TAMAR

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Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas e da Biodiversidade Marinha do Leste

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    Monitoramento da pesca de currico e espinhel de superfície na localidade de Itaipava/ES e sua interação com tartarugas e aves marinhas.
    (2005) LEITE JR., N.O.; STEIN, C.E.; THOMÉ, J. C.A.; NEVES, T
    Nos últimos anos é crescente a preocupação, no âmbito nacional e internacional, em avaliar a forte interação entre a conservação das tartarugas e aves marinhas e a atividade pesqueira (National Research Council, 1990; Lutcavage et al., 1997; Oravetz, 1999). Esta interação provoca a mortalidade de um número considerável de espécies de tartarugas e aves marinhas, algumas extremamente ameaçadas, além de prejuízos para a pesca, em função da queda da produtividade em relação às espécies-alvo e avarias nos petrechos afetados. Buscando reduzir os impactos causados por esta interação, o Projeto TAMAR desenvolveu o “Plano de Ação para a Redução da Captura Incidental de Tartarugas Marinhas pela Atividade Pesqueira” (Marcovaldi et al., 2002) e passou a atuar em parceria com o Instituto Albatroz que já vem realizando ações neste sentido desde 1991, visando a solução para a mortalidade de aves implantando medidas mitigadoras nas embarcações pesqueiras, educando pescadores e subsidiando medidas governamentais (www.projetoalbatroz.com.br).
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    PERFIL DAS PESQUISAS CIENTÍFICAS ENVOLVENDO TARTARUGAS MARINHAS NO MAR DO NORTE BRASILEIRO
    (2020) MARTINI, Evandro Arruda de; TEIXEIRA, Fernanda Lopes; SOARES, Joice de Souza; BONACH, Kelly
    No litoral brasileiro se reproduzem cinco espécies de tartarugas marinhas. O reconhecimento sistemático das áreas de reprodução dessas espécies teve início no Brasil em 1980, com o TAMAR atuando nas principais áreas identificadas. Nos últimos anos, pesquisas e monitoramentos realizados por diversas instituições têm ampliado o conhecimento a respeito de outras praias reprodutivas. Porém, no Mar do Norte brasileiro, ainda há áreas insuficientemente conhecidas.
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    Caracterização de pescarias de espinhel em Santa Catarina, Brasil
    (2013) MAÇANEIRO, L.; BRITTO, M.; GIFFONI, B.; SALES, G.; FIEDLER, F.; NASCIMENTO, C.; OLIVEIRA JR, N.
    Desde a década de 90 a pesca é apontada como a principal ameaça às populações de tartarugas marinhas (National Research Council, 1990; Lewinson, 2004; Wallace et al., 2013). Para fazer frente a este problema, desde 2001 o Projeto Tamar desenvolve ações para identificar, quantificar e mitigar as capturas incidentais de tartarugas marinhas nas diferentes pescarias.
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    Monitoramento da pesca de currico e espinhel de superfície na localidade de Itaipava/ES e sua interação com tartarugas e aves marinhas.
    (2005) NEVES, T; STEIN, C. E; THOMÉ, J. C. A; LEITE JR, N. DE O
    Nos últimos anos é crescente a preocupação, no âmbito nacional e internacional, em avaliar a forte interação entre a conservação das tartarugas e aves marinhas e a atividade pesqueira (National Research Council, 1990; Lutcavage et al., 1997; Oravetz, 1999). Esta interação provoca a mortalidade de um número considerável de espécies de tartarugas e aves marinhas, algumas extremamente ameaçadas, além de prejuízos para a pesca, em função da queda da produtividade em relação às espécies-alvo e avarias nos petrechos afetados. Buscando reduzir os impactos causados por esta interação, o Projeto TAMAR desenvolveu o “Plano de Ação para a Redução da Captura Incidental de Tartarugas Marinhas pela Atividade Pesqueira” (Marcovaldi et al., 2002) e passou a atuar em parceria com o Instituto Albatroz que já vem realizando ações neste sentido desde 1991, visando a solução para a mortalidade de aves implantando medidas mitigadoras nas embarcações pesqueiras, educando pescadores e subsidiando medidas governamentais (www.projetoalbatroz.com.br). A modalidade de pesca de linha praticada com a utilização de espinhéis é responsável por grande parte das capturas incidentais de tartarugas e aves marinhas em todos os oceanos do mundo. O impacto destas capturas ainda é pouco conhecido, boa parte das tartarugas capturadas é devolvida ao mar ainda com vida pelos pescadores, mas a taxa de sobrevivência destes indivíduos após a soltura é desconhecida (Barata et al., 1998; Kotas et al., 2004). Estudos realizados através de anilhamento mostram que pelo menos cinco espécies de albatrozes e duas de petréis usam a ZEE brasileiro regularmente, onde eles são capturados pelos barcos que pescam com espinhel (Prince et al., 1992). Um importante fator a ser levado em conta é a possibilidade de adoção de sanções de mercados (ex: certificação a partir de critérios ambientais) ou de governos (ex: embargo ou moratória) para o pescado originário de áreas onde este tipo de captura incidental seja relevante. Como por exemplo, a iniciativa da Leatherback International Survival Conference, realizada em Pacific Grove (E.U.A) que em abril de 2002, decidiu por recomendar a moratória da pesca do espinhel para todo o Pacífico em função da captura incidental de tartarugas marinhas. No Brasil, encontra-se em fase de regulamentação através de Instrução Normativa, o Programa Nacional de Observador de Bordo da Frota Pesqueira (Pró-Bordo), implementado pelo Ministério do Meio Ambiente e Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, cujo objetivo é viabilizar o recrutamento, capacitação e operacionalização de observadores de bordo em embarcações pesqueiras, principalmente as que atuam com espinheis. No estado do Espírito Santo, a pesca de dourados, atuns e afins, com a utilização de espinheis é praticada principalmente na localidade de Itaipava, localizada no município de Itapemirim, região sul do estado. Esta comunidade se destaca por abrigar o maior número de pescadores, embarcações e de possuir uma produção anual acima de 2.500 ton, cerca de 20 % de toda a produção pesqueira do estado. A frota de linheiros de Itaipava destaca-se pelo tamanho das embarcações e alta produção, colocando a comunidade como a primeira em produção pesqueira no estado (dados fornecidos pela Gerência Executiva do Ibama do Espírito Santo). A frota se especializou na pesca do dourado com a utilização do espinhel de superfície e eventualmente também utilizam o espinhel de meia-água e de fundo.
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    Nonlethal capture of green sea turtles (Chelonia mydas) in fishing weirs as an opportunity for population studies and conservation
    (Marine Environmental Research, 2021) Lima, Eduardo H.S.M. et al.
    Green sea turtles (Chelonia mydas) switch habitats during their development, moving from pelagic to neritic areas and then commuting between nesting and foraging grounds during adulthood. Due to their predominantly coastal habitats, they are under a range of anthropogenic threats. We monitored turtles incidentally captured in fishing weirs in Cear´ a state, northeastern Brazil, over a decade and provided an overview of capture rates in the fishery during previous decades. Between 2008 and 2018, 2335 captures were recorded, 76% were only once. Most recaptures (86%) occurred up to six months after the first capture, with a mean growth rate of 6.7 ± 3.6 cm year− 1 . Capture rates varied between years, with the highest rates during the historical period, peaking in 1962 (0.16 turtles day weir− 1 ). Between 2008 and 2018, the daily capture rate was 0.07 turtles day weir− 1 . Similar to other areas, the use of turtles as a fishery resource seems to have reduced population sizes in the Atlantic Ocean. On the other hand, the intensive monitoring of local weirs provided an opportunity to mobilize the community regarding their conservation, which in turn could have supported the recovery of turtles from a number of distant colonies. The relatively constant and year-round capture of green sea turtles reflects the presence of individuals from different rookeries and demonstrates the importance of the region as a developmental ground for juveniles from different nesting areas, with high growth rates compared with other feeding areas. Partnership with local fishermen and the long-term monitoring of passive nonlethal fishing weirs are key tools in supporting sea turtle conservation.
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    Boletim Centro Tamar:
    (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2020-10) Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas e da Biodiversidade Marinha do Leste (TAMAR)