiredo; Lugarini, Camile; Rechetelo, Juliana
    Compreender como as características do microhábitat e da cavidade utilizadas para nidificação influenciam o sucesso reprodutivo da maracanã, Primolius maracana, é importante para determinar como as aves estão usando o ambiente e identificar os principais fatores ambientais influenciando a reprodução. Essas informações podem ser usadas para ações de manejo e conservação, além de auxiliar na compreensão de padrões da história natural da espécie. A maracanã possui ampla distribuição no Brasil, mas pouco se sabe sobre aspectos ecológicos básicos na escolha da cavidade-ninho e do sítio reprodutivo. Assim, nosso estudo teve como objetivo avaliar como a estrutura do ambiente e as características da cavidade-ninho influenciam o sucesso reprodutivo (quantidade de ovos total) da maracanã, Primolius maracana, na região de Curaçá, Bahia. Esse estudo foi realizado na região de Curaçá, Bahia, entre setembro de 2016 a abril de 2018. Um total de 38 variáveis foram amostradas. Para coleta das variáveis ambientais do microhábitat, um raio de 50 metros foi estabelecido ao redor de cada ninho. As espécies vegetais foram contabilizadas e classificadas quanto ao diâmetro à altura do solo (DAS) e em nível de espécie quando utilizadas pela maracanã como recurso alimentar. Os ovos foram monitorados durante duas estações reprodutivas num intervalo de 15 a 60 dias, de uma a quatro vezes, cada ninho. Para avaliar se houve diferença significativa para cada variável da estrutura do habitat, fizemos o teste-t Weltch entre ninhos ativos e inativos. Para verificar quais variáveis da estrutura do habitat poderiam melhor explicar o sucesso da maracanã em Curaçá, utilizamos a regressão logística. Para encontrar qual o melhor modelo preditivo para o sucesso dos ninhos, utilizamos todas as combinações possíveis das variáveis da estrutura do ambiente (função dredge - pacote MuMIn). Dentre as variáveis da cavidade-ninho, observamos que ninhos ativos apresentam uma profundidade para baixo maior que ninhos inativos (t= 2.356, df= 25.75 e p= 0.02). A partir de um modelo global com 27 variáveis de estrutura do ambiente, construímos os três modelos preditivos que melhor explicassem o sucesso reprodutivo da maracanã. Observamos que, no geral, a densidade de algaroba (Prosopis juliflora), altura da árvore ninho e densidade de quixabeira (Sideroxylon obtusifolium) são as variáveis que mais explicam o sucesso dos ninhos (presente em todos os modelos) assim como a variável diâmetro maior da abertura do ninho (DMA) (presente em dois modelos). O melhor modelo preditivo (df= 6, AICc= 136.8, AIC= 0 e peso= 0.49) aponta que a algaroba e DMA estão negativamente correlacionadas com o sucesso dos ninhos (p 0.000 e p 0.000, respectivamente), enquanto que a altura da árvore, profundidade para trás (PRF trás) e a quixabeira estão positivamente relacionada ao sucesso (p 0.000, p = 0.01 e p 0.000). O sucesso reprodutivo das maracanãs pode estar associado a facilidade ou dificuldade da predação dos ovos, árvores mais altas e com menor DMA dificultam o acesso de predadores, a visibilidade do conteúdo do ninho e evitam a entrada de predadores de maior porte. As variáveis relacionadas a disponibilidade alimentar mostraram que a espécie exótica e invasora, algaroba, influência de forma negativa o sucesso reprodutivo enquanto que a quixabeira, espécie nativa com frutificação abundante no período de incubação dos ovos pode ser um fator importante no sucesso reprodutivo.