Navegando por Autor "SANCHES, T.M"
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- Levantamento e avaliação preliminar da ictiofauna e dos corais da baía do sueste (arquipelogo de Fernando de Noronha, PE, BR) para monitoramento e implantação de sinalização submarina na área(1995) BELLINI, C; FERREIRA, B.P.; MAIDA, M; SANCHES, T.MA Baía do Sueste, área de uso público do Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha, possui uma área recifal com grande variedade de ambientes que servem como habitat para uma diversa fauna e área de alimentação da tartaruga de pente Eretmochelys imbricata, a mais ameaçada de extinção no mundo. Devido ao crescimento do turismo no arquipélago e porque essa baía é um dos locais mais visitados, o Projeto TAMAR/IBAMA iniciou, em Dezembro de 1994, levantamento da ictiofauna e avaliação das comunidades bentônicas, para estabelecer uma metodologia para monitoramento e proteção da área. O levantamento da ictiofauna foi realizado através de identificação visual durante mergulho livre. Foram identificadas 40 espécies de peixes pertencentes a 26 famílias, compondo uma ictiofauna diversificada e bastante similar à observada em recifes costeiros do Nordeste brasileiro.
- TEMPORADAS REPRODUTIVAS 93/94/95 DA TARTARUGA MARINHA VERDE CHELONIA MYDAS EM FERNANDO DE NORONHA, PE, BRASIL.(1995) BELLINI, C; SANCHES, T.MA ilha principal do Arquipélago de Fernando de Noronha (3°45’S-32°20’W) recebe anualmente, fêmeas de Chelonia mydas, que procuram algumas praias para desovar. Desde 1984, as temporadas reprodutivas são monitoramentos pelo Projeto TAMAR/IBAMA - Programa Nacional de Conservação e Manejo das Tartarugas Marinhas e, desde 1988, a principal área de desova está protegida pelo Parque Nacional Marinho. Durante a temporada reprodutiva, que nas ilhas oceânicas se estende de janeiro e julho, os pesquisadores do Projeto TAMAR/IBAMA percorrem as praias durante à noite com a finalidade de flagrar , medir, marcar e catalogar as fêmeas - como a mesma fêmea pode desovar outras vezes durante a temporada , os pesquisadores acompanham cada uma delas. Os ninhos são sinalizados e, a partir do 45° dia de incubação, são monitorados para se verificar a eclosão dos filhotes.