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    Artigo
    ANALISE PARASITOLÓGICA DE Dermochelys coriacea Linnaeus 1766 NO ATLÂNTICO SUL OCIDENTAL
    (2007) WERNECK, M. R.; VERISSIMO, L. F.; BALDASSIN, P.; GAGLIARDI, F.; TADASHI, E.; WANDERLINDE, J.; BAPTISTOTTE, C.; MELO, M. T. D.; LIMA, E. H. S. M.; GALLO, B. G.; SILVA, R. J.
    A Dermochelys coriacea Linnaeus 1766, popularmente conhecida no Brasil e Uruguai como “Tartaruga de couro” e “Tortuga Siete Quillas” respectivamente, é a maior espécie de tartaruga marinha existente.
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    Artigo
    Records of the leatherback sea turtle (Dermochelys coriacea) on the Brazilian coast, 1969-2001
    (2004) BARATA, P. C. R.; LIMA, E. H. S. M.; BORGES-MARTINS, M.; SCALFONI, J. T.; BELLINI, C.; SICILIANO, S.
    Data from several sources and original data are presented regarding sightings, strandings and incidental captures of leatherback sea turtles (Dermochelys coriacea) on the Brazilian coast in a 33 year period, from 1969 to 2001. Two of the turtles were small juveniles (curved carapace length¼40 cm and approximately 85 cm) and the remaining animals with known carapace size were large juveniles or adults. The origin of leatherbacks observed in Brazil is unknown. Several colonies in South America, including a Brazilian one, in the Caribbean, in western Africa and even in eastern South Africa could be the source of these turtles. The data presented here suggest that more e¡ort should be directed to the assessment of the impact of ¢shing gear and marine pollution on leatherbacks and that systematic surveys on beaches should be maintained in order to monitor long term £uctuations in stranding levels and spatial stranding patterns. Genetic studies and satellite telemetry would be helpful in clarifying the origin of leatherbacks stranded or incidentally captured on the Brazilian coast.
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    Trabalhos publicados em eventos
    Variação Latidutinal na Distribuição do Tamanho de Tartarugas-verdes (Chelonia mydas) ao Longo de Parte da Costa Leste da América do Sul
    (2011-11-27) BARATA, P. C. R.; CARMAN, V. G.; SANTOS, A. S.; BONDIOLI, A. C. V.; ALMEIRA, A. P.; SANTOS, A. J.B. S.; SILVA, A. C. C. D.; GALLO, B. M. G.; GIFFONI, B. B.; DOMIT, C.; BAPTISTOTTE, C.; BELLINI, C.; BATISTA, C. M. P; BEZERRA, D. P.; MONTEIRO, D. S.; ALBAREDA, D.; LIMA, E. H. S. M.; LIMA, E. P.; GUEBERT-BARTOLO, F.; SALES, G.; LOPEZ, G. G.; STAHELIN, G. D.; BRUNO, I.; CASTILHO, J. C.; THOMÉ, J. C. A.; NUNES, J. A. A.; BECKER, J. H.; WANDERLINDE, J.; ROSA, L.; MARCOVALDI, M. A. G.; MELO, M. T. D.; MASCARENHAS, R.; ESTIMA, S. C.; NARO-MACIEL, E.
    As tartarugas-verdes (Chelonia mydas), após o nascimento nas praias de desova e um período de alguns anos na zona oceânica do mar, realizam, quando juvenis pequenas, uma mudança para a zona nerítica (Musick e Limpus 1997). A transição da zona oceânica para a zona nerítica e a distribuição geográfica de juvenis e adultos pelas áreas de alimentação costeiras ainda são insuficientemente conhecidas, assim como os fatores que as definem. O conhecimento destes aspectos da história natural das tartarugas-verdes, além de nos permitir um melhor entendimento da sua biologia populacional, tem implicações para a conservação da espécie, por possibilitar o estabelecimento de relações mais claras entre áreas geográficas, estágios ontogenéticos das tartarugas, fatores ambientais ou de outra ordem e ações de conservação. A tartaruga-verde atualmente está classificada como Ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A tartaruga-verde tem ampla distribuição na costa leste da América do Sul (Pritchard 1976; Marcovaldi e Marcovaldi 1999; González Carman et al. 2011). Este trabalho tem como objetivo analisar a variação, em larga escala, da distribuição do tamanho (medido pelo comprimento curvo da carapaça, CCC) das tartarugas-verdes ao longo de parte da costa leste da América do Sul, com dados obtidos em áreas costeiras, com vistas a uma melhor compreensão da biogeografia da espécie na região.
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    Artigo
    Variação Latidutinal na Distribuição do Tamanho de Tartarugas-verdes (Chelonia mydas) ao Longo de Parte da Costa Leste da América do Sul
    (2011) BARATA, P. C. R.; CARMAN, V. G.; SANTOS, A. S.; BONDIOLI, A. C. V.; ALMEIRA, A. P.; SANTOS, A. J.B. S.; SILVA, A. C. C. D.; GALLO, B. M. G.; GIFFONI, B. B.; DOMIT, C.; BAPTISTOTTE, C.; BELLINI, C.; BATISTA, C. M. P.; BEZERRA, D. P.; MONTEIRO, D. S.; ALBAREDA, D.; LIMA, E. H. S. M.; LIMA, E. P.; GUEBERT-BARTOLO, F.; SALES, G.; LOPEZ, G. G.; STAHELIN, G. D.; BRUNO, I.; CASTILHO, J. C.; CASTILHO, J. C.; THOMÉ, J. C. A.; NUNES, J. A. A.; BECKER, J. H.; NARO-MACIEL, E.; ESTIMA, S. C.; MASCARENHAS, R.; MELO, M. T. D.; MARCOVALDI, M. A. G.; ROSA, L.; WANDERLINDE, J.
    As tartarugas-verdes (Chelonia mydas), após o nascimento nas praias de desova e um período de alguns anos na zona oceânica do mar, realizam, quando juvenis pequenas, uma mudança para a zona nerítica (Musick e Limpus 1997). A transição da zona oceânica para a zona nerítica e a distribuição geográfica de juvenis e adultos pelas áreas de alimentação costeiras ainda são insuficientemente conhecidas, assim como os fatores que as definem. O conhecimento destes aspectos da história natural das tartarugas-verdes, além de nos permitir um melhor entendimento da sua biologia populacional, tem implicações para a conservação da espécie, por possibilitar o estabelecimento de relações mais claras entre áreas geográficas, estágios ontogenéticos das tartarugas, fatores ambientais ou de outra ordem e ações de conservação. A tartaruga-verde atualmente está classificada como Ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A tartaruga-verde tem ampla distribuição na costa leste da América do Sul (Pritchard 1976; Marcovaldi e Marcovaldi 1999; González Carman et al. 2011). Este trabalho tem como objetivo analisar a variação, em larga escala, da distribuição do tamanho (medido pelo comprimento curvo da carapaça, CCC) das tartarugas-verdes ao longo de parte da costa leste da América do Sul, com dados obtidos em áreas costeiras, com vistas a uma melhor compreensão da biogeografia da espécie na região.

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