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Navegando por Autor "Magnusson, William Ernest"

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    Avaliação do estado de conservação dos crocodilianos
    (Biodiversidade Brasileira,, 2013) Bataus, Yeda; Magnusson, William Ernest; Mendonça, Sonia H. S. T.; Verdade, Luciano Martins
    O governo brasileiro tem o compromisso junto à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) de avaliar o estado de conservação da biodiversidade brasileira. Serão avaliadas todas as espécies de vertebrados que ocorrem em território brasileiro e seletivamente as de invertebrados, até 2014. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está responsável por coordenar a avaliação da fauna e conta com seus Centros de Pesquisa e Conservação para realização dessa missão. A avaliação da herpetofauna é coordenada pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbio (RAN) e pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação das Tartarugas Marinhas (TAMAR), cujo processo teve início em 2010 e a conclusão está prevista para 2014. O método de avaliação adotado pelo governo brasileiro para avaliação da biodiversidade é o mesmo utilizado pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), que avalia o risco de extinção de cada espécie. O processo técnico-científico conduzido pelo ICMBio possui uma etapa de compilação das informações sobre história natural, hábitat, descrição das principais ameaças e mapeamento da distribuição das espécies; uma etapa de consulta ampla à comunidade científica e consulta direcionada aos especialistas de cada espécie ou grupo taxonômico; a oficina de avaliação, na qual os especialistas determinam a categoria de risco de extinção das espécies; e, por fim, uma validação dos resultados da avaliação, no caso dos artigos submetidos à revista, pelo processo de duplo cego. Em todas as etapas há participação voluntária da comunidade científica.Cabe ao ICMBio a divulgação do resultado das categorias e critérios atribuídos às espécies e ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) a publicação oficial da lista das espécies ameaçadas de extinção e extintas. Outro produto da etapa técnico-científica é a publicação do resultado da avaliação completa, contendo, além das categorias e critérios da avaliação, a justificativa da categorização e informações sobre história de vida, ameaças e área de distribuição de cada espécie.
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    Avaliacão do risco de extincão do jacaré-do-pantanal Caiman yacare (Daudin, 1802) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira, 2013) Farias, Izeni Pires; Marioni, Boris; Verdade, Luciano Martins; Bassetti, Luis Antonio Bochetti; Coutinho, Marcos E.; Mendonça, Sônia H. S. T. de; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, William Ernest; Campos, Zilca
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    Artigo
    Avaliacão do risco de extincão do jacaré-paguá Paleosuchus palpebrosus (Cuvier, 1807) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira, 2013) Campos, Zilca Maria da Silva; Boris, Marioni,; Farias, Izeni; Verdade, Luciano Martins; Bassetti, Luíz; Coutinho, Marcos Eduardo; Mendonça, Sônia H S T de; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, William Ernest
    O risco de extinção de Paleosuchus palpebrosus foi avaliado de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN 2001, 2003), com base nos dados disponíveis até 2011. A espécie ocorre em dez países da América do Sul, porém a maior parte de sua distribuição está no Brasil, onde sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 7.282.346,5 km2. Acredita-se que a área de ocupação (AOO) seja maior que 20.000km2. Ocorre naturalmente em baixas densidades, ocupando ambientes de veredas, riachos, cabeceiras de rios e floresta inundada. Embora a espécie enfrente ameaças da caça, oriunda de conflitos com moradores ribeirinhos, e fragmentação, modificação e perda de habitats, causadas por diversas atividades humanas, em especial construção de hidrelétricas, acredita-se que a espécie não tenha sofrido redução populacional significativa, sendo categorizada como Menos Preocupante (LC). Ainda assim, a conservação da espécie é dependente da manutenção de áreas de preservação permanente, tanto de rios como de riachos, nascentes e veredas, e da conectividade hidrológica nesses ambientes. Há contato com populações dos países vizinhos, porém não se sabe se há mudanças significativas para justificar uma alteração indicada na avaliação brasileira.

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