Navegando por Assunto "Ecossistema"
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Item Bat guano ecosystems a new classification and some considerations with special references to neotropical data(Memoires de Biospéologie, 1992) Gnaspini, Pedro- Caracterização ambiental e mapeamento das interferências antrópicas na região do ecossistema rio-lagoa Monsarás, Povoação, Linhares, ES.(1990) BELLINI, C; MARTINS, F. S; THOMÉ, J. C. A.; MOREIRA, L. M. de P; SÁ, S. S. de.O litoral do Estado do Espirito Santo sofreu durante últimas décadas modificações bruscas nos seus ecossistemas originais. A necessidade de desenvolvimento de algumas áreas, a falta de planejamento ambiental, ocupação, desenvolvimento de atividades extrativistas, utilização inadequada do uso e cobertura do solo, entre outros, aceleraram a degradação dos ecossistemas litorâneos. O litoral sul do Estado- excetuando poucas áreas ainda. preservadas, pelas características geomorfológicas naturais- formando praias e enseadas protegidas de inegável beleza, foi primeiramente utilizada para parcelamento do solo e ocupada. Muitas áreas foram modificadas sem se processar a ocupação, evidenciando uma falta de planejamento ambiental. O litoral norte do Estado- em contraste, devido a balneabilidade de suas praias, associada a dificuldade de favoreceram a conservação de alguns ambientes. A maioria destes ambientes localizam-se sobre a Planície Costeira do Rio Doce, sendo que a região compreendida entre Barra do Riacho até Barra Nova foi a mais preservada. 0 ecossistema em estudo localiza-se ao norte da Foz do rio Doce, próximo a vila de Povoação, município de Linhares, E... constitui-se num destes ambientes. A atividade cacaueira, sobre os aluviões construídos pelo rio Doce, presente no ecossistema rio-lagoa Monsaras, foi fator condicionante para manutenção de remanescentes destas florestas, e uma grande cobertura vegetal natural em consorcio com uma atividade agrícola. As restingas instaladas sobre as areias quartzosas marinhas foram quase totalmente substituídas pela atividade de pecuária, excluindo algumas áreas isoladas e a beira da praia. A região é produtora de óleo, cortada por gasoduto oleoduto, possui extensos depósitos de areia mineralizada (depositos de placers marinhos), sofreu diversas obras de drenagem, possui pequena área de gleba e uma destinada para futuro parcelamento do solo. O presente trabalho tem como objetivos: a caracterização dos diferentes ambientes encontrados; o seu condicionamento natural; levantamento da atual cobertura vegetal; mapeamento das atividades antrópicas; definição preliminar para a sua utilização racional e atualização de bases cartográficas com vistas a produção de material básico para fiscalização de Áreas de Preservação Permanente (Lei 4.771/65) e Reservas Ecológicas (Lei 6938/81 e RESOLUÇÃO CONAMA nº 004/85).
Item Cavernas Investigando o Meio Ambiente(Ática, 2002) Domingos, Mario D.Este é um dos numerosos volumes da série Investigando, com linguagem clara, precisa, direta e jornalística. Trata-se sobre a vida nas cavernas, como se formam, seus ecossistemas, fatores ambientaisItem Observações preliminares sobre o ecossistema da Gruta Olhos D' Água, Itacarambi, MG(Espeleo - Tema, 1986) Chaimowicz, FlávioItem Restingas: ser ou não ser, eis a questão...(2011) Pereira, M.L.M.; Souza, K. I. S.; Vieira, C.V.A falta de padronização das terminologias das feições costeiras no Brasil não é problema recente (GUERRA & CUNHA, 1992). O termo restinga, por exemplo, tem sido ponto de diversas controvérsias e conflitos na gestão territorial do litoral brasileiro, apresentando diferentes significados em diversos ramos das ciências naturais (LACERDA et al, 1984; SOUZA et al, 2009). Conforme citam SOUZA et al (op cit), cotidianamente conflitos e divergências técnicas têm ocorrido quando da caracterização da restinga protegida por lei, para fins de enquadramento das Áreas de Preservação Permanente, com utilização de um dos diversos conceitos geológicos (monodisciplinar) de restinga, homônimo ao conceito legal e sistêmico apresentado na normativa, para descaracterizar a proteção legal de áreas específicas. Após a publicação da Resolução CONAMA n° 303 (BRASIL, 2002), com definições de Áreas de Preservação Permanente (APP) associadas ao ambiente de restinga, o termo se tornou mais polêmico e teve seu interesse renovado, por passar a representar um ambiente de restrição de uso em uma importante e extensa faixa litorânea e de interesse imobiliário. Tal normativa determina a proteção desse ambiente em duas situações: em faixa mínima de trezentos metros, medidos a partir da linha de preamar máxima; e em qualquer localização ou extensão, quando recoberta por vegetação com função fixadora de dunas ou estabilizadora de mangues. Em sua redação, restinga é clara e objetivamente caracterizada como: “depósito arenoso paralelo a linha da costa, de forma geralmente alongada, produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades que recebem influência marinha, também consideradas comunidades edáficas por dependerem mais da natureza do substrato do que do clima. A cobertura vegetal nas restingas ocorre em mosaico, e encontra-se em praias, cordões arenosos, dunas e depressões, apresentando, de acordo com o estágio sucessional, estrato herbáceo, arbustivos e arbóreo, este último mais interiorizado.”