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    Áreas Estratégicas para a Conservação de Aves Limícolas na Costa Brasileira
    (Revista Costas, 2022) Paludo, Danielle; Marcelino, Ana Maria Teixeira; Telino Júnior, Wallace Rodrigues; Perello, Luis Fernando; Petry, Maria Virginia; Mobley, Jason Alan; Arantes, Murilo Sergio
    As aves limícolas contemplam diversas espécies associadas às áreas úmidas, muitas das quais migratórias, que são extre-mamente dependentes da Zona Costeira. Concentram-se nos ambientes costeiros para descanso e forrageio durante o seu ciclo migratório, ou para reprodução no caso das espécies residentes. O desenvolvimento das atividades socioeconô-micas no litoral vem resultando em ameaças às aves e na degradação dos seus habitats, levando ao declínio populacional acentuado de muitas espécies. Diferentes esforços internacionais e nacionais vêm buscando incluir ações para a sua conservação no planejamento territorial. No Brasil o Plano Nacional para a Conservação (PAN) das Aves Limícolas Migratórias identificou 43 áreas estratégicas para atuação prioritária até o ano de 2024, período do seu segundo ciclo de implementação. Neste trabalho propomos que as áreas estratégicas sejam especialmente consideradas no Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e nos Planos de Gestão Integrada. Descrevemos o histórico do PAN e critérios que levaram à identificação das áreas. Apresentamos as áreas estratégicas, contextualizando-as quanto à sua localização e principais ameaças. Defendemos a reunião de diferentes instrumentos de planejamento e políticas públicas que incidem sobre a conservação das aves e da zona costeira para destacar confluências e a pertinência da integração dos diversos planeja-mentos. Por fim recomendamos um conjunto de iniciativas que podem resultar em ganhos não somente para as aves limícolas mas também para toda a sociedade que usufrui dos serviços ecossistêmicos decorrentes de um território bem gerido sob o ponto de vista ambiental.
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    How do landscape and life history traits contribute to the threat context of Brazilian primates?
    (Animal Conservation, 2023) Matte, Ana L. L.; Buss, Gerson; Fialho, Marcos de Souza; Becker, Fernando G.; Jerusalinsky, Leandro; Lacerda, J. C. de; Santos, P. J. P.; Bezerra, Bruna
    Brazilian primates differ regarding landscape characteristics within their ranges (e.g. habitat availability) and life-history traits (e.g. body size). These landscape and life history attributes may be related to extinction risk. Here, we verified how such attributes correlate with primate threat categories. We considered 124 Brazilian primates based on the 2014 Brazilian list of threatened (Critically Endangered, Endangered and Vulnerable) and non-threatened (Least Concern and Near Threatened) species. We then characterized their landscape (i.e. habitat availability, habitat loss and fragmentation, indigenous lands, roads, urban areas, deforestation arch) and life-history attributes (i.e. body weight, gestation length and generation time), which together make up the threat context for each threat category. We compared threat categories to identify differences in such attributes, considering biome (Atlantic Forest, Amazon, Caatinga and Cerrado) as a factor and testing for phylogenetic effect. We investigated the attributes responsible for group characterization for specific threats and binary threatened/non-threatened categories. We show that life history and landscape attributes differ in the biomes. However, only landscape features varied across biomes. In the Amazon, the threatened categories reached the highest level of habitat loss in the last 30 years, while in the Atlantic Forest, the landscape of threatened species had the highest proportions of roads and urban areas. Most threatened species landscapes in the Caatinga and Cerrado were highly fragmented. We found a positive link between human impacts and extinction risk in the Amazon. In the other biomes, anthropogenic landscape characteristics were associated with threatened and non-threatened species. Threatened species tended to have large bodies and a slow life history, regardless of the biome. The more closely related the species, the more similar the traits. We suggest considering biomes and threat categories together with specific landscape and life history attributes to distinguish primate threat context for species conservation priority-setting.
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    A Conservação da Ararinha-azul, Cyanopsitta spixii (Wagler, 1832): Desafios e conquistas
    (Biodiversidade Brasileira, 2021) Lugarini, Camile; Vercillo, Ugo Eichler; Purchase, Cromwell; Watson, Ryan
    A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é o único representante do seu gênero e hoje é considerada provavelmente extinta na natureza. O manejo ex situ é prioridade na estratégia de conservação desde o início da década de 90, sendo um exemplo de parceria público-privada de sucesso. Em 2017, finalmente, a população cativa alcançou a estabilidade com 152 indivíduos, possibilitando planejar as ações de reintrodução. Além disso, duas unidades de conservação foram criadas para propiciar a recuperação da espécie no ambiente natural, e, em 2020, 52 ararinhas-azuis foram repatriadas para um Centro de Reprodução e Reintrodução no interior do Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha Azul. Aproximadamente 20 ararinhas-azuis estão em adaptação para o início da reintrodução e restabelecimento da população na área de distribuição histórica. Estamos perto de devolver a espécie para o seu ambiente natural, de onde nunca deveria ter sido extirpada.