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Navegando por Autor "Reis, Isaías José dos"

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    Capítulo de livro
    Capítulo 16 - Animais silvestres de vida livre
    (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, 2023) Lustosa, Ana Paula Gomes; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Pires, Augusto de Deus; Gomes, Camila Garcia; Lugarini, Camile; Pavanelli, Carla Simone; Abrahão, Carlos Roberto; Soares, C.M.; Zawadzki, Cláudio Henrique ; Paludo, Danielle; Benedito, Evanilde ; Silva, Felipe Ennes; Paim, Fernanda Pozzan ; Miranda, Flávia; Reis, Isaías José dos ; Bicca-Marques, Júlio César ; Souza, Manuella Andrade de; Valença-Montenegro, Mônica Mafra; Serafini, Patrícia Pereira ; Balestra, Rafael Antônio Machado ; Valadão, Rafael Martins; Graça, Weferson Júnio da ; Silveira, L.F.; Viana, A.A.B.; de Angelis, K.; Braga, L.M.G.M.
    Apanhado de diretrizes do CONCEA para animais silvestres
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    Artigo
    Guia Brasileiro de Produção, Manutenção ou Utilização de Animais para Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica
    (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal., 2023) Valadão, Rafael Martins; Reis, Isaías José dos; Balestra, Rafael Antônio Machado; Abrahão, Carlos Roberto; Lustosa, Ana Paula Gomes; Pires, Augusto de deus
    O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) está trabalhando na produção do Guia Brasileiro de Produção, Manutenção ou Utilização de Animais em Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica. Esse Guia tem o formato de um manual e vem sendo produzido com a colaboração de diversos especialistas na área de experimentação animal, com ampla e notória experiência na utilização de animais em ensino ou pesquisa científica. O seu maior objetivo é servir como um manual de referência de procedimentos e estrutura física, e também como um balizador fiscalizatório, servindo como base para o desenvolvimento de requisitos para avaliação da conformidade destas instituições. Cada capítulo/fascículo do Guia apresenta informações sobre a "Estrutura Física e Ambiente" e os "Procedimentos" de um táxon animal e é publicado, primeiramente, na forma de Resolução Normativa do Concea, tendo, portanto, efeito legal. As instituições que produzam, mantenham ou utilizem animais para ensino ou pesquisa científica deverão compatibilizar suas instalações físicas, no prazo máximo de 5 (cinco) anos, a partir da entrada em vigor das normas estabelecidas pelo Concea (Lei nº 11.794/2008, art 22, inciso II). Após a publicação de cada capítulo/fascículo do Guia na forma de Resolução Normativa, a Assessoria de Comunicação do MCTIC editora uma publicação eletrônica (e-book) do texto, que pode ser encontrada logo abaixo ou em Publicações do Concea.
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    Item
    Artigo
    Morfometria do Trato Digestório da Tartaruga-da-amazônia Podocnemis expansa) Criada em Sistema Comercial
    (R. Bras. Zootec., 2003) Luz, Vera Lúcia Ferreira; Stringhini, José Henrique; Bataus, Yeda Soares de Lucena; Paula, Wesley Assis de; Novais, Michel Neto; Reis, Isaías José dos
    Estudos de parâmetros morfométricos do trato gastrointestinal (TGI) são necessários para o conhecimento dos processos digestórios dos alimentos no organismo animal e indicar a preferência alimentar de uma espécie. Foram amostrados, bimensalmente, 100 filhotes capturados aleatoriamente em oito criadouros no município de Diorama, Goiás. O experimento foi conduzido com animais entre 23 a 29 meses de idade, que tiveram seus desempenhos avaliados por medidas biométricas do comprimento retilíneo da carapaça e do peso. Para o cálculo das relações corporais dos órgãos tomou-se como base o peso vivo individual de cinco tartarugas, em cada idade estudada, perfazendo um total de quatro colheitas com 20 exemplares de cada criadouro. As análises de comparação de médias foram realizadas pelo teste de Duncan. Os resultados indicaram que o estômago representou maior percentual do trato digestório, com 44,20%, seguido pelo intestino delgado, 28,48%, e o intestino grosso, com 20,93%, baseados na relação corporal com o TGI vazio. O TGI cheio apresentou comprimento médio de 72,75 cm. Para o intestino delgado foi obtida a média de 46,68 cm e para o intestino grosso 14,00 cm. As análises das relações corporais indicaram que o estômago e o intestino delgado apresentaram maior capacidade de armazenamento, sugerindo que desempenham importante função na digestão de alimentos consumidos.

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