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Navegando por Autor "Andrade, Mariana Carneiro de"

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    Trabalhos publicados em eventos
    Predação de ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo
    (2021) Oliveira, Tcharles Rennan da Silva; Nascimento, Cristiano Marcelo da Silva; Paixão, Randson Modesto Coêlho da; Marrara, Lia Vogas Ker; Andrade, Mariana Carneiro de; Barboza, Bruno Eduardo de Souza; Silva, Cássius Ricardo Santana da; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de
    O sucesso reprodutivo das aves pode ser considerado um fator-chave para compreensão de possíveis extinções populacionais locais. Deste modo, estudos de predação em ninhos permitem avaliar o sucesso reprodutivo das populações locais a partir do recrutamento de novos indivíduos. Com o avanço da tecnologia, aliados como as câmeras traps, surgem para otimizar o tempo gasto em campo, auxiliando no monitoramento e no registro de potenciais predadores com a menor interferência humana possível. Elas possuem sensores que são ativados com o movimento, sendo às vezes necessário fazer uma poda no local de instalação, para que a vegetação ao redor não interfira no monitoramento. No presente estudo foram avaliadas as taxas de predação em ninhos artificiais na Floresta Nacional da Restinga em Cabedelo (FLONA Cabedelo), Paraíba. Foram instalados ninhos artificiais com dois ovos de codorna-doméstica (Coturnix coturnix) ao longo de um transecto linear situado na borda e outro no interior da floresta, no final da estação seca e início da estação chuvosa. Os ninhos foram distribuídos em três diferentes níveis de altura (0,0 m, 1,5 m e 3,0 m), sendo 12 para cada transecto em cada estação, o que totalizou 48 ninhos em todo estudo. Foram utilizadas duas câmeras traps em cada transecto, as quais ficaram em campo durante 15 dias em cada campanha (seca e chuvosa), realizando 360 horas de monitoramento por câmera trap, multiplicando por 4, já que foram 4 câmeras traps (2 em cada transecto), chegando ao valor de 1.440 horas/campanha. Como foram duas campanhas de campo (uma na seca e outra chuvosa), multiplicamos o valor por 2, chegando ao valor final de 2.880 horas de monitoramento. Foi utilizado o teste Qui- quadrado e modelos de Regressão Logística para avaliar diferenças nas taxas de predação entre estações, local e altura do ninho. Todas as análises foram realizadas em software R. As variáveis estudadas não tiveram efeitos significativos sobre as taxas de predação na área estudada e o modelo nulo apresentou melhor desempenho (AIC) quando comparado ao modelo global. Em geral, a taxa de predação de ninhos total registrada no presente estudo foi de 43,7%, e assemelha-se aos resultados encontrados em estudos semelhantes com ninhos artificiais em fragmentos de Cerrado e em uma área de Mata Atlântica. Dentre os predadores de ninhos identificados por meio de câmera-trap estão tatu-peba (Euphractus sexcinctus), timbu (Didelphis albiventris), sagui (Callithrix jacchus) e teiú (Salvator merianae). Além destes, foram registrados nas proximidades do ninho, mas sem evidências de predação, a cutia (Dasyprocta iacki) e o marsupial Marmosa murina, este último um registro novo para a FLONA Cabedelo.

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