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    Avaliacão do risco de extincão do jacaré-açu Melanosuchus niger (Spix, 1825) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira, 2013) Marioni, Boris; Farias, Izeni; Verdade, Luciano M.; Bassetti, Luís; Coutinho, Marcos E.; Mendonça, Sônia H. S. T. de; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, William E.; Campo, Zilca
    O risco de extinção de Melanosuchus niger foi avaliado de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN 2001, 2003), com base nos dados disponíveis até 2011. A espécie é encontrada exclusivamente na bacia Amazônica, onde tem ampla distribuição. Ocorre em sete países da América do Sul, sendo a maior parte em território brasileiro. Sua extensão de ocorrência (EOO) no Brasil é calculada em 4.265.277,2 km2 e vários dados indicam que a área de ocupação (AOO) é bem maior que 20.000 km2. A espécie ocupa ampla diversidade de áreas alagáveis, incluindo os grandes rios e suas lagoas marginais, várzeas e igapós, além de savanas sazonais inundáveis. Embora possa ser afetada pela perda de habitat e caça, acredita-se que a espécie não tenha sofrido redução populacional significativa, sendo categorizada como Menos Preocupante (LC). Há conectividade com populações dos países vizinhos, porém não se sabe se há trocas significativas que justifiquem uma alteração na categoria indicada na avaliação brasileira.
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    Artigo
    Avaliacão do risco de extincão do jacaré-coroa Paleosuchus trigonatus (Schneider, 1801) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira, 2013) Campos, Zilca; Marioni, Boris; Farias, Izeni; Verdade, Luciano M.; Bassetti, Luiz; Coutinho, Marcos E.; de Mendonça, Sônia H. S. T.; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, Willian E.
    O risco de extinção de Paleosuchus trigonatus foi avaliado de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN 2001, 2003), com base nos dados disponíveis até 2011. A espécie é encontrada em grande parte da Amazônia brasileira e em outros nove países da América do Sul. Sua extensão de ocorrência (EOO) no Brasil é de 3.339.916,7 km2 e acredita-se que a área de ocupação (AOO) seja maior que 20.000 km2 . A espécie enfrenta ameaças como fragmentação de habitats, causada pelo desmatamento de áreas de preservação permanente e perda de conectividade de rios e pequenos riachos, além da caça, tanto de subsistência como oriunda de conflitos com pescadores e moradores de vilas, assentamentos e cidades. Apesar dessas ameaças, acredita-se que até o momento não tenha sofrido redução populacional significativa, sendo categorizada como Menos Preocupante (LC). Ainda assim, a conservação da espécie é dependente da manutenção da conectividade dos seus habitats amazônicos. Há contato com populações dos países vizinhos, porém não se sabe se há mudanças significativas em dados populacionais para justificar uma alteração na categoria indicada na avaliação brasileira.
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    Avaliação do risco de extinção do jacaré-de-papo-amarelo Caiman latirostris (Daudin, 1802) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira, 2013) Coutinho, Marcos E.; Marioni, Boris; Farias, Izeni Pires; Verdade, Luciano M.; Bassetti, Luís; Mendonça, Sônia H. S. T. de; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, William E.; Campos, Zilca
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    Avaliacão do risco de extincão do jacaré-do-pantanal Caiman yacare (Daudin, 1802) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira, 2013) Farias, Izeni Pires; Marioni, Boris; Verdade, Luciano Martins; Bassetti, Luis Antonio Bochetti; Coutinho, Marcos E.; Mendonça, Sônia H. S. T. de; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, William Ernest; Campos, Zilca
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    Avaliação do risco de extinção do jacaré-tinga Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) no Brasil.
    (Biodiversidade Brasileira,, 2013) Farias, Izeni Pires; Marioni, Boris; Verdade, Luciano M.; Bassetti, Luís; Coutinho, Marcos E.; Mendonça, Sônia H. S. T. de; Vieira, Tiago Quaggio; Magnusson, William E.; Campos, Zilca
    O risco de extinção de Caiman crocodilus foi avaliado de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN 2001, 2003), com base nos dados disponíveis até 2011. A espécie habita praticamente todos os tipos de ambientes de zonas úmidas de baixa altitude na região Neotropical, sendo a espécie dentre os crocodilianos mais abundantes e com maior distribuição na América Latina. É encontrado naturalmente do México até a região amazônica. Sua extensão de ocorrência (EOO) no território brasileiro é de 5.006.412,4 km2, podendo ser bem maior, caso as investigações sobre o status taxonômico da espécie confirmarem a sua distribuição nas bacias dos rios Madeira, Mamoré e Guaporé. Acredita-se que sua área de ocupação (AOO) seja maior que 20.000 km2. É uma espécie extremamente adaptável, podendo ser encontrada em todos os habitats fluviais e lacustres presentes dentro de sua área de distribuição geográfica, e ocorre em grandes números ao longo da bacia amazônica e da bacia Tocantins-Araguaia, em especial em rios de água branca. Portanto, C. crocodilus foi categorizada como Menos Preocupante (LC). Ainda assim, a caça é uma forte ameaça para algumas subpopulações, sendo imprescindível a implementação de estudos de avaliação da efetividade do manejo sustentável como medida de conservação das populações naturais e diminuição do uso ilegal. Há conectividade com populações dos países vizinhos, porém não se sabe se há trocas significativas para justificar uma alteração na categoria indicada na avaliação brasileira.
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    Artigo
    Evolutionary significant units within populations of neotropical broad-snouted caimans (Caiman latirostris, Daudin, 1802).
    (Journal of Herpetology, 2018-07-20) Borges, Vitor S.; Santiago, Pamela C.; Lima, Nathália G. S.; Coutinho, Marcos E.; Eterovick, Paula C.; Carvalho, Daniel C.
    Evolutionary significant units are an important level of biodiversity in management and conservation programs. Molecular data are considered a high priority for efficient Broad-Snouted Caiman (Caiman latirostris) conservation. In this study, we used two mitochondrial (COI and 16sRNA) and one nuclear (RAG1) molecular markers to test the hypothesis of independent evolution of geographic lineages across Brazilian river basins. We captured caimans at night and cut one or more scales from the tail for genetic analyses. We obtained genetic data from 37 C. latirostris captured between September 2012 and June 2013 from 13 locations throughout four river basins: Doce, Jequitinhonha, Paraná, and São Francisco. Clades were closely associated to river basins, supporting the presence of three distinct phylogenetic lineages within the 1) São Francisco and Jequitinhonha, 2) Doce, and 3) Paraná river basins. These lineages have been isolated probably since the rise of Pleistocene low sea levels and do not have recent gene flow. They have mtDNA reciprocal monophyly and, therefore, present compelling evidence to be considered as evolutionary significant units. Considering the hidden genetic diversity within this species, we recommend conservation efforts for all three independent units within C. latirostris.

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