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    Caracterização das pescarias com espinhel pelágico que interagem com tartarugas marinhas no Brasil.
    (2005) COLUCHI, R.;; GIFFONI, B.B.;; SALES, G.;; CONSULIM, C.E.N.;; FIEDLER, F.N.;; LEITE JR., N.O.L.; PEPPES, F.
    A pesca com espinhel pelágico no Brasil se iniciou na região nordeste em 1956, com a introdução de embarcações japonesas que buscavam explorar estoques de atuns (Thunnus spp.) em águas do oceano Atlântico Equatorial (Hazin et al., 1998). Em 1959 a frota sediada no porto de Recife - PE, já totalizava 12 embarcações (Paiva & Le Gall, 1975), que utilizavam segmentos de cabos multifilamento para comporem a linha principal do aparelho de pesca e peixes como isca. A utilização do espinhel em nylon monofilamento, direcionado à captura do espadarte (Xiphias gladius), com atratores luminosos e lulas como isca, foi introduzido em 1994 em poucas embarcações sediadas em Santos-SP (Arfelli, 1996). Com isso, uma grande quantidade desses barcos migrou para as regiões S/SE, compondo na década de 90 os maiores portos pesqueiros do país (Amorim et al., 2002).
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    Monitoramento da pesca de currico e espinhel de superfície na localidade de Itaipava/ES e sua interação com tartarugas e aves marinhas.
    (2005) LEITE JR., N.O.; STEIN, C.E.; THOMÉ, J. C.A.; NEVES, T
    Nos últimos anos é crescente a preocupação, no âmbito nacional e internacional, em avaliar a forte interação entre a conservação das tartarugas e aves marinhas e a atividade pesqueira (National Research Council, 1990; Lutcavage et al., 1997; Oravetz, 1999). Esta interação provoca a mortalidade de um número considerável de espécies de tartarugas e aves marinhas, algumas extremamente ameaçadas, além de prejuízos para a pesca, em função da queda da produtividade em relação às espécies-alvo e avarias nos petrechos afetados. Buscando reduzir os impactos causados por esta interação, o Projeto TAMAR desenvolveu o “Plano de Ação para a Redução da Captura Incidental de Tartarugas Marinhas pela Atividade Pesqueira” (Marcovaldi et al., 2002) e passou a atuar em parceria com o Instituto Albatroz que já vem realizando ações neste sentido desde 1991, visando a solução para a mortalidade de aves implantando medidas mitigadoras nas embarcações pesqueiras, educando pescadores e subsidiando medidas governamentais (www.projetoalbatroz.com.br).
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    REGISTROS DE PREDAÇÃO DE DESOVAS DE TARTARUGAS MARINHAS NAS PRAIAS ENTRE O RIO DOCE E BARRA SECA, LINHARES, ES
    (1991) ALMEIDA, A.de P.L; BELLINI, C.
    Os trabalhos desenvolvidos pelo CENTRO TAMAR-IBAMA nas praias entre o Rio Doce e Barra Seca protegeram 428 desovas de tartarugas marinhas das espécies Caretta caretta (411), Dermochelys coriacea (13), Eretmochelys imbricata (2) e Lepidochelys olivacea (2), entre setembro de 1989 e março 1990
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    DESENVOLVIMENTO DE ÁREAS LITORÂNEAS QUE CONSTITUEM SÍTIOS REPRODUTIVOS DE TARTARUGAS MARINHAS
    (1991) BELLINI, C
    O presente trabalho vem em complemento ao anterior, “Desenvolvimento de Áreas Litorâneas que Constituem Sítios Reprodutivos de Tartarugas Marinhas – Um exemplo para o Estado do Espírito Santo. I. Análise dos impactos”, e objetiva relacionar as medidas necessárias para minimizar os efeitos causados pelos impactos antrópicos nos sítios de reprodução de tartarugas marinhas, utilizando como exemplo a implantação de um loteamento na zona costeira do município de Linhares, ES.
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    ANÁLISE COMPARATIVA DA ECLOSÃO EM NINHOS DE TARTARUGAS MARINHAS TRANSFERIDOS E in situ, NAS PRAIAS ENTRE O RIO DOCE E A BARRA SECA, ES1 .
    (1991) BELLINI, C; ALMEIDA, A. de P. L. S
    A transferência de desovas de tartarugas marinhas para cercados de incubação é um procedimento largamente utilizado em programas de proteção e manejo em todo o mundo. Diversos estudos, entretanto, mostram que as taxas de eclosão são significativamente maiores nas desovas mantidas em in situ, tornando-nas o parâmetro ideal para a comparação da eficiência do manejo biológico destes animais.
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    Estudo de juvenis de tartarugas marinhas (Eretmochelys imbricata e Chelonia mydas) no Arquipélago de Fernando de Noronha, Brasil
    (1998) SANCHES, T. M.; BELLINI, C.
    O Arquipélago de Fernando de Noronha é uma das 22 áreas de monitoramento do Projeto TAMAR, criado em 1980 para proteger e pesquisar as cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil (Marcovaldi, Marcovaldi, 1985). Desde 1984, as temporadas reprodutivas de Chelonia mydas (C.m.) são acompanhadas no arquipélago e, em 1987, teve início o estudo da população residente de juvenis desta espécie e de Eretmochelys imbricata (E.i.), que residem no arquipélago (Bellini, Sanches, 1996). Embora a implantação desta Base tenha passado por dificuldades por estar situada distante da costa, em 1992, o estudo foi sistematizado, adequando-se a ficha de campo e o Banco de Dados utilizado também em outros pontos do país (Marcovaldi et al., 1998).
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    IMPACTOS SOBRE TARTARUGAS MARINHAS CAUSADOS POR EXPLOSÕES
    (1998) SANCHES, T.M.; BELLINI, C
    Impactos causados por detonações de explosivos sobre organismos marinhos são pouco conhecidos. Especificamente sobre tartarugas marinhas, estudos referem-se sobre submarinas em plataformas de petróleo, as quais foram relacionadas à mortalidade destes animais devido à desorientação, perda do controle motor e hemorragias, além da mortalidade de mamíferos marinhos e inúmeras espécies de peixes.
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    Temporadas reprodutivas da tartaruga marinha Chelonia mydas no Atol das Rocas, RN, Brasil
    (1998) BELLINI, C.; SANCHES, T. M.
    As temporadas reprodutivas de Chelonia mydas (C.m.) iniciam, geralmente, em Dezembro quando aparecem os primeiros grupos de tartarugas adultas para o acasalamento, e se estendem até Julho quando eclodem os últimos ninhos. O Projeto TAMAR foi criado em 1980 e desde 1982 (Kawakami & Savaget, 1982), vem acompanhando as temporadas no Atol das Rocas, o qual abriga a segunda colônia de C.m. no Atlântico Sul Ocidental (Bellini et al., 1996). Além desta, a reprodução de C.m. acontece em outras áreas oceânicas do Brasil: Ilha da Trindade/ES (Moreira et al., 1995) e Fernando de Noronha/PE (Bellini & Sanches, 1996 a). Apesar de o atol ter sido decretado como Reserva Biológica em 1979 - a primeira Unidade de Conservação marinha no país - apenas em 1991 começou a ser efetivada a implantação pelo IBAMA. A partir de então, o Projeto TAMAR, além de outros pesquisadores, puderam desenvolver atividades mais constantes e estudos mais sistematizados. Em 1998, porém, devido à restruturação das atividades de manejo nas 22 Bases de trabalho e à contenção de gastos, o Projeto TAMAR precisou paralisar o monitoramento em algumas áreas de reprodução, entre elas, o Atol das Rocas foi escolhido por abrigar uma das populações de tartarugas marinhas menos ameaçadas do país. O presente artigo apresenta, sinteticamente, alguns dados e resultados obtidos durante as expedições de 1981/82, 1985/86 e 1989/90 e nas temporadas monitoradas a partir de 1991 a 1997.