Navegando por Autor "Júnior, Nilamon de Oliveira Leite"
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- Avaliação inicial dos impactos da pluma de rejeitos da Samarco nos ambientes estuarinos, costeiros e marinhos(2016) Thomé, João Carlos Alciati; Martini, Evandro Arruda de; Júnior, Nilamon de Oliveira Leite
Item CARACTERIZAÇÃO DAS PESCARIAS COM ESPINHEL PELÁGICO QUE INTERAGEM COM TARTARUGAS MARINHAS NO BRASIL(2005) Coluchi, Rodrigo; Giffoni, Bruno de Barros; Sales, Gilberto; Consulim, Carlos Eduardo Neves; Fiedler, Fernando Niemeyer; Júnior, Nilamon de Oliveira Leite; Peppes, FabianoA pesca com espinhel pelágico no Brasil se iniciou na região nordeste em 1956, com a introdução de embarcações japonesas que buscavam explorar estoques de atuns (Thunnus spp.) em águas do oceano Atlântico Equatorial (Hazin et al., 1998). Em 1959 a frota sediada no porto de Recife - PE, já totalizava 12 embarcações (Paiva & Le Gall, 1975), que utilizavam segmentos de cabos multifilamento para comporem a linha principal do aparelho de pesca e peixes como isca. A utilização do espinhel em nylon monofilamento, direcionado à captura do espadarte (Xiphias gladius), com atratores luminosos e lulas como isca, foi introduzido em 1994 em poucas embarcações sediadas em Santos-SP (Arfelli, 1996). Com isso, uma grande quantidade desses barcos migrou para as regiões S/SE, compondo na década de 90 os maiores portos pesqueiros do país (Amorim et al., 2002). Após esse pico houve uma tendência de que voltassem a operar nas proximidades da zona equatorial, uma vez que a produção declinava nas latitudes mais elevadas. O estabelecimento dessa pescaria no país foi impulsionado pela abertura às embarcações estrangeiras que, em contrapartida a exploração dos recursos de domínio brasileiro, contribuiriam para formação de uma frota nacional capaz de aumentar a geração de divisas e a oferta de pescado no mercado interno, através da modernização da frota e da especialização da mão de obra. Finalmente, em 2003, a Secretaria Especial para Agricultura e Pesca – SEAP criou medidas legais para permitir os arrendamentos de embarcações por empresas brasileiras. Mesmo não sendo o objetivo desta pesca, as tartarugas marinhas são freqüentemente capturadas em todo mundo. As capturas de espécimes juvenis e adultos tornam o espinhel pelágico uma das principais causas da mortalidade desses animais (Oravetz, 1999). Baseando-se nessa realidade, a partir de 2001 o Projeto TAMAR IBAMA passou a direcionar esforços no sentido de avaliar e buscar a redução das capturas pelas diversas artes de pesca, dando origem ao Plano de Ação Nacional para a Redução da Captura Incidental de Tartarugas Marinhas pela Pesca (Marcovaldi et al., 2002). O presente trabalho apresenta uma descrição das diferentes modalidades de espinhéis pelágicos que operam no Brasil.Item Guia de Licenciamento - Tartarugas Marinhas 2a Edição(2023-06-19) Pizetta, Gabriella Tiradentes; Repinaldo, Marília das Graças Mesquista; Tavares, Sandra Márcia Xavier; Thomé, João Carlos Alciati; Sales, Gilberto; Sforza, Roberto; Marcondes, Ana Cláudia Jorge; Baptistotte, Cecília; Bellini, Claudio; Martini, Evandro Arruda de; Santos, Erik Allan Pinheiro dos; Camargo, João Luiz Almeida de; Bonach, Kelly; Oliveira, Kleber Gomes de; Lourenço, Marcello; Pereira, Mário Luiz Martins; Júnior, Nilamon de Oliveira Leite; Santos, Alexsandro Santana dos; Domit, Camila; Saliés, Eduardo; Lopez, Gustave Giles; Marcovaldi, Guy Marie Fabio Guagni dei; Santos, Jeferson Andrade dos; Marcovaldi, Maria Ângela Azevedo Guagni dei; Pizetta, Gabriella Tiradentes; Repinaldo, Marília das Graças Mesquita; Tavares, Sandra Márcia Xavier; Thomé, João Carlos Alciati; Sales, GilbertoA publicação Guia de Licenciamento - Tartarugas Marinhas foi elaborada por meio da pesquisa, levantamento de informações e redação técnica fundamentada na bibliografia especializada e por meio das experiências acumuladas pelos servidores do CENTRO TAMAR/ICMBio, em conjunto com instituições parceiras, sobre as tartarugas marinhas. O grupo que participou desta 2ª Edição é composto por servidores e pesquisadores do ICMBio, pesquisadores de instituições da Rede de Parceiros, formada por universidades e ONGs que atuam na conservação das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem na costa brasileira (Dermochelys coriacea; Eretmochelys imbricata; Lepidochelys olivacea, Chelonia mydas e Caretta caretta). O objetivo principal desta obra é apresentar subsídios aos órgãos ambientais que promovem análises de licenciamento (nos níveis federal, estaduais e municipais); bem como a empreendedores e empresas de consultoria na área ambiental envolvidos na elaboração de estudos ambientais e empreendimentos previstos para serem implementados nas áreas importantes para a conservação das tartarugas marinhas; além de a pesquisadores e estudiosos dessas espécies e seus habitat.