Logo do repositório
Comunidades & Coleções
Navegar
Sobre
  • English
  • Español
  • Português do Brasil
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar.Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 5 de 5
  • Resultados por Página
  • Opções de Ordenação
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Capítulo de livro
    Capítulo 16 - Animais silvestres de vida livre
    (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, 2023) Lustosa, Ana Paula Gomes; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Pires, Augusto de Deus; Gomes, Camila Garcia; Lugarini, Camile; Pavanelli, Carla Simone; Abrahão, Carlos Roberto; Soares, C.M.; Zawadzki, Cláudio Henrique ; Paludo, Danielle; Benedito, Evanilde ; Silva, Felipe Ennes; Paim, Fernanda Pozzan ; Miranda, Flávia; Reis, Isaías José dos ; Bicca-Marques, Júlio César ; Souza, Manuella Andrade de; Valença-Montenegro, Mônica Mafra; Serafini, Patrícia Pereira ; Balestra, Rafael Antônio Machado ; Valadão, Rafael Martins; Graça, Weferson Júnio da ; Silveira, L.F.; Viana, A.A.B.; de Angelis, K.; Braga, L.M.G.M.
    Apanhado de diretrizes do CONCEA para animais silvestres
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Livro
    Guia de aves da Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo
    (2023) Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Lima, Diego Mendes; Souza, Elivan Arantes de; Nascimento, Cristiano Marcelo da Silva; Costa, Fabiano Gumier; Arantes, Murilo Sérgio
    As aves sempre despertaram um imenso fascínio no homem, especialmente pela sua capacidade de voar e de realizar longas migrações, pela beleza de suas plumagens e de seus cantos magníficos. Além disso, elas prestam importantes serviços ambientais, que são essenciais na manutenção do equilíbrio ecológico, como a dispersão de sementes, a polinização, o controle de pragas e de animais em decomposição. Infelizmente esse fascínio levou o homem a aprisionar aves em gaiolas, retirando-as da natureza, quase sempre de forma ilegal. Uma atitude egoísta e que tem colocado em risco de extinção muitas espécies. Por outro lado, tem sido crescente no mundo todo um público que busca contemplar as aves na natureza, por meio do turismo de observação de aves, movimentando uma indústria também crescente, inclusive no Brasil. Incentivar o turismo de observação de aves é uma forma inteligente de contribuir para a conservação de ambientes e suas espécies, além de promover a geração de renda em muitos locais. O Brasil dispõe de um Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres, o CEMAVE, que faz parte da estrutura do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio. O Centro possui a missão de monitorar e estudar as aves brasileiras, assessorando governo e sociedade em políticas de conservação das espécies e dos ambientes dos quais elas dependem. Contribuir com o aumento do conhecimento sobre a avifauna das unidades de conservação federais é uma das atribuições do CEMAVE. Neste sentido, temos a satisfação de apresentar o “Guia de Aves da Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo”, na certeza de que será importante para o manejo da área e poderá auxiliar no desenvolvimento do turismo de observação de aves na Paraíba.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Trabalhos publicados em eventos
    Predação de ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo
    (2021) Oliveira, Tcharles Rennan da Silva; Nascimento, Cristiano Marcelo da Silva; Paixão, Randson Modesto Coêlho da; Marrara, Lia Vogas Ker; Andrade, Mariana Carneiro de; Barboza, Bruno Eduardo de Souza; Silva, Cássius Ricardo Santana da; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de
    O sucesso reprodutivo das aves pode ser considerado um fator-chave para compreensão de possíveis extinções populacionais locais. Deste modo, estudos de predação em ninhos permitem avaliar o sucesso reprodutivo das populações locais a partir do recrutamento de novos indivíduos. Com o avanço da tecnologia, aliados como as câmeras traps, surgem para otimizar o tempo gasto em campo, auxiliando no monitoramento e no registro de potenciais predadores com a menor interferência humana possível. Elas possuem sensores que são ativados com o movimento, sendo às vezes necessário fazer uma poda no local de instalação, para que a vegetação ao redor não interfira no monitoramento. No presente estudo foram avaliadas as taxas de predação em ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga em Cabedelo (FLONA Cabedelo), Paraíba. Foram instalados ninhos artificiais com dois ovos de codorna-doméstica (Coturnix coturnix) ao longo de um transecto linear situado na borda e outro no interior da floresta, no final da estação seca e início da estação chuvosa. Os ninhos foram distribuídos em três diferentes níveis de altura (0,0 m, 1,5 m e 3,0 m), sendo 12 para cada transecto em cada estação, o que totalizou 48 ninhos em todo estudo. Foram utilizadas duas câmeras traps em cada transecto, as quais ficaram em campo durante 15 dias em cada campanha (seca e chuvosa), realizando 360 horas de monitoramento por câmera trap, multiplicando por 4, já que foram 4 câmeras traps (2 em cada transecto), chegando ao valor de 1.440 horas/campanha. Como foram duas campanhas de campo (uma na seca e outra chuvosa), multiplicamos o valor por 2, chegando ao valor final de 2.880 horas de monitoramento. Foi utilizado o teste Qui- quadrado e modelos de Regressão Logística para avaliar diferenças nas taxas de predação entre estações, local e altura do ninho. Todas as análises foram realizadas em software R. As variáveis estudadas não tiveram efeitos significativos sobre as taxas de predação na área estudada e o modelo nulo apresentou melhor desempenho (AIC) quando comparado ao modelo global. Em geral, a taxa de predação de ninhos total registrada no presente estudo foi de 43,7%, e assemelha-se aos resultados encontrados em estudos semelhantes com ninhos artificiais em fragmentos de Cerrado e em uma área de Mata Atlântica. Dentre os predadores de ninhos identificados por meio de câmera-trap estão tatu-peba (Euphractus sexcinctus), timbu (Didelphis albiventris), sagui (Callithrix jacchus) e teiú (Salvator merianae). Além destes, foram registrados nas proximidades do ninho, mas sem evidências de predação, a cutia (Dasyprocta iacki) e o marsupial Marmosa murina, este último um registro novo para a FLONA Cabedelo.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Outros
    Relatório anual de rotas e áreas de concentração de aves migratórias no Brasil
    (2016) Oliveira, Ailton Carneiro de; Barbosa, Antônio Eduardo Araújo; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Lugarini, Camile; Lima, Diego Mendes; Nascimento, João Luiz Xavier do; Souza, Manuella Andrade de; Somenzari, Marina; Souza, Nathalia Alves de; Serafini, Patrícia Pereira; Amaral, Priscilla Prudente do; Rossato, Renata Membribes; Medeiros, Rita de Cassia Surrage de; ICMBio
    O Brasil ocupa uma posição de destaque no cenário mundial em termos de biodiversidade de aves, sendo inclusive rota de muitas espécies migratórias, que se deslocam, regular e sazonalmente, entre duas ou mais áreas distintas, sendo uma delas seu local de reprodução. Essa característica notável traduz-se em uma enorme responsabilidade frente ao compromisso de conservação dessas espécies que muitas vezes extrapolam limites geopolíticos. Ao longo de sua rota migratória, as aves utilizam diversas áreas para descanso e alimentação, que são de grande importância para manutenção do seu ciclo de vida e, consequentemente, de suas populações. Essas áreas vêm sendo drasticamente reduzidas e alteradas por atividades antrópicas como, por exemplo, a implantação de parques eólicos, que têm ganhado bastante espaço e incentivo por ser considerada fonte de energia limpa, renovável e de baixo impacto ao meio ambiente. No entanto, esses empreendimentos representam uma ameaça às aves, considerando que sua implantação gera efeitos secundários capazes de promover significativa redução populacional de certas espécies, inclusive as migratórias. Alguns dos efeitos negativos resultantes de parques eólicos são: a criação de barreiras à livre movimentação das populações, mortalidade devido a colisões e perda de habitat durante a instalação de turbinas e infraestrutura associada. É preciso levar em consideração ainda os efeitos cumulativos gerados pela implantação de diversos parques próximos. Por se tratar de uma atividade recente em território brasileiro e com poucos dados publicados no país, os impactos negativos decorrentes desses empreendimentos precisam ser melhor investigados e sua implantação deve seguir critérios mais rigorosos e minimamente uniformizados. Nessa perspectiva, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) publicou a resolução N° 462, de 24 de julho de 2014, estabelecendo os procedimentos para o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica em superfície terrestre, no território brasileiro. Essa resolução prevê que o órgão licenciador deve exigir estudos e relatório de impacto ambiental e realizar audiências públicas quando o empreendimento estiver localizado em áreas de concentração ou rotas de aves migratórias, cabendo ao CEMAVE/ICMBio indicá-las em território nacional. A elaboração do presente documento demandou grande esforço visando resgatar e sistematizar o conhecimento disponível na literatura, no processo de avaliação do estado de conservação da avifauna brasileira, nos Planos de Ação Nacionais e nos registros de anilhamento do Sistema Nacional de Anilhamento (SNA.Net). Essa compilação de dados permitiu a definição, nos estados da Federação, de áreas importantes para a conservação de aves migratórias por meio dos locais de concentração de espécies, congregações de indivíduos e sítios de nidificação. Tais áreas foram confrontadas com a localização atual e a perspectiva de implantação de empreendimentos eólicos, tendo como base dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Observa se que, atualmente, a sobreposição entre empreendimentos (instalados e/ou previstos) e áreas relevantes para a conservação de aves migratórias é especialmente preocupante no Nordeste e no Sul do Brasil. O monitoramento adequado dos impactos negativos gerados pelos parques eólicos no Brasil (estudos padronizados com ao menos um ano de duração antes da instalação e por cerca de cinco anos após o início da operação) trará lições valiosas para futuros licenciamentos. Com o intuito de minimizar potenciais impactos negativos, são apresentadas recomendações de medidas preventivas já testadas em outros países, como: uso de luzes intermitentes e estruturas tubulares nas torres, instalação de radares acoplados a dispositivos que desliguem as turbinas em caso de aproximação de bandos de aves, recolhimento de carcaças próximas às turbinas para evitar a atração de outras aves, monitoramento diário da área em períodos críticos de migração, dentre outros. Esse trabalho adequa-se ao modelo de desenvolvimento responsável, sinalizando a necessidade de permitir o crescimento econômico e social sem negligenciar a conservação da biodiversidade.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Outros
    Relatório anual de rotas e áreas de concentração de aves migratórias no Brasil
    (2014) Oliveira, Ailton Carneiro de; Barbosa, Antônio Eduardo Araújo; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Paludo, Danielle; Lima, Diego Mendes; Nascimento, João Luiz Xavier do; Souza, Manuella Andrade de; Arantes, Murilo Sérgio; Serafini, Patrícia Pereira; Amaral, Priscilla Prudente do; Rossato, Renata Membribes; Medeiros, Rita de Cassia Surrage; ICMBio
    A Resolução No 462, de 24 de julho de 2014, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), estabelece procedimentos para o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica a partir de fonte eólica em superfície terrestre e dá outras providências. Como consequência deliberou-se, no tocante ao enquadramento do empreendimento (Capitulo II – Dos Procedimentos Gerais para o Licenciamento Ambiental), em seu Art. 3º, §3º que “Não será considerado de baixo impacto, exigindo a apresentação de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), além de audiências públicas, nos termos da legislação vigente, os empreendimentos eólicos que estejam localizados (.... item V) em áreas regulares de rota, pousio, descanso, alimentação e reprodução de aves migratórias constantes de Relatório Anual de Rotas e Áreas de Concentração de Aves Migratórias no Brasil a ser emitido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – Instituto Chico Mendes, em até 90 dias. Considerando que o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres – CEMAVE, vinculado à Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio, é o Centro especializado em aves silvestres do órgão, coube ao CEMAVE a elaboração do presente Relatório, o qual contém a indicação das principais áreas importantes para aves migratórias no Brasil.

Caso não concorde com a publicação de qualquer documento neste repositório, mande uma mensagem pela página do Fale Conosco.

ICMBio © 2025

Logo do repositório COAR Notify