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    Livro
    Conservando cavernas: quinze anos de espeleologia GEEP-Açungui
    (GEEP Açungui, 2001) Grupo de Estudos Espeleológicos do Paraná
    Este livro apresenta o trabalho do GEEP , como preservar, conservar as cavernas e seu entorno, contribuindo para a garantia dos preceitos constitucionais do País
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    Distrito espeleológico Iraquara - Bahia: Anteprojeto turístico
    (Prefeitura Municipal de Iraquara, 1993) Cardoso, José Aloísio
    Este documento apresenta a implantação de um projeto turístico no distrito espeleológico de Iraquara, criando infra-estrutura para visitação e preservação dos ecossistemas naturais e do patrimônio cultural
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    Capítulo de livro
    O Encontro dos Saberes na Perspectiva dos Pesquisadores
    (2021) Raseira, Marcelo Bassols; Balestra, Rafael Antônio Machado; Bernardes, Virginia Campos Diniz; Buss, Gerson; Fialho, Marcos de Souza; dos Reis, Yasmin Maria Sampaio; Souza, Jumara Marques; Prado, Marcio Uehara; IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas
    O Encontro dos Saberes na Perspectiva dos Pesquisadores é uma oportunidade de promover a interação e a troca de experiências entre a comunidade científica e a sociedade. A união entre a gestão ambiental e o conhecimento científico é fundamental para a conservação da biodiversidade. Os desafios logísticos na realização dos Encontros incluem a comunicação entre pesquisadores e organizadores, a escolha do local adequado e a consideração das condições da região amazônica. Durante os Encontros, a aproximação entre pesquisadores e comunitários pode ser facilitada por meio de elementos que façam conexão com o cotidiano das comunidades, como exposições de fotografias, maquetes e painéis informativos.
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    Estudo da Área de Influência da Gruta Tamboril, em atendimento ao Ofício 046/2006/IBAMA/CECAV
    (Spelayon Consultoria ME, 2008) Spelayon Consultoria ME
    Este documento apresenta o Estudo da Área de Influência da Gruta Tamboril com o objetivo de garantir a preservação e a integridade física da referida cavidade
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    Monografia
    A INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL ALIADA AO GEOTURISMO: UMA NOVA PERSPECTIVA SOBRE AS CAVERNAS ABERTAS À VISITAÇÃO TURÍSTICA DO CIRCUITO DO PIÃO, PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA, MG
    (2023-04-04) LOPES, MARIA ISIDORA RODRIGUES; Paula, Suzana Fernandes de; Bedim, Bruno Pereira; Braga, Solano de Souza
    Tendo em vista do crescente interesse por atividades turísticas em ambientes naturais, este estudo tem como objetivo explorar como o geoturismo pode colaborar para a interpretação ambiental e promover ações de preservação e conscientização entre o público que frequenta esses locais, especialmente as cavernas. Para isso, é importante oferecer orientações adequadas para visitação das cavidades, a fim de minimizar impactos ambientais, bem como divulgar as características e peculiaridades da sua formação, incentivando práticas mais sustentáveis durante as atividades turísticas. Nesse sentido, adota-se uma abordagem exploratória descritiva, que visa implantar placas informativas geoturísticas na entrada das cavernas do Circuito do Pião, localizadas no Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais. A finalidade é proporcionar aos turistas uma compreensão mais abrangente e detalhada das cavernas, a fim de enriquecer a experiência de visita e promover estudos mais detalhados sobre esta nova modalidade denominada como geoturismo.
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    Levantamento Espeleológico da Área de Proteção Ambiental APA Cavernas do Peruaçu: Subsídios para o plano de manejo
    (Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas, 1999) Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas
    O objetivo geral que se busca atingir é a proposição de medidas para conservação, preservação e manejo do acervo espeleológico do vale do Peruaçu
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    Texto publicado em jornal
    PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL DE TASSO FRAGOSO-MA, POTENCIALIDADE E ALTERNATIVA GEOTURÍSTICA/ HISTORICAL-CULTURAL HERITAGE OF TASSO FRAGOSO-MA, POTENTIALITI AND GEOTURISTIC ALTERNATIVE
    (2021) Cavalcante Morais, Antonia Rejane; de Castro, Claudio Eduardo; Leal Pinheiro, Elison André; Cunha Marques, Maíra
    O município de Tasso Fragoso – MA apresenta fatores naturais de grande importância em Geodiversidade, que devem ser monitorados como auxílio à preservação do ambiente natural, com características fisionômicas como Estruturas Geológicas e Espeleológicas, a Fauna e a Flora, além de elementos histórico-culturais como registros ancestrais arqueológicos (inscrições e pinturas rupestres e fósseis), constituídas como herança de valor cultural destas e das futuras civilizações. É importante que conduzamos o reconhecimento de sua existência, por meio de registros junto aos seguintes órgãos: Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (CECAV), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), entre outras instituições. Estes elementos podem ser considerados Patrimônio, aos quais devem ser geridos e monitorados para fins científicos, histórico-culturais e turísticos. Este artigo apresenta como resultado uma extensa e preservada diversidade desses elementos no município, como por exemplo, estruturas de diferentes fisionomias geomorfológicas, conduzidas por uma íngreme ruptura das vertentes ao longo dos vales com paredões areníticos, que além de representar uma beleza cênica, possibilitam a existência de vida e uso humano para práticas de lazer, cultural e científica. Talvez o fator preponderante para a patrimonialização cultural resida no uso da Geodiversidade pelos ancestrais humanos que ali viveram, o qual, entre árvores fossilizadas, cavernas, a fauna e a flora do cerrado, inscreveram nas paredes areníticas, nas cavernas que os abrigavam, os sinais arqueológicos de seu tempo.
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    Relatório de consolidação para diagnosticar as condições atuais e viabilidade das grutas estudadas nos produtos anteriores, frente a preservação das mesmas com ênfase na geologia
    (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, 2005) Fiori, Joyce Pinheiro de Oliveira
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    Artigo
    Restingas: ser ou não ser, eis a questão...
    (2011) Pereira, M.L.M.; Souza, K. I. S.; Vieira, C.V.
    A falta de padronização das terminologias das feições costeiras no Brasil não é problema recente (GUERRA & CUNHA, 1992). O termo restinga, por exemplo, tem sido ponto de diversas controvérsias e conflitos na gestão territorial do litoral brasileiro, apresentando diferentes significados em diversos ramos das ciências naturais (LACERDA et al, 1984; SOUZA et al, 2009). Conforme citam SOUZA et al (op cit), cotidianamente conflitos e divergências técnicas têm ocorrido quando da caracterização da restinga protegida por lei, para fins de enquadramento das Áreas de Preservação Permanente, com utilização de um dos diversos conceitos geológicos (monodisciplinar) de restinga, homônimo ao conceito legal e sistêmico apresentado na normativa, para descaracterizar a proteção legal de áreas específicas. Após a publicação da Resolução CONAMA n° 303 (BRASIL, 2002), com definições de Áreas de Preservação Permanente (APP) associadas ao ambiente de restinga, o termo se tornou mais polêmico e teve seu interesse renovado, por passar a representar um ambiente de restrição de uso em uma importante e extensa faixa litorânea e de interesse imobiliário. Tal normativa determina a proteção desse ambiente em duas situações: em faixa mínima de trezentos metros, medidos a partir da linha de preamar máxima; e em qualquer localização ou extensão, quando recoberta por vegetação com função fixadora de dunas ou estabilizadora de mangues. Em sua redação, restinga é clara e objetivamente caracterizada como: “depósito arenoso paralelo a linha da costa, de forma geralmente alongada, produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades que recebem influência marinha, também consideradas comunidades edáficas por dependerem mais da natureza do substrato do que do clima. A cobertura vegetal nas restingas ocorre em mosaico, e encontra-se em praias, cordões arenosos, dunas e depressões, apresentando, de acordo com o estágio sucessional, estrato herbáceo, arbustivos e arbóreo, este último mais interiorizado.”

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