GEOESPELEOLOGIA

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    ESTUDOS DE VALES SECOS EM ÁREAS CÁRSTICAS: REVISÃO E POSSIBILIDADES
    (2022-06) Nogueira, Adivane Morais; Uagoda, Rogério; Caldeira, Dandara
    O carste apresenta regiões de conexões entre os sistemas fluviais e cársticos o fluviocarste, dispondo de feições típicas, como os vales secos. Tais feições vêm sendo estudadas de diversas formas para contribuir no entendimento da dinâmica geomorfológica do carste. Este estudo visa fazer uma revisão sobre vales secos em sistemas cársticos, tendo em vista observar o potencial científico destas áreas para diversas aplicabilidades. A revisão utilizou como principal forma de busca a plataforma Web Of Science (todas as bases), abrangendo o período entre 1945-2020, que abordavam sobre tais feições, com o uso das seguintes palavras-chave: karstic valley, dry valleys, blind valley, relict valley, ancient valley, fossil valley, solution valley, paleovalley e paleokarst valley, resultando em vinte e sete trabalhos, com diversas propostas de análise, evidenciando os fatores envolvidos na dinâmica fluviocárstica. O levantamento permite observar que são poucos estudos considerando a extensão de ocorrência de rochas carbonáticas no mundo, havendo concentração das pesquisas no continente europeu. No Brasil, apesar de dispor de regiões carbonáticas e das várias áreas mapeadas com ocorrência de cavernas, principalmente no bioma Cerrado, não há pesquisas sobre o tema, mesmo que viabilizem a identificação dos fatores que influenciam evoluções dos sistemas fluviocársticos.
  • Solos Em Carste Tropical, Desenvolvimento Pedogenético E Comportamento Hidrológico: Uma Revisão Teórica
    (2021) da Silva Nunes, José Gustavo; Uagoda, Rogério
    Este trabalho teve como objetivo reunir informações sobre comportamento pedogenético e hidrológico em áreas de rochas carbonáticas de clima tropical. A execução desta pesquisa foi embasada em artigos científicos indexados, nacionais e internacionais, como também em livros, teses e dissertações relevantes para o tema proposto. O solo é um sistema multifásico, e os seus aspectos morfológicos e constitucionais atuam facilitando ou dificultando a permeabilidade da água, assim cada horizonte pedológico funciona como um mecanismo em um mesmo perfil de solo. Os fatores físicos/químicos da água também atuarão contribuindo para a classificação dos grupos hidrológicos de solo. No Brasil, a Embrapa realizou classificações dos horizontes diagnósticos, dos grupos hidrológicos e dos tipos de solos, baseada em autores internacionais, adaptadas às condições tropicais. Mas as áreas cársticas, que representam um percentual de 20% da superfície terrestre, podem apresentar condições particulares para a formação de solo e para o comportamento hidrológico, podendo incluir zonas locais de alta permeabilidade, fuga de água subterrânea e eliminação de resíduos insatisfatórios. Solos de ambientes cársticos são mal desenvolvidos, apresentam argilas avermelhadas de baixa atividade normalmente. No Brasil os estudos deste tipo de ambiente são escassos, mas alguns trabalhos desenvolvidos em áreas cársticas trazem algumas informações básicas sobre os solos. As pesquisas encontradas que trouxeram informações dos solos em carstes, foram plotadas no mapa brasileiro. A pesquisa demonstrou que há um gap de informações para o desenvolvimento pedológico em áreas cársticas, mas é possível fazer associações entre estas classes de solo a outros ambientes, incluindo o comportamento hidrológico.