Navegando por Assunto "Vulnerabilidade"
Agora exibindo 1 - 8 de 8
- Resultados por Página
- Opções de Ordenação
Item Análise Preliminar dos Mapas de Vulnerabilidade do Patrimônio Espeleológico para as Áreas Cársticas Prioritárias da Região de Abrangência do PAN Cavernas do São Francisco(Revista Brasileira de Espeleologia, 2014) Gomes, Mauro; Jansen, Débora Campos; Santos, Darcy José; Cavalcanti, Lindalva FerreiraItem AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE INTRÍNSECA DO AQUÍFERO CÁRSTICO DA APA DE LAGOA SANTA, MG, UTILIZANDO O MÉTODO COP(2016-05-25) Tayer, Thiaggo de Castro; Velasquez, Leila Nunes MenegasseO presente estudo utilizou o método COP e a tecnologia GIS para investigar a vulnerabilidade intrínseca do aquífero não confinado da unidade de proteção ambiental Carste de Lagoa Santa, localizada no Estado de Minas Gerais, Brasil. O Carste de Lagoa Santa é de grande importância pelo elevado número de ocorrências relacionadas à paleontologia, à arqueologia e à espeleologia do Brasil. É uma região que depende quase totalmente das águas subterrâneas e sofre pressão pelo desenvolvimento econômico desordenado. Assim, é fundamental identificar as áreas mais vulneráveis onde a infiltração de contaminantes é facilitada. O principal objetivo deste estudo foi o de gerar um mapa de vulnerabilidade intrínseca do aquífero cárstico à contaminação (escala 1: 50.000) para subsidiar a implantação de uma rede de monitoramento das águas subterrâneas na área e auxiliar na gestão consciente dos recursos hídricos subterrâneos. O índice de vulnerabilidade foi avaliado pela análise de parâmetros do modelo COP através de técnicas de geoprocessamento. No entanto, a fim de adaptar o método às condições da área estudada, mudanças na estrutura e nos valores de parâmetros de entrada (litologia e declividade/vegetação) foram necessários. Os resultados apontaram cinco categorias de vulnerabilidade à contaminação das águas subterrâneas: muito alta (7,66%), alta (3,29%), moderada (58,77%), baixa (15,78%) e muito baixa (14,5%). Apesar do baixo percentual dos níveis de vulnerabilidade alto e muito alto, as áreas enquadradas nessas categorias devem ser especialmente consideradas pelos gestores ambientais devido à forte relação entre água superficial e subterrânea na área.- Avaliação Multicritério da Vulnerabilidade Ambiental e Natural na Identificação de Áreas Prioritárias para Conservação do Patrimônio Espeleológico(Pesquisas em Turismo e Paisagens Cársticas, 2014) Santos, Darcy José; Ruchkys, Úrsula; Gomes, Mauro
Item Mapa de Uso do Solo e Cobertura Vegetal da Área 8 (Peruaçu–Montes Claros) do Projeto de Monitoramento e Avaliação de Impactos sobre o Patrimônio Espeleológico - 1ª Aproximação(Revista Brasileira de Espeleologia, 2013) Gomes, Mauro; Santos, Darcy José; Jansen, Débora CamposItem Mapa de Vulnerabilidade Natural do Patrimônio Espeleológico da Região de Abrangência do PAN Cavernas do São Francisco(Revista Brasileira de Espeleologia, 2014) Jansen, Débora Campos; Gomes, Mauro; Santos, Darcy José; Cavalcanti, Lindalva FerreiraItem Vulnerabilidade dos troglóbios á perturbações ambientais(Espeleo - Tema, 1986) Trajano, EleonoraItem Vulnerabilidade intrínseca à contaminação do Aquífero Bambuí, Oeste da Bahia(2021-02-05) Carvalho de Jesus, Tarsila; Bastos Leal, Luiz RogérioAquíferos cársticos são, naturalmente, sensíveis à contaminação. Suas características intrínsecas, que os tornam mais vulneráveis, e demandam o uso de metodologias adaptadas para a avaliação da vulnerabilidade diante das peculiaridades do sistema. Dentre essas características pode-se citar: heterogeneidade e anisotropia dos aquíferos, solos rasos e recarga direta feita através de sumidouros e outras feições cársticas. Esse tema vem sendo cada vez mais aplicado mundialmente e no Brasil também se percebe o crescimento. Entretanto, no estado da Bahia essa cartografia ainda é pouco trabalhada, especialmente no aquífero cárstico que predomina no oeste do estado, pertencente ao grupo Bambuí. Este trabalho teve como objetivo utilizar dois métodos de avaliação de vulnerabilidade à contaminação, COP e PI, no aquífero cárstico Bambuí, bacia hidrográfica do rio Corrente. E também um mapeamento simplificado para parte do Grupo Bambuí na Bahia. Os modelos resultantes foram satisfatórios e servem como pontapé inicial nos estudos de vulnerabilidade do carste na área. Os resultados são apresentados em forma de dois artigos, que serão submetidos às revistas South America Earth Sciences e Environmental Earth Sciences respectivamente Karstic aquifers are naturally sensitive to contamination. Their intrinsic characteristics, which make them more vulnerable, demand the use of adapted methodologies for the vulnerability assessment of the peculiarities of the system. Among these characteristics we can mention: heterogeneity and anisotropy of the aquifers, shallow soils and direct recharge made through sinkholes and other karst features. This theme has been increasingly applied worldwide and in Brazil the growth is also perceived. However, in the state of Bahia this cartography is still little worked out, especially in the karst aquifer that predominates in the west of the state, belonging to the Bambuí group. This work aimed at using two methods of assessing vulnerability to contamination, COP and PI, in the karst aquifer Bambuí, at the Corrente river basin. And also a simplified mapping for part of the Bambuí Group in Bahia. The resulting models were satisfactory and serve as a kick-off for karst vulnerability studies in the area. The results are presented in the form of two articles, which will be submitted to South America Earth Sciences and Environmental Earth Sciences respectivelyItem Vulnerabilidade Natural do Patrimônio Espeleológico na Bacia do rio São Francisco(Universidade Federal de Minas Gerais, 2013-11) Jansen, Débora Campos; Gomes, Mauro; Santos, Darcy José; Cavalcanti, Lindalva Ferreira