Navegando por Assunto "Aves oceânicas"
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- Aves marinhas encontradas na costa brasileira: quais são seus valores hematológicos e bioquímicos séricos de referência para orientar decisões de manejo, soltura após reabilitação e avaliação da saúde das populações de espécies ameaçadas?(2020) Rezende, Saloá Teixeira; Serafini, Patricia Pereira Serafini; Meure, Rafael; Sandri, Sandro; Kolesnikovas, Cristiane K. M.O litoral brasileiro abriga uma importante diversidade de espécies de aves marinhas costeiras e oceânicas. Apesar dessa diversidade, entretanto, muitas lacunas de informação acerca dessas aves permanecem. A escassez de valores hematológicos e bioquímicos séricos de referência para aves marinhas em reabilitação é uma delas. A hematologia é uma ferramenta fundamental para a detecção precoce de doenças em aves, mesmo quando não há sinais clínicos, enquanto que a bioquímica fornece subsídios para a interpretação do funcionamento hepático, renal, pancreático, ósseo e muscular das aves. Juntas, essas análises são essenciais para o conhecimento do estado geral, diagnóstico e para decisões sobre manutenção, reabilitação ou soltura das aves. Porém, devido à falta de valores de referência, os critérios usados para a liberação desses animais, em geral, são provenientes de estudos com aves domésticas. Essa escassez de dados é especialmente evidente para as aves da ordem Procellariiforme, mesmo que ao menos 40 espécies dessa ordem se alimentem em águas brasileiras. Assim, consciente dessa carência para aves marinhas, o presente trabalho procurou estabelecer valores de referência para os Procellariiformes e para Fregata magnificens (ordem Suliforme), ave marinha muito frequente no litoral brasileiro. As amostras utilizadas foram obtidas a partir de Procellariiformes considerados aptos para a soltura após serem encontrados em praias brasileiras e encaminhados para um período de reabilitação pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobrás/Bacia de Santos (PMP-BS) de junho de 2016 a maio de 2019. As amostras de Fregata magnificens seguiram esse mesmo padrão, contudo, foram obtidas apenas de aves de Florianópolis (Santa Catarina). As amostras de sangue foram colhidas por venopunção da veia ulnar ou da veia jugular.
Item Phthalate esters (plasticizers) in the uropygial gland and their relationship to plastics ingestion in seabirds along the coast of Espírito Santo, Eastern Brazil(Journal of Zoo and Wildlife Medicine, 2023) Vanstreels, Ralph E. T.; Piccinin, Isadora N. L.; Maraschin, Marcelo; Gallo, Luciana; Serafini, Patricia; Pereira, Alice; Santos, Allan P.; Egert, Leandro; Uhart, Marcela M.Item Staphylococcus sciuri as a Reservoir of mecA to Staphylococcus aureus in Non-Migratory Seabirds from a Remote Oceanic Island(Microbial Drug Resistance, 2021) Saraiva, Mauro de Mesquita Souza; de Leon, Candice Maria Cardoso Gomes; Silva, Núbia Michelle Vieira da; Raso, Tânia Freitas; Serafini, Patricia Pereira; Givisiez, Patricia Emilia Naves; Gebreyes, Wondwossen Abebe; Oliveira, Celso José Bruno deAim: Genomic analysis of a methicillin-resistant Staphylococcus aureus (MRSA) strain cultured from a non-migratory seabird at Fernando de Noronha Archipelago (Brazilian oceanic islands) was carried out to investigate the potential origin of MRSA genetic determinants in an ecological setting with minimal or absent antimicrobial selective pressure, and minimal interaction with humans and domestic animals. Results: The study determined mecA gene homology and the phylogenetic relatedness with mecA described in Staphylococcus sciuri, which was the major Staphylococcus spp. cultured from the birds. Our findings corroborate in silico assumptions that the mecA gene in MRSA strains clinically relevant for humans and animals originates from S. sciuri ancestors. Conclusion: Coagulase-negative staphylococci seem to be natural reservoirs of methicillin-resistant genes to S. aureus, even in environments with very low antimicrobial selection pressure.