Navegando por Autor "THOMÉ, J. C. A."
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- Avaliação do Estado de Conservação da Tartaruga Marinha Dermochelys coriacea (Vandelli, 1761) no Brasil.(2011-04-02) ALMEIDA, A.de P.; THOMÉ, J. C. A.; BAPTISTOTTE, C.; MARCOVALDI, M. Â.; SANTOS, A. S. dos; LOPEZ, Milagros.
- AVALIAÇÃO INICIAL DOS IMPACTOS DA PLUMA DE REJEITOS DA SAMARCO NOS AMBIENTES ESTUARINOS, COSTEIROS E MARINHOS(2016-06-02) THOMÉ, J. C. A.; MARTINI, E. A. D.; LEITE JUNIOR, N. O.O rompimento da barragem de rejeitos de mineração da mineradora Samarco, ocorrido dia 5 de novembro de 2015, em Mariana (MG), foi considerado um dos maiores senão o maior desastre ambiental da história do Brasil (PISKE, 2016). Neste trabalho, abordaremos brevemente a importância ambiental e social das áreas estuarinas, costeiras e marinhas afetadas pelo desastre da Samarco, apresentando em seguida um resumo das atividades e resultados de monitoramento dos impactos do desastre.
- Caracterização ambiental e mapeamento das interferências antrópicas na região do ecossistema rio-lagoa Monsarás, Povoação, Linhares, ES.(1990) BELLINI, C; MARTINS, F. S; THOMÉ, J. C. A.; MOREIRA, L. M. de P; SÁ, S. S. de.O litoral do Estado do Espirito Santo sofreu durante últimas décadas modificações bruscas nos seus ecossistemas originais. A necessidade de desenvolvimento de algumas áreas, a falta de planejamento ambiental, ocupação, desenvolvimento de atividades extrativistas, utilização inadequada do uso e cobertura do solo, entre outros, aceleraram a degradação dos ecossistemas litorâneos. O litoral sul do Estado- excetuando poucas áreas ainda. preservadas, pelas características geomorfológicas naturais- formando praias e enseadas protegidas de inegável beleza, foi primeiramente utilizada para parcelamento do solo e ocupada. Muitas áreas foram modificadas sem se processar a ocupação, evidenciando uma falta de planejamento ambiental. O litoral norte do Estado- em contraste, devido a balneabilidade de suas praias, associada a dificuldade de favoreceram a conservação de alguns ambientes. A maioria destes ambientes localizam-se sobre a Planície Costeira do Rio Doce, sendo que a região compreendida entre Barra do Riacho até Barra Nova foi a mais preservada. 0 ecossistema em estudo localiza-se ao norte da Foz do rio Doce, próximo a vila de Povoação, município de Linhares, E... constitui-se num destes ambientes. A atividade cacaueira, sobre os aluviões construídos pelo rio Doce, presente no ecossistema rio-lagoa Monsaras, foi fator condicionante para manutenção de remanescentes destas florestas, e uma grande cobertura vegetal natural em consorcio com uma atividade agrícola. As restingas instaladas sobre as areias quartzosas marinhas foram quase totalmente substituídas pela atividade de pecuária, excluindo algumas áreas isoladas e a beira da praia. A região é produtora de óleo, cortada por gasoduto oleoduto, possui extensos depósitos de areia mineralizada (depositos de placers marinhos), sofreu diversas obras de drenagem, possui pequena área de gleba e uma destinada para futuro parcelamento do solo. O presente trabalho tem como objetivos: a caracterização dos diferentes ambientes encontrados; o seu condicionamento natural; levantamento da atual cobertura vegetal; mapeamento das atividades antrópicas; definição preliminar para a sua utilização racional e atualização de bases cartográficas com vistas a produção de material básico para fiscalização de Áreas de Preservação Permanente (Lei 4.771/65) e Reservas Ecológicas (Lei 6938/81 e RESOLUÇÃO CONAMA nº 004/85).
Item Reducing threats to turtles.(1999) MARCOVALDI, M. Â. G. dei; THOMÉ, J. C. A.; ECKERT, K. L; DONNELLY. M; ABREU-GROBOIS, F. A; BJORNDAL, K. AAround the world, the survival of seven species of sea turtle is threatened by a variety of man-induced factors, including the direct and indirect harvest of adults and juveniles (see Oravetz, this volume), threats to eggs and hatchlings (see Boulon, this volume; Mortimer, this volume), the degradation or loss of nesting habitat (see Witherington, this volume), and pollution of the seas (see Gibson and Smith, this vol ume). Perhaps no threat is as pervasive and devastating to declining populations as the persistent take of adult and juvenile turtles. The take continues, often in contravention of existing national and international legislation, largely because of familiar and ineffective "top-down" approaches to conservation, and a lack of grassroots support for or understanding of conservation initiatives. In response, conservation organizations and regulatory agencies alike are investing heavily in community-based conservation (see Frazier, this volume). Community-based conservation involves changing habits and outlooks, neither of which happens easily.Item Satellite-tracked movements of female Dermochelys coriacea from southeastern Brazil(2011-10-21) ALMEIDA, A. P.; ECKERT, S. A.; BRUNO, S. C.; SCALFONI, J. T.; Giffoni, B.; LÓPEZ-MENDILAHARSU, M.; THOMÉ, J. C. A.Four female leatherback sea turtles Dermochelys coriacea were satellite tracked from the southeastern coast of Brazil (3 from nesting beaches in the state of Espírito Santo, and 1 recovered from a driftnet off the coast of the state of São Paulo), representing the first study of movements of leatherbacks nesting on Brazilian grounds. The results suggest that during the internesting period, leatherbacks may disperse up to 160 km from the nesting beach using an area of 4400 km2. Tracking also revealed shared feeding areas in southern South America, comprising Brazilian, Uruguayan, and Argentinean waters, and highlighted important interactions with fish eries along nesting, migratory, and feeding habitats. The presence in migratory/foraging areas of turtles from at least 2 different nesting populations from both sides of the South Atlantic Ocean supports the concept that management efforts for this species must incorporate a broad regional perspective.- Variação Latidutinal na Distribuição do Tamanho de Tartarugas-verdes (Chelonia mydas) ao Longo de Parte da Costa Leste da América do Sul(2011-11-27) BARATA, P. C. R.; CARMAN, V. G.; SANTOS, A. S.; BONDIOLI, A. C. V.; ALMEIRA, A. P.; SANTOS, A. J.B. S.; SILVA, A. C. C. D.; GALLO, B. M. G.; GIFFONI, B. B.; DOMIT, C.; BAPTISTOTTE, C.; BELLINI, C.; BATISTA, C. M. P; BEZERRA, D. P.; MONTEIRO, D. S.; ALBAREDA, D.; LIMA, E. H. S. M.; LIMA, E. P.; GUEBERT-BARTOLO, F.; SALES, G.; LOPEZ, G. G.; STAHELIN, G. D.; BRUNO, I.; CASTILHO, J. C.; THOMÉ, J. C. A.; NUNES, J. A. A.; BECKER, J. H.; WANDERLINDE, J.; ROSA, L.; MARCOVALDI, M. A. G.; MELO, M. T. D.; MASCARENHAS, R.; ESTIMA, S. C.; NARO-MACIEL, E.As tartarugas-verdes (Chelonia mydas), após o nascimento nas praias de desova e um período de alguns anos na zona oceânica do mar, realizam, quando juvenis pequenas, uma mudança para a zona nerítica (Musick e Limpus 1997). A transição da zona oceânica para a zona nerítica e a distribuição geográfica de juvenis e adultos pelas áreas de alimentação costeiras ainda são insuficientemente conhecidas, assim como os fatores que as definem. O conhecimento destes aspectos da história natural das tartarugas-verdes, além de nos permitir um melhor entendimento da sua biologia populacional, tem implicações para a conservação da espécie, por possibilitar o estabelecimento de relações mais claras entre áreas geográficas, estágios ontogenéticos das tartarugas, fatores ambientais ou de outra ordem e ações de conservação. A tartaruga-verde atualmente está classificada como Ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A tartaruga-verde tem ampla distribuição na costa leste da América do Sul (Pritchard 1976; Marcovaldi e Marcovaldi 1999; González Carman et al. 2011). Este trabalho tem como objetivo analisar a variação, em larga escala, da distribuição do tamanho (medido pelo comprimento curvo da carapaça, CCC) das tartarugas-verdes ao longo de parte da costa leste da América do Sul, com dados obtidos em áreas costeiras, com vistas a uma melhor compreensão da biogeografia da espécie na região.
Item Variação Latidutinal na Distribuição do Tamanho de Tartarugas-verdes (Chelonia mydas) ao Longo de Parte da Costa Leste da América do Sul(2011) BARATA, P. C. R.; CARMAN, V. G.; SANTOS, A. S.; BONDIOLI, A. C. V.; ALMEIRA, A. P.; SANTOS, A. J.B. S.; SILVA, A. C. C. D.; GALLO, B. M. G.; GIFFONI, B. B.; DOMIT, C.; BAPTISTOTTE, C.; BELLINI, C.; BATISTA, C. M. P.; BEZERRA, D. P.; MONTEIRO, D. S.; ALBAREDA, D.; LIMA, E. H. S. M.; LIMA, E. P.; GUEBERT-BARTOLO, F.; SALES, G.; LOPEZ, G. G.; STAHELIN, G. D.; BRUNO, I.; CASTILHO, J. C.; CASTILHO, J. C.; THOMÉ, J. C. A.; NUNES, J. A. A.; BECKER, J. H.; NARO-MACIEL, E.; ESTIMA, S. C.; MASCARENHAS, R.; MELO, M. T. D.; MARCOVALDI, M. A. G.; ROSA, L.; WANDERLINDE, J.As tartarugas-verdes (Chelonia mydas), após o nascimento nas praias de desova e um período de alguns anos na zona oceânica do mar, realizam, quando juvenis pequenas, uma mudança para a zona nerítica (Musick e Limpus 1997). A transição da zona oceânica para a zona nerítica e a distribuição geográfica de juvenis e adultos pelas áreas de alimentação costeiras ainda são insuficientemente conhecidas, assim como os fatores que as definem. O conhecimento destes aspectos da história natural das tartarugas-verdes, além de nos permitir um melhor entendimento da sua biologia populacional, tem implicações para a conservação da espécie, por possibilitar o estabelecimento de relações mais claras entre áreas geográficas, estágios ontogenéticos das tartarugas, fatores ambientais ou de outra ordem e ações de conservação. A tartaruga-verde atualmente está classificada como Ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A tartaruga-verde tem ampla distribuição na costa leste da América do Sul (Pritchard 1976; Marcovaldi e Marcovaldi 1999; González Carman et al. 2011). Este trabalho tem como objetivo analisar a variação, em larga escala, da distribuição do tamanho (medido pelo comprimento curvo da carapaça, CCC) das tartarugas-verdes ao longo de parte da costa leste da América do Sul, com dados obtidos em áreas costeiras, com vistas a uma melhor compreensão da biogeografia da espécie na região.